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Amor, sexo e felicidade


A partir de pesquisas antropológicas realizadas com 5 mil homens e mulheres nos últimos 25 anos, o curso buscará debater questões surgidas da comparação entre os dados levantados no Brasil com os de outras culturas. A ideia é tentar compreender as diferenças entre visões, comportamentos e valores presentes em gerações distintas, com destaque para a importância da liberdade e da felicidade. Pretende-se ainda aprofundar a discussão sobre a distância entre o discurso e o comportamento efetivo das pessoas em relação a valores como casamento, sexualidade, fidelidade, intimidade, corpo e envelhecimento.



QUEM É VOCÊ, BRASIL?


A história pode ser contada por grandes feitos e datas, mas também por meio de imagens que, do século XX à atualidade, mostram como o Brasil é. Afinal, conforme escreveu Fernando Pessoa, “o que vemos não é o que vemos, mas o que somos”. E como somos nós, brasileiros? Por que agimos desta ou daquela maneira? O que podemos absorver desse passado cultural para utilizar em nossa vida cotidiana? Será que vemos corretamente nossa realidade?

O curso será ilustrado por centenas de imagens fotográficas que valorizam nossa herança cultural. Cada foto será dissecada em suas qualidades estéticas e seu momento histórico, em uma análise divertida sobre nosso jeito de ser, de amar, de se relacionar. São imagens que fogem do óbvio; e o curso propõe o mesmo — um certo descarrilamento nas ideias para conhecermos mais e melhor nossas raízes e comportamentos.



ESPORTE NA ÉTICA DO SÉCULO XXI


Nos últimos 30 anos, a televisão transformou o esporte em um negócio multimilionário, mas sua importância para a sociedade vai muito além dos cifrões. Ao longo da história da humanidade, o esporte tem sido um importante instrumento para o desenvolvimento humano, econômico e social; uma escola de valores éticos e morais e uma ferramenta para a paz e o entendimento entre as nações. Qual será o papel do esporte neste século XXI, marcado por revoluções nos meios de comunicação e no comportamento social?



SOMOS TODOS ALTRUÍSTAS?


A pergunta que dá título a este encontro inquieta Marcos Flávio Azzi desde que ele trocou uma trajetória de sucesso no mercado financeiro para se dedicar àquilo que considerava relevante: melhorar a filantropia no país. Buscando inspirar, instigar e motivar doadores, através do instituto que fundou há 10 anos, Azzi tenta encontrar respostas. Nesta aula aberta, ele expõe sua experiência e conta como a primatologia ajuda a explicar o comportamento dos filantropos e como o altruísmo pode ser uma poderosa ferramenta de transformação do mundo.



Para entender mais e melhor a política brasileira


Será que ainda podemos usar o termo coronelismo para designar a política centrada no poder exercido por chefias locais/regionais? As relações clientelistas entre os parlamentares e suas bases eleitorais caracterizam apenas as sociedades atrasadas? São populistas os políticos que enganam o eleitorado com promessas nunca cumpridas, o que comprovaria que o “povo brasileiro não sabe votar”? A organização corporativista da sociedade brasileira corresponde à fragilidade do espírito cívico de seu povo?

O objetivo principal desse curso é examinar as relações que se estabeleceram entre Estado e sociedade no Brasil contemporâneo. Busca-se, dessa forma, entender a estrutura e o funcionamento do sistema de representação política, bem como a dinâmica das relações de poder entre os diferentes atores políticos, seus comportamentos e estratégias de ação.        



REFLEXÕES SOBRE O IMPACTO DA CIÊNCIA DO SÉCULO XXI NO COMPORTAMENTO HUMANO


Células-tronco, órgãos criados em laboratório e digitais, diagnósticos genéticos, clonagem, interface cérebro-máquina. Os avanços da ciência biomédica ampliam as possibilidades de escolha, inclusive no que parecia imutável. O curso visa estimular, numa linguagem popular e compreensível, reflexões sobre o impacto do progresso científico recente na qualidade e na expectativa de vida, no cotidiano e nas relações pessoais.



Uma história da astrologia


A relação entre Céu e Terra, a influência das estrelas e dos planetas no comportamento mundano vem fascinando os homens há milênios. Edificada por sumérios, babilônios, assírios e caldeus, a astrologia nasce como uma forma de compreender a natureza, e, pouco a pouco, passa a ser estudada com fins subjetivos, particulares, individuais. Neste curso, uma das maiores astrólogas do país faz um passeio pela história da astrologia, desde a Mesopotâmia, passando pelo Egito, por Grécia e Roma, até os dias atuais.



UMA HISTÓRIA DAS MULHERES NO BRASIL IV


“Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI... mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargo de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.” Uma das mais renomadas historiadoras brasileiras, autora de mais de 35 livros, Mary del Priore aborda, nesse ciclo de quatro aulas abertas, as lutas femininas nos últimos séculos no país, do período da colonização portuguesa aos dias atuais. Ela mostra as transformações e conquistas obtidas em diversos campos, como o casamento, a maternidade, a família, o envelhecimento, o corpo, a sexualidade, o trabalho e as funções na sociedade. A alteração do papel da mulher dentro das famílias, a mudança nos padrões de beleza e de corpo e a submissão (ou não) a esses modelos. Como eram as mulheres brasileiras nos séculos passados e como elas são hoje. O que mudou em comportamentos e desejos. E o que ainda guarda traços de hábitos, tradições e modelos antigos.



UMA HISTÓRIA DAS MULHERES NO BRASIL III


“Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI... mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargo de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.” Uma das mais renomadas historiadoras brasileiras, autora de mais de 35 livros, Mary del Priore aborda, nesse ciclo de quatro aulas abertas, as lutas femininas nos últimos séculos no país, do período da colonização portuguesa aos dias atuais. Ela mostra as transformações e conquistas obtidas em diversos campos, como o casamento, a maternidade, a família, o envelhecimento, o corpo, a sexualidade, o trabalho e as funções na sociedade. A alteração do papel da mulher dentro das famílias, a mudança nos padrões de beleza e de corpo e a submissão (ou não) a esses modelos. Como eram as mulheres brasileiras nos séculos passados e como elas são hoje. O que mudou em comportamentos e desejos. E o que ainda guarda traços de hábitos, tradições e modelos antigos.