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Qual é o sentido da vida?


O objetivo do curso é perseguir uma das questões mais tradicionais da humanidade e recolocá-la de modo (estritamente) filosófico, por meio de um diálogo com seis pensadores. Pensar a filosofia como um exercício espiritual, uma sabedoria de vida que pode fornecer pistas sobre o que somos, como vivemos, os por quês e as alternativas de revisão existencial. Não se trata de uma metodologia de ajuda que possa ofertar uma receita, mas de um curso introdutório com uma questão única. “Qual é o sentido da vida?” em tradições, escolas e linhas de pensamento tão diversas? O objeto das aulas é lançar algumas luzes sobre essa interrogação tendo como interlocutores pensadores africanos (Amenemope e Ramose), ocidentais (Platão e Nietzsche) e orientais (Confúcio e Gautama). O curso pretende funcionar como uma “oficina” de conceitos (existenciais) para que a turma problematize, compare e analise estilos de vida. O intuito é entender o que está por trás, o que está à frente e o que sustenta uma das dúvidas mais resistentes, perenes e, para muita gente, insolúvel.



Vivendo como um sultão


Até meados do século XVII, o império otomano era dos mais poderosos do mundo, abrangendo partes da Ásia, Europa e África. Reinventou-se e transformou- se através do tempo, sobrevivendo até 1922 e deixando um forte legado cultural no Oriente Médio contemporâneo e nos Bálcãs. O intuito desse curso é apresentar parte dessa trajetória, ainda pouco conhecida no Brasil, a partir das figuras de três sultões. O sultão Mehmet II promoveu a conquista de Constantinopla, em 1453, fator fundamental para a consolidação de seu império e acontecimento marcante da história mundial. Já Suleiman, “o Magnífico”, no Ocidente, e “o Legislador”, no Oriente, teve o sultanato mais longo da história otomana, sendo responsável por sua “época de ouro”. Deixou registros presentes até hoje na região, como os belos edifícios desenhados por Mimar Sinan. Por fim, Abdul Hamid II, o último sultão a exercer, de fato, o poder no império otomano, estabeleceu sua modernidade apelando para um discurso pan-islamista.