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OS LIMITES DA ARTE NO ESPAÇO URBANO


Até onde podem ir as expressões artísticas nas ruas e praças? Os imóveis podem ser convertidos em telas? O que é passageiro e o que é permanente na arte urbana e suas consequências práticas e jurídicas? Como compreender obras efêmeras? Qual o valor desta arte (como, por exemplo, o grafite de Basquiat, Bansky e Keith Haring)? De que maneira é possível equacionar a tríade liberdade de expressão, integridade da obra e o Direito de propriedade?

Neste encontro, o advogado Gustavo Martins de Almeida apresentará, a partir da experiência de outras cidades no mundo (como a polêmica ocorrida recentemente em São Paulo), um panorama contemporâneo da arte urbana no Rio de Janeiro, abordando as criações perenes e as momentâneas – como monumentos, grafite, flashmobs, fogos de artifício e esculturas de areia, bem como a legislação aplicável e decisões judiciais.



QUATRO GOVERNANTES QUE MUDARAM O BRASIL


Ao longo da história do Brasil, algumas administrações foram mais capazes do que outras de imprimir mudanças que alterassem o destino do país. Produto da iniciativa e da visão de progresso do líder ou obra do acaso, tais mudanças, mesmo quando interrompidas pelos governos seguintes, provocaram um rearranjo na estrutura política e administrativa do Estado que se refletiu nos rumos da sociedade. Se outros momentos foram importantes, pode-se dizer que o período em que D. João VI reinou no Rio de Janeiro foi definitivo para o processo da independência brasileira. Durante o longo reinado de D. Pedro II, o Brasil consolidou sua unidade, desenvolveu a arte, a cultura e os estudos históricos, respeitou a liberdade de imprensa e de opinião, enfrentou a maior guerra que já houve no continente e se impôs diante do mundo como a única nação estável da América do Sul - mas a última a abolir a escravidão.

O presidente Rodrigues Alves (1902-1906) atuou decisivamente para recuperar para o Brasil o prestígio perdido com a queda da monarquia. Seus esforços envolveram a remodelação do Rio de Janeiro, o combate às epidemias, uma política externa hábil e corajosa e a obtenção do primeiro cardinalato para o Brasil. Sabendo cercar-se de homens competentes como o Barão do Rio Branco, o epidemiologista Oswaldo Cruz e o prefeito Pereira Passos, seu governo representou, de fato, a entrada do Brasil no século XX.

Na superação do que foi o liberalismo da República, o primeiro governo Vargas (1930-1945), caracterizado pelo autoritarismo, representou, no entanto, o momento da industrialização e da adoção dos direitos dos trabalhadores. O nacionalismo da fase autoritária se expressaria na luta pela independência brasileira frente ao progressivo poder dos Estados Unidos, que marcou o segundo governo Vargas (1951-1954).



UM ENCONTRO ENTRE O DIREITO E A PSICANÁLISE


Quando Lacan afirma que a essência do Direito consiste em "repartir, distribuir, retribuir, o que diz respeito ao gozo", que espécie de questões ele nos convida a pensar? No eixo da articulação entre Psicanálise e Direito, esse encontro terá por objetivo a apresentação de temas oriundos de cada um desses campos, que possam afetar o outro campo e nele repercutir. Essas articulações serão elaboradas a partir da convocação de conceitos-chave para um trabalho interdisciplinar, que se desenvolva nos interlúdios desses dois campos teóricos, como os conceitos de sujeito jurídico e sujeito do desejo, de lei (no sentido normativo da lei jurídica) e Lei (no sentido psicanalítico da lei simbólica, lei da castração), e de gozo.



Três aspectos de Shakespeare


Shakespeare desnudou a natureza humana. Chega-se a dizer que nós não lemos Shakespeare – foi ele quem nos leu. A diversidade de personagens é inesgotável. Cada um com suas características. Boas e más qualidades convivem sem perder suas intensidades. No curso, o lado humano no cânone do Bardo será explorado em três fronts distintos: na relação com o poder, com o mal e com o amor. Evidentemente, em nenhuma das situações, Shakespeare se rende a estereótipos ou segue um padrão. Essas relações se desenvolvem de variadas formas, mas, como são sempre relações humanas, estarão a todo tempo encontrando paralelos na história e nos dias atuais.

Embora Shakespeare tenha morrido há exatos 400 anos, suas obras guardam o frescor do jornal que lemos pela manhã. Como o assunto é a humanidade, vê-se que os mesmos sentimentos responsáveis pelas nossas ações se encontram, desnudados, nas obras do Bardo.

Este curso é uma parceria entre a CASA DO SABER RIO O GLOBO e a editora Edições de Janeiro. Ao se inscrever, o aluno ganha de presente a nova edição do livro Medida por Medida: o Direito em Shakespeare, de José Roberto de Castro Neves.



O Supremo Tribunal Federal hoje


Para celebrar os dez anos de fundação da CASA DO SABER RIO O GLOBO, os membros do seu conselho diretor recebem, para uma rodada de conversas, convidados que são destaque em suas áreas de interesse e atuação. O ciclo Os Sócios Recebem ilustra a pluralidade de vozes e temas, característica da CASA desde a sua concepção. Publicidade, artes, direito, tecnologia, economia, entre outros assuntos, serão contemplados em seis encontros.

Nesse encontro, o executivo Paulo Gouvêa recebe o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux para um bate-papo sobre o atual momento da mais alta instância do poder judiciário brasileiro.



O LUGAR DO CORPO DA MULHER


Espaço de controle social, o corpo da mulher pode ser considerado um campo de batalha, pois reflete as tensões e os sofrimentos da busca por um ideal de beleza disciplinado e, muitas vezes, irreal. Por mais elásticas que sejam as fronteiras políticas, sociais e culturais, é cada vez mais imperativo que se discutam novos caminhos para que a mulher se aproprie de seu corpo e consiga construir uma relação saudável com a autoimagem.

A CASA DO SABER RIO O GLOBO convida uma nutricionista com experiência no atendimento de mulheres e uma socióloga com experiência na defesa dos direitos das mulheres para um diálogo sobre as possibilidades do corpo feminino. Serão discutidas as relações entre corpo, gênero e poder em perspectiva histórica e as relações entre corpo e sociedade.



Internet: passado, presente e futuro


Para celebrar os dez anos de fundação da CASA DO SABER RIO O GLOBO, os membros do seu conselho diretor recebem, para uma rodada de conversas, convidados que são destaque em suas áreas de interesse e atuação. O ciclo Os Sócios Recebem ilustra a pluralidade de vozes e temas, característica da CASA desde a sua concepção. Publicidade, artes, direito, tecnologia, economia, entre outros assuntos, serão contempladas em seis encontros.

Nesse encontro, Alexandre Ribenboim, um dos fundadores da CASA, especialista e consultor em tecnologia, recebe Guilherme Ribenboim, vice-presidente do Twitter para a América Latina, e o jornalista Beto Largman para um bate-papo sobre uma série de questões acerca do futuro da tecnologia, como as principais tendências para a internet nos próximos anos, as ferramentas da web e suas possibilidades, as diferenças entre as plataformas, entre outros assuntos.



De volta aos anos oitenta?


Para celebrar os dez anos de fundação da CASA DO SABER RIO O GLOBO, os membros do seu conselho diretor recebem, para uma rodada de conversas, convidados que são destaque em suas áreas de interesse e atuação. O ciclo Os Sócios Recebem ilustra a pluralidade de vozes e temas, característica da CASA desde a sua concepção. Publicidade, artes, direito, tecnologia, economia, entre outros assuntos, serão contemplados em seis encontros.

Nesse encontro, o executivo Paulo Gouvêa recebe o economista José Marcio Camargo para um bate-papo sobre a atual situação da economia no Brasil em comparação com o cenário da década de 80. Em que medida a inflação crescente, a desvalorização cambial, o alto endividamento público - e o clima generalizado de pessimismo - remetem àqueles anos?

Apoio acadêmico:      

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A INTOLERÂNCIA EM DEBATE


Alerta de segurança máximo é o novo normal nos países europeus, sob constante ameaça de novos atentados. Nos Estados Unidos, o medo faz parte da vida cotidiana e envenena a política. Guerras, terrorismo e extremismo disseminam o ódio, levam ao êxodo milhões de pessoas em busca de um pouco de paz e provocam a radicalização na política interna de diversos países. O Brasil não escapa desse cenário: aqui também pipocam conflitos religiosos e políticos, com demonstrações explícitas de racismo e preconceito social. Tem havido aumento da intolerância? Por quê? O que aconteceu com a política da tolerância construída na Europa dos direitos humanos e no multiculturalismo americano? Esse é o tema abordado nesse ciclo por pensadores contemporâneos, que podem nos ajudar a fugir das armadilhas da intolerância.