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SÍRIA EM CHAMAS


A Guerra Civil Síria teve início com uma onda de grandes protestos populares em janeiro de 2011. Meses depois, desdobrou-se em um dos mais importantes conflitos bélicos do mundo contemporâneo globalizado.

Esse curso pretende, ao longo de quatro encontros, apresentar a história por trás dessa guerra que já causou mais de 260 mil mortos, deixou milhões de refugiados e destruiu inúmeras cidades — algumas declaradas Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco.



AMOR, SEXO, CASAMENTO E FELICIDADE


Desde 1988 a antropóloga Mirian Goldenberg realiza pesquisas que têm como foco os novos arranjos conjugais na cultura brasileira. Agora decidiu investigar uma questão que a inquieta há alguns anos: se o casamento com homens “inferiores” é algo desviante na nossa cultura, por que algumas mulheres se casam com homens mais jovens? Mais ainda: se a juventude feminina é um capital, por que alguns homens se casam com mulheres mais velhas?

De todos os tipos de casamento que estudou, o que parece mais feliz é exatamente aquele em que a mulher é mais velha do que o marido. Somente aí ela percebeu um equilíbrio que, se não evita, ao menos minimiza os jogos de dominação, os conflitos e as disputas presentes em casamentos considerados mais “normais” ou “convencionais”.

Nesse encontro, Mirian Goldenberg vai discutir essa realidade e abordar temas que angustiam homens e mulheres de todas as idades: amor, desejo, sexo, fidelidade, reconhecimento, felicidade, entre tantos outros.



O MAPA DA NEGOCIAÇÃO


Sempre que temos um objetivo que só pode ser alcançado através de um acordo, um pacto, uma combinação, é preciso negociar. Negociação é uma competência fundamental para pessoas, empresas, empreendedores, líderes e países, e importante em todas as áreas da vida: familiar, afetiva, social e profissional. Há quem diga que, de uma forma ou de outra, passamos mais de 50% do nosso tempo negociando.

A importância dessa habilidade pode ser ilustrada pelo exemplo da Microsoft, que em 1978 era formada por um pequeno grupo de pessoas. O grande salto veio com a venda do sistema operacional MS-DOS para os microcomputadores que a IBM estava desenvolvendo. Mas, antes, foi preciso comprar o sistema QDOS da Seattle Computer Systems. Ou seja, houve negociação do início ao fim do processo.

Apesar de existirem várias modalidades de negociação – voltadas para a solução de conflitos, vendas, compras, associações, definição de formas de cooperação, fusões, joint-ventures e acordos de paz – há princípios que norteiam todas elas. Nesse encontro, vamos tratar dos fundamentos que levam ao sucesso em qualquer situação, seja ela simples ou complexa.

*Os encontros do Saber Executivo ocorrem das 13h às 14h30, e os inscritos recebem um lunch box antes de cada aula.  



VIDAS EM MOVIMENTO: UM OLHAR SOBRE O REFÚGIO NO MUNDO ATUAL


Diariamente, milhares de pessoas são obrigadas a deixar suas casas por conta de perseguições, guerras e conflitos. Ao chegarem às portas de um novo país, não encontram a proteção esperada, e sim um aparato governamental sofisticado criado para mantê-las longe. O sonho de recomeçar a vida em uma nova terra submerge nos oceanos que elas atravessam em precárias embarcações ou é asfixiado pela permanência indefinida em campos ou centros de detenção. Os marcos internacionais de proteção nada valem: são constantemente violados em um movimento encabeçado pelos países desenvolvidos, que atuam para proteger suas fronteiras, não os indivíduos.

O encontro pretende fornecer um olhar detalhado sobre esse cenário, discutindo as principais tendências do refúgio no mundo hoje, expondo os avanços e retrocessos nas políticas de proteção e acolhimento, discutindo o papel que o Brasil tem desempenhado e propondo uma reflexão sobre possíveis soluções para esta que constitui uma das mais urgentes crises humanitárias do nosso tempo.



JERUSALÉM: UMA CIDADE DIVIDIDA OU INDIVISÍVEL?


Neste encontro, a jornalista Daniela Kresch faz um giro de 360º por Jerusalém, a cidade mais comentada e disputada do planeta. Nela está localizado o ponto focal do atual conflito entre israelenses e palestinos: o Monte do Templo (ou Esplanada das Mesquistas). Terra de paradoxos, é palco de guerras, intifadas, conflitos e, ao mesmo tempo, a cidade mais sagrada para as três religiões monoteístas.

Há 50 anos, depois da vitória na Guerra dos Seis Dias, Israel unificou Jerusalém ao anexar as partes ocidental e oriental da cidade. Mas, apesar de Israel considerá-la “indivisível”, a cidade está hoje, mais do que nunca, visivelmente segmentada entre as populações árabes e judaicas, que coexistem no dia a dia, mas passam por momentos de tensão. Com um olhar jornalístico, Daniela faz um relato de quem vive a cidade no seu cotidiano e busca, através de fatos e dados, desnudar os vários véus que cobrem Jerusalém.



GUERRA DOS SEIS DIAS, 50 ANOS DEPOIS


O curso busca analisar as relações e os conflitos que opuseram árabes e israelenses na Guerra dos Seis Dias (1967), que mudou o Oriente Médio e reconfigurou a chamada Questão Palestina. A proposta é observar o conflito não apenas pelo viés dos campos de batalha ou dos enfrentamentos sangrentos, mas também pela produção cultural dos dois povos. A poesia, a música, a literatura, o cinema e as artes visuais são algumas das “armas” usadas nos dois lados dessa disputa simbólica.



JERUSALÉM: UMA CIDADE DIVIDIDA OU INDIVISÍVEL?


Neste encontro, a jornalista Daniela Kresch faz um giro de 360º por Jerusalém, a cidade mais comentada e disputada do planeta. Nela está localizado o ponto focal do atual conflito entre israelenses e palestinos: o Monte do Templo (ou Esplanada das Mesquistas). Terra de paradoxos, é palco de guerras, intifadas, conflitos e, ao mesmo tempo, a cidade mais sagrada para as três religiões monoteístas.

Há 50 anos, depois da vitória na Guerra dos Seis Dias, Israel unificou Jerusalém ao anexar as partes ocidental e oriental da cidade. Mas, apesar de Israel considerá-la “indivisível”, a cidade está hoje, mais do que nunca, visivelmente segmentada entre as populações árabes e judaicas, que coexistem no dia a dia, mas passam por momentos de tensão. Com um olhar jornalístico, Daniela faz um relato de quem vive a cidade no seu cotidiano e busca, através de fatos e dados, desnudar os vários véus que cobrem Jerusalém.



UMA ODE A GULLAR


“A morte é o nada.” Assim definia o fim da vida o poeta, crítico de arte, letrista, ilustrador e dramaturgo Ferreira Gullar, morto em dezembro de 2016, em sua última entrevista. Em conversa com o poeta Affonso Romano de Sant’Anna narrada no ensaio que fecha esta edição da revista da CASA DO SABER RIO, Gullar despejou: “Recuso-me a aceitar a morte.”

Professor da CASA DO SABER RIO desde sua fundação, Ferreira Gullar e sua trajetória voltam à cena em uma série de encontros em sua homenagem. O primeiro, com o poeta Affonso Romano de Sant’Anna, resgatará os 50 anos da amizade dos dois, trazendo à tona conflitos amorosos, cisões nos movimentos literários brasileiros e mudanças no pensamento crítico e político do poeta. Porque “onde houvesse possibilidade de mudança, lá estava o Gullar”, afirma Sant’Anna no citado ensaio, para advertir em seguida: “Minha fala estará cheia de fantasmas queridos. Estou chegando aos 80 e já vi coisas que nem Deus duvida...”



ISRAEL, PALESTINA E BRASIL


O conflito entre Israel e Palestina ainda produz numerosas narrativas, construídas sob as mais diferentes perspectivas ideológicas. Muitas acabam por explicar a questão sob um ponto de vista dual, monocromático, incapaz de dar conta da complexidade existente nesse território. No início do ano, o professor de Relações Internacionais Fernando Brancoli e o escritor e humorista Gregório Duvivier estiveram em Israel a convite da Universidade Hebraica de Jerusalém. Além de participarem do seminário “Paz, religião e democracia: Palestina, Israel e Brasil”, acompanharam diversas atividades que propunham uma reflexão mais aprofundada sobre o conflito.

Nesse encontro, a CASA DO SABER RIO convida Brancoli e Duvivier para falar sobre as impressões que tiveram durante a viagem. O que há de próximo entre o conflito Israel e Palestina e os conflitos sociais, políticos e midiáticos que acontecem aqui no Brasil? Qual o impacto dessa experiência para se pensar em convivência, coexistência e tolerância? A mediação ficará por conta do historiador Michel Gherman, um dos organizadores da viagem.