Busca

     

Resultado



A CHINA E SUA ECONOMIA: (QUASE) TUDO QUE VOCÊ QUERIA SABER E TINHA RECEIO DE PERGUNTAR


Segunda maior economia do planeta e importante mercado consumidor das commodities brasileiras, a China exerce papel central no mundo globalizado. No entanto, as particularidades de sua política e de sua economia são fonte de dúvidas e receios para muitos.

Em cinco encontros, esse curso traçará um panorama histórico da economia chinesa, abarcando desde a Revolução Comunista de 1949 até as perspectivas para os próximos anos. Serão abordados temas como as grandes reformas econômicas de Deng Xiaoping, as turbulências políticas, o retorno à centralização do poder com Xi Jinping, o combate à corrupção, o investimento da indústria em alta tecnologia e os desafios impostos pela nova agenda externa dos Estados Unidos.



EM DEFESA DA COMIDA: UM MANIFESTO


Atualmente, a dieta ocidental é baseada principalmente em alimentos ultraprocessados colocados à disposição dos consumidores de acordo com as prioridades da agroindústria e da indústria alimentícia. Para o jornalista americano e ativista da alimentação saudável Michael Pollan, não estamos nos alimentando de comida, e sim de “substâncias comestíveis parecidas com comida”. Autor do livro Em defesa da comida: um manifesto, que originou documentário homônimo, ele investiga as possíveis causas desse fenômeno, propõe hábitos simples que facilitem opções mais saudáveis e critica a ciência reducionista predominante nos discursos sobre alimentação e nutrição.

A CASA DO SABER RIO, em parceria com o canal PHILOS TV, realiza a exibição do filme Em defesa da comida: um manifesto (Estados Unidos, 2015), dirigido por Michael Pollan, seguida de bate-papo com a nutricionista Bia Rique.  

Apoio acadêmico
​  



BLACK LIVES MATTER - O MOVIMENTO NEGRO HOJE


A posse de Barrack Obama, primeiro presidente negro eleito nos Estados Unidos, em 2009, renovou entre as comunidades negras a esperança de uma sociedade igualitária. Diversos acontecimentos, no entanto, continuaram a retratar uma sociedade racista.

Em 2012, Trayvon Martin, um adolescente negro de 17 anos, voltava para casa vestindo um casaco com capuz em uma noite chuvosa quando foi morto a tiros pelo segurança Zimmerman, que o considerou suspeito. Com base em uma lei que prevê o direito de defesa, inclusive com armas de fogo, a qualquer cidadão que se sinta ameaçado, Zimmerman foi inocentado.

Nesse contexto foi criado o movimento #BlackLivesMatter, (vidas negras importam), que luta contra a brutalidade policial e as condições econômicas, sociais e políticas que oprimem os negros nos EUA.

A CASA DO SABER RIO, em parceria com o canal PHILOS TV, realiza a exibição do filme #Black Lives Matter, produzido por Matt Davis, seguida de um bate-papo com a historiadora Ynaê Lopes.

Apoio acadêmico:
​  



TRUMP, 100 DIAS DEPOIS


Surpreendendo analistas do mundo inteiro e marcando para sempre a história política norte-americana, Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos no ano passado. Após uma campanha cheia de controvérsias, o bilionário republicano, que concorreu pela primeira vez na vida a um cargo público, ocupa agora o Salão Oval da Casa Branca.

Nesse encontro, a CASA DO SABER RIO convida o jornalista Guga Chacra a apresentar um balanço sobre a situação social e política dos Estados Unidos 100 dias após a posse de Trump. Direto de Nova York, por videoconferência, Chacra traz um panorama do momento e as direções que as políticas de Estado de Trump tomaram nesse início de mandato, bem como suas consequências para o mundo.

*Este encontro será realizado por videoconferência com mediação do professor Michel Gherman.  



QUATRO GOVERNANTES QUE MUDARAM O BRASIL


Ao longo da história do Brasil, algumas administrações foram mais capazes do que outras de imprimir mudanças que alterassem o destino do país. Produto da iniciativa e da visão de progresso do líder ou obra do acaso, tais mudanças, mesmo quando interrompidas pelos governos seguintes, provocaram um rearranjo na estrutura política e administrativa do Estado que se refletiu nos rumos da sociedade. Se outros momentos foram importantes, pode-se dizer que o período em que D. João VI reinou no Rio de Janeiro foi definitivo para o processo da independência brasileira. Durante o longo reinado de D. Pedro II, o Brasil consolidou sua unidade, desenvolveu a arte, a cultura e os estudos históricos, respeitou a liberdade de imprensa e de opinião, enfrentou a maior guerra que já houve no continente e se impôs diante do mundo como a única nação estável da América do Sul - mas a última a abolir a escravidão.

O presidente Rodrigues Alves (1902-1906) atuou decisivamente para recuperar para o Brasil o prestígio perdido com a queda da monarquia. Seus esforços envolveram a remodelação do Rio de Janeiro, o combate às epidemias, uma política externa hábil e corajosa e a obtenção do primeiro cardinalato para o Brasil. Sabendo cercar-se de homens competentes como o Barão do Rio Branco, o epidemiologista Oswaldo Cruz e o prefeito Pereira Passos, seu governo representou, de fato, a entrada do Brasil no século XX.

Na superação do que foi o liberalismo da República, o primeiro governo Vargas (1930-1945), caracterizado pelo autoritarismo, representou, no entanto, o momento da industrialização e da adoção dos direitos dos trabalhadores. O nacionalismo da fase autoritária se expressaria na luta pela independência brasileira frente ao progressivo poder dos Estados Unidos, que marcou o segundo governo Vargas (1951-1954).



A INTOLERÂNCIA EM DEBATE


Alerta de segurança máximo é o novo normal nos países europeus, sob constante ameaça de novos atentados. Nos Estados Unidos, o medo faz parte da vida cotidiana e envenena a política. Guerras, terrorismo e extremismo disseminam o ódio, levam ao êxodo milhões de pessoas em busca de um pouco de paz e provocam a radicalização na política interna de diversos países. O Brasil não escapa desse cenário: aqui também pipocam conflitos religiosos e políticos, com demonstrações explícitas de racismo e preconceito social. Tem havido aumento da intolerância? Por quê? O que aconteceu com a política da tolerância construída na Europa dos direitos humanos e no multiculturalismo americano? Esse é o tema abordado nesse ciclo por pensadores contemporâneos, que podem nos ajudar a fugir das armadilhas da intolerância.



Estados Unidos e China


Um quarto da população mundial, um terço da economia do planeta e um comércio bilateral de 600 bilhões de dólares. Esses são apenas alguns dados que exemplificam o peso global dos Estados Unidos e da China, cujas relações oscilam entre a rivalidade e a parceria. Esse curso pretende abordar as principais diretrizes e estratégias de atuação internacional dos dois países, considerando temas como defesa, comércio e diplomacia. Serão discutidas as relações dessas potências com os seus respectivos entornos regionais, bem como os desafios que se apresentam.



AL CAPONE: VILÃO OU ANTI-HERÓI?


Ele já foi nomeado o homem mais importante do ano pela revista Time de 1929, ao lado de personalidades como Albert Einstein e Mahatma Gandhi. Inspirou diretores de cinema da magnitude de Federico Fellini e atores como Robert De Niro e Al Pacino. Seus trajes ainda hoje têm impacto no mundo da moda, enquanto, na música, suas boates clandestinas serviram de ambiente ideal para o florescimento do jazz e o despertar de artistas como Louis Armstrong, Anita O’Day e Billie Holiday. Aquele que era para ser um típico filho de imigrantes italianos perdido no mundo do crime acabou se tornando um dos ícones da cultura dos Estados Unidos. Expulso da escola por ter agredido a professora e conhecido por uma cicatriz na bochecha, Al Capone desafia nosso julgamento ao ser, ao mesmo tempo, objeto de censura e admiração.

Sua biografia é o tema do documentário Al Capone: um ícone americano (Al Capone: Icon), dirigido por Danielle DiStefano e Danielle Gervais. A CASA DO SABER RIO O GLOBO, em parceria com o CANAL PHILOS, realiza a exibição desse filme seguida de um bate-papo com a roteirista Maria Clara Mattos sobre o impacto da figura do criminoso no imaginário social.



DA FOTOGRAFIA MODERNA À CONTEMPORÂNEA


Desde que foi inventada, no século XIX, a fotografia provocou uma forte discussão sobre suas potencialidades artísticas. Com o progressivo abandono da concepção de pureza e o rompimento com o passado, a fotografia das últimas décadas retomou práticas pioneiras, como colagens e montagens, reafirmando a “descategorização” e o caráter conceitualista da arte. Esse curso vai abordar as transformações da fotografia moderna e contemporânea a partir de uma interpretação crítica de seus períodos e movimentos na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. Ao longo de quatro aulas, serão revistas as obras de László Moholy-Nagy, El Lissitzky, Florence Henri, Lenora de Barros, Imogen Cunningham, Edward Weston, Ansel Adams, Jeff Wall, Sam Taylor-Wood, Sebastião Salgado, Vik Muniz, Mona Hatoum, Nan Goldin, entre outros.