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PRÉ-ESTREIA DA SÉRIE INCERTEZAS CRÍTICAS


Incertezas Críticas é uma série documental com intelectuais de renome internacional. O objetivo é apresentar questões contemporâneas relevantes sobre arte, política, literatura, economia, relações internacionais, sociedade e história e permitir ao espectador entrar em contato com o trabalho dos principais pensadores da atualidade. Cada episódio traz um personagem principal, abordando algumas das questões fundamentais que ele tematiza em sua obra. Nesta temporada, os entrevistados são Jacques Rancière, Christian Boltanski, Axel Honneth, Andreas Huyssen, Antoine Compagnon, Elisabeth Roudinesco, Georges Didi-Huberman, Hal Foster, Jean-Luc Nancy, Jonathan Crary, Luc Ferry, Tzvetan Todorov e Umberto Galimberti.

O Canal Curta!, em parceria com a CASA DO SABER RIO, tem o prazer de te convidar para a sessão de pré-estreia da série. Faremos a exibição do episódio inédito com o filósofo e crítico de arte francês Georges Didi-Huberman, professor da École de Hautes Études en Sciences Sociales (Paris), que discorre sobre arte e psicanálise, história da arte e arte contemporânea, reflete sobre a relação entre arte e capitalismo e define o que é ser radical na arte contemporânea. Em seguida, teremos um debate com o historiador, roteirista e professor da Escola de Comunicação da UFRJ Maurício Lissovsky.

A série Incertezas Críticas, dirigida por Daniel Augusto, é uma produção original da Grifa Filmes com o Canal Curta!, financiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual.

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Repensando a psicanálise com a arte


A psicanálise e a arte moderna nasceram juntas, rompendo com a tradição do pensamento da representação do século XVII e propondo, respectivamente, a divisão do eu e uma nova ordenação do espaço perceptual. Tais práticas influenciaram-se mutuamente, tendo como condições a noção de interioridade e a crítica à universalidade da razão. Na busca do tratamento para as patologias psíquicas, Freud deslocou as noções de “belo” e de “sublime” para compreender a estética artística por meio do conceito de sublimação.

Contudo, pode a criação artística ser reduzida à produção inconsciente? Será possível aproximar a arte contemporânea, que se apresenta nas ruas e se apropria de objetos corriqueiros, e a psicanálise, cujo primado são forças amorfas engendradas nos encontros entre sujeitos?



AS CORES DE BEATRIZ MILHAZES


Para celebrar os dez anos de fundação da CASA DO SABER RIO O GLOBO, os membros do seu conselho diretor recebem, para uma rodada de conversas, amigos que são destaque em suas áreas de interesse e atuação. O ciclo Os Sócios Recebem ilustra a pluralidade de vozes e temas, característica da CASA desde a sua concepção. Publicidade, artes, justiça, tecnologia, economia, entre outros assuntos, serão contemplados em seis encontros.

Nesse encontro, Marcio Fainziliber, presidente do conselho do Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR), colecionador e fundador da CASA, recebe Beatriz Milhazes para um bate-papo com esta artista, que ocupa um dos mais destacados lugares no cenário da arte contemporânea brasileira.



HISTÓRIA DA ARTE NO BRASIL


Esse curso oferece um panorama da história da arte brasileira, desde o período do Concretismo até os nossos dias. Em aulas ilustradas, apresentaremos a importância da arte concreta e neoconcreta, num período fecundo para a entrada do Brasil no cenário internacional. Analisaremos artistas que participaram das Bienais de São Paulo desde l951, com destaque para Ivan Serpa, Hélio Oiticica, Farnese de Andrade, Bispo do Rosário, Tomie Ohtake, entre outros, dada a sua relevância para o universo da arte brasileira do século XX. Também haverá lugar para explanações sobre a carreira e a obra dos principais integrantes da arte contemporânea de nossa terra.



INHOTIM - ARTE CONTEMPORÂNEA EM MINAS GERAIS


HIGHLIGHTS - O maior museu de arte contemporânea a céu aberto da América Latina
- Orientação e acompanhamento da especialista Denise Gadelha
- Jardim botânico com quase 100 hectares de paisagens exuberantes
- Esculturas de grande porte
- Pavilhões monográficos (dedicados a projetos de um só artista)
- Galerias coletivas com exposições temporárias
- Grandes nomes da arte contemporânea brasileira e internacional



UMA VIAGEM À ARTE DA CHINA


Este curso oferece um panorama sobre a arte na China e seus conceitos particulares. Por meio de uma viagem virtual por diferentes regiões do Império do Meio, em quatro aulas fartamente ilustradas, será mostrado o caminho dessa arte milenar, que passa pelo papel, caligrafia, pintura, escultura, porcelana, entre outros gêneros, e que, hoje, ocupa local de destaque no cenário da arte contemporânea.



UMA BREVE HISTÓRIA DO DESENHO


O desenho é um processo capaz de tornar o pensamento palpável em imagem e experiência. Na trajetória dos primórdios até a arte contemporânea, foram muitos os materiais, as técnicas, os estilos e as tendências que formaram e influenciaram o ato de desenhar. Em três aulas, vamos percorrer a história através do desenho, a partir das técnicas primitivas, passando pelos principais gênios dos séculos XIX e XX, até chegar aos dias de hoje. Do carvão à tinta; da valoração da perspectiva à desconstrução do espaço tridimensional; de Da Vinci e Rafael a Pablo Picasso, Marcel Duchamp e William Anastasi.  



UM PERCURSO DA ARTE MODERNA À ARTE CONTEMPORÂNEA


Enquanto a arte moderna foi marcada por movimentos de vanguarda que conceberam as produções como linguagem de ruptura, como forma, a arte contemporânea é resultado do transbordamento dos campos especializados instaurados pela racionalidade moderna. Na arte contemporânea, os limites sociais e artísticos são extrapolados, proporcionando novas experiências, mais conectadas e articuladas com diferentes linguagens e formatos. Nessa palestra, o curador e artista plástico Fernando Cocchiarale traçará um panorama das diferenças essenciais entre a arte moderna e a produção contemporânea.



O mal-estar na arte contemporânea


Em O mal-estar na cultura (1930), Freud pensa o conflito entre as necessidades pulsionais de cada indivíduo e as quase inconciliáveis exigências que a civilização lhe impõe. A arte – tanto a sua fruição quanto a criação artística propriamente – é referida no texto freudiano como uma “suave narcose”; como algo que de algum modo interrompe os rigores necessariamente presentes na tarefa de constituição do Eu, ou lhes dá um destino diferente. Alguns dos resultados dessa empreitada, que é o envolvimento com a arte, estão nos museus – ao mesmo tempo depositários da arte produzida, matrizes de novas criações e produtores de efeitos sobre aqueles que são atravessados por sua força e encanto.