Busca

     

Resultado



As imagens, as palavras e as coisas


Este encontro propõe uma reflexão sobre a nossa percepção do real - o olhar o mundo mediado pelos sentidos e cultura, com suas classificações imagéticas. Como construímos o real com janelas, recortes e molduras; o lugar da verdade ou a busca de imagens arquetípicas; e como o homem se representa e se imagina desde a invenção da escrita, passando pelo corte cartesiano até a modernidade, inclusive a quebra de paradigmas com o surgimento do cinema, a "imagem viva". Quais os novos balizamentos cinéticos/imagéticos? E as novas perspectivas tecnológicas? Quais os novos desbravamentos estéticos? E qual será a próxima "lente" do olhar?



Encontros do cinema com a filosofia


Os filmes selecionados para esse curso têm em comum o uso da lente cinematográfica como recurso para propor uma reeducação do olhar, quase sempre viciado em repetir o próprio ponto de vista. Apresentando ângulos inesperados para o tratamento de questões humanas e classicamente filosóficas, como as ideias de verdade, justiça e finitude, esses filmes levam, necessariamente, à reflexão. Investindo na arte do olhar como possibilidade de cura e de transformação contínua da nossa relação com a existência, formulam uma pedagogia do espanto, perspectiva que orienta e impulsiona a filosofia desde a sua origem.

A CASA DO SABER RIO O GLOBO oferece, das 17h às 19h, gratuitamente, sessões dos filmes nas mesmas datas das aulas.



A filosofia encontra o cinema


Os filmes selecionados para esse curso têm em comum o uso da lente cinematográfica como recurso para propor uma reeducação do olhar, quase sempre viciado em repetir o próprio ponto de vista. Apresentando ângulos inesperados para o tratamento de questões humanas e classicamente filosóficas, como as ideias de verdade, justiça e finitude, esses filmes levam, necessariamente, à reflexão. Investindo na arte do olhar como possibilidade de cura e de transformação contínua da nossa relação com a existência, formulam uma pedagogia do espanto, perspectiva que orienta e impulsiona a filosofia desde a sua origem.

A CASA DO SABER RIO O GLOBO oferece aos inscritos, das 17h30 às 19h, sessões dos filmes nas mesmas datas das aulas.



FEIRA MODERNA 10: GAMES, MOVIMENTO MAKER E FICCÇÃO CIENTÍFICA


Para comemorar os dez anos da CASA DO SABER RIO O GLOBO e a décima edição da série Feira Moderna, o jornalista Beto Largman vai contar com a presença de alguns dos convidados das edições mais concorridas do evento até hoje. Já há alguns anos os jogos eletrônicos desbancaram o cinema e outras áreas do setor de entretenimento, tornando-se a que mais fatura no mundo: a tecnologia desenvolvida para os games está presente em áreas tão distintas quanto treinamento, medicina e educação.

O pesquisador e roteirista Arthur Protasio vai explicar como se deu essa espetacular evolução, tanto da parte técnica quanto do mercado de games. Marcela Sabino, diretora do Laboratório de Atividades do Amanhã do Museu do Amanhã, abordará temas como a cultura maker e seus desdobramentos e o impacto dos avanços tecnológicos – como inteligência artificial, internet das coisas, robótica e fabricação digital – na sociedade. Em sua participação, o neurocientista Stevens Rehen analisará, junto com a plateia, a tecnologia descrita em alguns dos filmes de ficção científica mais marcantes de todos os tempos. Enquanto algumas já fazem parte do nosso dia a dia, outras ainda estão bem distantes de se tornarem realidade.



LAB PARA CRIANÇAS
Mas por quê? Aprendendo a fazer perguntas - Literatura e filosofia para a infância


 
Escutar e respeitar a opinião dos outros, entrar em contato com múltiplas visões para ampliar conceitos, descobrir semelhanças e diferenças no modo de pensar de cada um estimula a criança a construir argumentos e contra-argumentos, problematizar questões e potencializar a imaginação.  

Com o lema “pensar o impensável”, o laboratório Literatura e filosofia para a infância vai ouvir as crianças e devolver suas perguntas com respostas – e com mais perguntas – para ajudá-las a exercitar o diálogo.


A partir da ficção será desenvolvida a curiosidade natural dos pequenos, incentivando sua capacidade de verbalizar e desenvolver o espírito crítico diante do mundo. A literatura junto à filosofia conversará com outras linguagens, como a fotografia, o cinema, as artes plásticas, a música e a tecnologia, em quatro encontros mensais.


O saber importante do encontro do mês de abril é a coragem. Por que sentimos tanto medo de algumas coisas? Como fortalecer a minha coragem diante do que me assusta? Que personagens venceram seus medos e potencializaram o seu lado corajoso? É preciso ter medo para ter coragem?  


Duração: 1h30          



LAB PARA CRIANÇAS
Mas por quê? Aprendendo a fazer perguntas - Literatura e filosofia para a infância


 
Escutar e respeitar a opinião dos outros, entrar em contato com múltiplas visões para ampliar conceitos, descobrir semelhanças e diferenças no modo de pensar de cada um estimula a criança a construir argumentos e contra-argumentos, problematizar questões e potencializar a imaginação.  

Com o lema “pensar o impensável”, o laboratório Literatura e filosofia para a infância vai ouvir as crianças e devolver suas perguntas com respostas – e com mais perguntas – para ajudá-las a exercitar o diálogo.


A partir da ficção será desenvolvida a curiosidade natural dos pequenos, incentivando sua capacidade de verbalizar e desenvolver o espírito crítico diante do mundo. A literatura junto à filosofia conversará com outras linguagens, como a fotografia, o cinema, as artes plásticas, a música e a tecnologia, em quatro encontros mensais.


O saber importante do encontro do mês de abril é a coragem. Por que sentimos tanto medo de algumas coisas? Como fortalecer a minha coragem diante do que me assusta? Que personagens venceram seus medos e potencializaram o seu lado corajoso? É preciso ter medo para ter coragem?  


Duração: 1h30          



AL CAPONE: VILÃO OU ANTI-HERÓI?


Ele já foi nomeado o homem mais importante do ano pela revista Time de 1929, ao lado de personalidades como Albert Einstein e Mahatma Gandhi. Inspirou diretores de cinema da magnitude de Federico Fellini e atores como Robert De Niro e Al Pacino. Seus trajes ainda hoje têm impacto no mundo da moda, enquanto, na música, suas boates clandestinas serviram de ambiente ideal para o florescimento do jazz e o despertar de artistas como Louis Armstrong, Anita O’Day e Billie Holiday. Aquele que era para ser um típico filho de imigrantes italianos perdido no mundo do crime acabou se tornando um dos ícones da cultura dos Estados Unidos. Expulso da escola por ter agredido a professora e conhecido por uma cicatriz na bochecha, Al Capone desafia nosso julgamento ao ser, ao mesmo tempo, objeto de censura e admiração.

Sua biografia é o tema do documentário Al Capone: um ícone americano (Al Capone: Icon), dirigido por Danielle DiStefano e Danielle Gervais. A CASA DO SABER RIO O GLOBO, em parceria com o CANAL PHILOS, realiza a exibição desse filme seguida de um bate-papo com a roteirista Maria Clara Mattos sobre o impacto da figura do criminoso no imaginário social.



O CINEMA POR TODOS OS ÂNGULOS - A ARTE DE FAZER FILMES, PARTE 1


Um filme é aclamado pela crítica: você vai assistir e detesta. Ou, ao contrário, vai ver um filme que levou um “bonequinho dormindo” e gosta muito. Por que isso acontece? É só uma questão de gosto pessoal? Ou os críticos estão vendo alguma coisa que você não percebe? Como se avalia a qualidade técnica e artística de uma produção cinematográfica?

Pensando em responder a essas e outras questões, o ciclo Cinema por Todos os Ângulos se propõe a fornecer um panorama estendido sobre a sétima arte – dos bastidores ao produto final, passando por gêneros e escolas cinematográficas. O objetivo é permitir uma apreciação mais ampla e fundamentada das produções.

Nesse módulo, em cinco aulas com exibição de trechos de filmes, serão explorados os papéis de profissionais envolvidos no fazer cinematográfico, para além das funções de diretor e roteirista. Como se avalia a qualidade técnica e artística de uma montagem? O que faz o diretor de fotografia? E qual a contribuição do diretor de arte?



DA IDEIA AO PAPEL


A escrita é uma partitura. E, como tal, é feita de ritmo. De adágios, alegretes, noturnos. Essa oficina pretende instrumentalizar os alunos com ferramentas que permitam que ele consiga se apropriar de sua partitura: ou seja, torne-se dono da história que quer contar. Mais do que ensinar um método ou uma técnica específica, a ideia é dotar o escritor de armas para que ele domine o coração de seu enredo, “sinta” a progressão da narrativa e aprenda a erguer a trama (plot) a partir da necessidade dos personagens.

Todas as aulas serão ilustradas com exemplos do cinema, das séries de TV e da literatura. Será requerido ao aluno que faça alguns exercícios em casa, para posterior análise e aplicação nas aulas.