Busca

     

Resultado



POLÍTICA ONTEM E HOJE | MAQUIAVEL E A FORTUNA


A política é um fenômeno apaixonante. Atacada, odiada, repudiada, amada, idolatrada e invejada, todos nós temos alguma opinião contundente sobre ela, seus personagens e suas ações. O que ou quem é justo? O que torna uma ação legal ou ilegal? Até onde pode ir o Estado e onde ele não deveria faltar? Nesse ciclo, coordenado em parceria com os professores do Iesp-Uerj José Szwako e Pedro Villas Bôas Castelo Branco, serão abordados a vida, a obra, as questões e os dilemas fundamentais de alguns dos maiores pensadores da política.

Do pensamento político da Grécia antiga até os dias de hoje, reconhecendo a diversidade enriquecedora das formas pelas quais a política pode ser pensada em suas múltiplas dimensões – histórica, ideológica, institucional etc. –, esses encontros partem unicamente do pressuposto de que a política é, agora como sempre, essencialmente contestada e intrinsecamente fugidia. No momento mesmo em que o pensamento julga tê-la apreendido, a lógica política se desfaz e se renova, como que rindo de nosso pensar.

Neste encontro, o professor Bruno Sciberras de Carvalho apresentará o pensamento de Maquiavel.

->Para a compra de pacotes entre em contato pelo telefone (21) 2227 2237.
5 AULAS: R$550
10 AULAS: R$ 1.000

PARCERIA



A ASTRONOMIA DO ZODÍACO – DIFERENTES OLHARES PARA O CÉU


As constelações zodiacais podem ser observadas no céu tanto quanto outras constelações. Mas por que elas se tornaram mais conhecidas do que, por exemplo, a de Vulpecula (Raposa) e a de Camelopardalis (Girafa)? Que tipo de fascínio o Zodíaco produziu na história do Ocidente e de parte do Oriente? Qual a natureza das críticas científicas ao Zodíaco e à astrologia, que se serve dessas constelações e dos planetas para realizar uma leitura simbólica do mundo?

O Zodíaco não existe em todas as culturas. Como é o céu para povos diversos e como eles olham e olharam esse céu? O céu dos indígenas, dos gregos antigos, dos aborígenes australianos e dos povos originários do Japão tem características próprias. Contudo, todos esses povos criaram valores e estruturas complexas, partilhadas socialmente, tendo como ponto de partida as múltiplas interpretações acerca do céu.

Nesse curso apresentaremos o modo como diversas culturas lidam com estrelas, planetas, sol, nebulosas, meteoros e outros eventos astronômicos, além de buscar entender como os diversos modelos cosmológicos foram criados.



CURDOS, UM POVO SEM ESTADO


Em 1916, a França e o Reino Unido selavam secretamente um compromisso para definir quais seriam suas zonas de influência no Oriente Médio após uma eventual derrota do Império Otomano na Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Cem anos depois do Acordo Sykes-Picot, muito se discutiu sobre seu legado e sua contribuição para os conflitos deflagrados na região.

Esse curso pretende desenvolver, em quatro aulas, uma análise profunda sobre um desses pontos de tensão, o que se refere a um grupo étnico que, apesar de ser o quarto maior do Oriente Médio, não contou com um Estado próprio no pós-guerra: os curdos. Divididos basicamente em quatro países – Turquia, Síria, Iraque e Irã –, foram alvo de amplas campanhas de nacionalização e desenvolveram várias formas de reação a elas, chegando a recorrer à luta armada.

Trata-se de um grupo étnico que demanda poder e reconhecimento e, que, sobretudo frente a seu papel em relação aos avanços do Estado Islâmico, parecia, finalmente, ganhar a atenção que merecia. Mas os frequentes bombardeios que os curdos sofrem no norte da Síria e o crescimento de outras agendas na região os têm relegado novamente ao esquecimento. Tentemos entender por quê.



POLÍTICA ONTEM E HOJE | CONDORCET E O PARADOXO DEMOCRÁTICO


A política é um fenômeno apaixonante. Atacada, odiada, repudiada, amada, idolatrada e invejada, todos nós temos alguma opinião contundente sobre ela, seus personagens e suas ações. O que ou quem é justo? O que torna uma ação legal ou ilegal? Até onde pode ir o Estado e onde ele não deveria faltar? Nesse ciclo, coordenado em parceria com os professores do Iesp-Uerj José Szwako e Pedro Villas Bôas Castelo Branco, serão abordados a vida, a obra, as questões e os dilemas fundamentais de alguns dos maiores pensadores da política.

Do pensamento político da Grécia antiga até os dias de hoje, reconhecendo a diversidade enriquecedora das formas pelas quais a política pode ser pensada em suas múltiplas dimensões – histórica, ideológica, institucional etc. –, esses encontros partem unicamente do pressuposto de que a política é, agora como sempre, essencialmente contestada e intrinsecamente fugidia. No momento mesmo em que o pensamento julga tê-la apreendido, a lógica política se desfaz e se renova, como que rindo de nosso pensar.

Neste encontro, o professor Fabiano Santos apresentará o paradoxo democrático no pensamento de Condorcet.

->Para a compra de pacotes entre em contato pelo telefone (21) 2227 2237.
5 AULAS: R$550
10 AULAS: R$ 1.000

PARCERIA



POLÍTICA ONTEM E HOJE | MARX: DA QUESTÃO JUDAICA À DITADURA DO PROLETARIADO


A política é um fenômeno apaixonante. Atacada, odiada, repudiada, amada, idolatrada e invejada, todos nós temos alguma opinião contundente sobre ela, seus personagens e suas ações. O que ou quem é justo? O que torna uma ação legal ou ilegal? Até onde pode ir o Estado e onde ele não deveria faltar? Nesse ciclo, coordenado em parceria com os professores do Iesp-Uerj José Szwako e Pedro Villas Bôas Castelo Branco, serão abordados a vida, a obra, as questões e os dilemas fundamentais de alguns dos maiores pensadores da política.

Do pensamento político da Grécia antiga até os dias de hoje, reconhecendo a diversidade enriquecedora das formas pelas quais a política pode ser pensada em suas múltiplas dimensões – histórica, ideológica, institucional etc. –, esses encontros partem unicamente do pressuposto de que a política é, agora como sempre, essencialmente contestada e intrinsecamente fugidia. No momento mesmo em que o pensamento julga tê-la apreendido, a lógica política se desfaz e se renova, como que rindo de nosso pensar.

Neste encontro, o professor José Maurício Domingues apresentará o pensamento de Karl Marx, da questão judaica à ditadura do proletariado.

->Para a compra de pacotes entre em contato pelo telefone (21) 2227 2237.
5 AULAS: R$550
10 AULAS: R$ 1.000

PARCERIA



ANTROPOCENO – ONTEM, HOJE, AMANHÃ


Antropoceno é um termo formulado por Paul Crutzen, Prêmio Nobel de Química de 1995, e Eugene Stoermer, professor de Biologia da Universidade de Michigan, com o objetivo de indicar uma característica essencial de nossos dias: o fato de que o conjunto das atividades humanas se tornou uma força de transformação de alcance mundial cujas consequências terão longa duração. O prefixo grego antropo significa homem, humano; e o sufixo ceno denota as épocas geológicas. Estamos, portanto, na Época dos Humanos.

De fato, a civilização se tornou planetária: não existe hoje uma região sequer que não seja afetada direta ou indiretamente pela intervenção humana. Num prazo muito curto, mudamos a composição da atmosfera, devido ao uso contínuo de combustíveis fósseis; alteramos os regimes do clima; afetamos drasticamente uma série de biomas, inclusive nos oceanos; mudamos, em um único século, o padrão de sedimentação de todas as bacias hidrográficas do mundo, em todos os continentes... Geólogos do futuro que examinarem os vestígios de nosso tempo encontrarão evidências de que um novo agente global de transformação entrou em cena nesse período. Esse agente é a Humanidade.

Em consequência, doravante não viveremos mais no ambiente acolhedor dos últimos 15 mil anos, quando nossa civilização surgiu e se desenvolveu. Nós e nossos descendentes habitaremos em um mundo diferente, profundamente modificado por nossas próprias ações. Esse é o entendimento decisivo que é preciso alcançar para enfrentarmos os desafios que hoje se abrem e construirmos, juntos, nosso amanhã comum.



POLÍTICA ONTEM E HOJE | PARTIDOS E ANTIPARTIDARISMO EM MADISON


A política é um fenômeno apaixonante. Atacada, odiada, repudiada, amada, idolatrada e invejada, todos nós temos alguma opinião contundente sobre ela, seus personagens e suas ações. O que ou quem é justo? O que torna uma ação legal ou ilegal? Até onde pode ir o Estado e onde ele não deveria faltar? Nesse ciclo, coordenado em parceria com os professores do Iesp-Uerj José Szwako e Pedro Villas Bôas Castelo Branco, serão abordados a vida, a obra, as questões e os dilemas fundamentais de alguns dos maiores pensadores da política.

Do pensamento político da Grécia antiga até os dias de hoje, reconhecendo a diversidade enriquecedora das formas pelas quais a política pode ser pensada em suas múltiplas dimensões – histórica, ideológica, institucional etc. –, esses encontros partem unicamente do pressuposto de que a política é, agora como sempre, essencialmente contestada e intrinsecamente fugidia. No momento mesmo em que o pensamento julga tê-la apreendido, a lógica política se desfaz e se renova, como que rindo de nosso pensar.

Nesse encontro, o professor Fernando Guarnieri apresentará a questão partidária e o antipartidarismo em James Madison.

->Para a compra de pacotes entre em contato pelo telefone (21) 2227 2237.
5 AULAS: R$550
10 AULAS: R$ 1.000

PARCERIA

 

 



CRISTIANISMOS PERDIDOS: HISTÓRIAS E MEMÓRIAS


Para além dos escritos do assim chamado Novo Testamento, há toda uma produção literária das comunidades cristãs que foram alijadas pelo ramo hegemônico. Além disso, o falocentrismo desse ramo jogou as mulheres em segundo plano, pondo em ação um potente mecanismo de apagamento das memórias que registravam o papel de liderança de algumas delas

O curso pretende, em perspectiva histórica, analisar os cristianismos perdidos e o ocultamento das mulheres nas primeiras comunidades cristãs.



ISRAEL, UM ESTADO JUDEU


No dia 19 de julho de 2018 o Parlamento de Israel aprovou uma controversa lei que define o país como o Estado do povo judeu. Legisladores árabes, cidadãos druzos, partidos de esquerda e representantes do judaísmo liberal criticaram a aprovação da lei, afirmando que ela é discriminatória e coloca em risco a democracia do país.

Aprovada por 62 votos a 55, após um intenso debate, a "lei "naçãonal" protege a identidade judaica de Israel. A nova legislação afirma que "Israel é a terra natal histórica do povo judeu", ao qual é atribuído o direito exclusivo à autodeterminação. Além disso, "Jerusalém unificada" é declarada a capital de Israel.

A chuva de críticas e a forte oposição à lei pela sociedade israelense mostra um país profundamente dividido, até mesmo à beira de uma ruptura. Nesse encontro debateremos as motivações para a aprovação dessa legistação e as reações que não se restringem apenas à Israel, mas a setores da comunidade judaica e internacional como um todo.