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DA FOTOGRAFIA MODERNA À CONTEMPORÂNEA


Desde que foi inventada, no século XIX, a fotografia provocou uma forte discussão sobre suas potencialidades artísticas. Com o progressivo abandono da concepção de pureza e o rompimento com o passado, a fotografia das últimas décadas retomou práticas pioneiras, como colagens e montagens, reafirmando a “descategorização” e o caráter conceitualista da arte. Esse curso vai abordar as transformações da fotografia moderna e contemporânea a partir de uma interpretação crítica de seus períodos e movimentos na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. Ao longo de quatro aulas, serão revistas as obras de László Moholy-Nagy, El Lissitzky, Florence Henri, Lenora de Barros, Imogen Cunningham, Edward Weston, Ansel Adams, Jeff Wall, Sam Taylor-Wood, Sebastião Salgado, Vik Muniz, Mona Hatoum, Nan Goldin, entre outros.



Cenário macroeconômico para 2016... e além


O final de 2015 foi marcado por crises e incertezas em relação ao futuro da economia. No Brasil, uma enorme crise política, uma forte pressão dos preços, quedas na produção, escalada do desemprego. No resto do mundo, a apreensão com a desaceleração da economia da China, a queda no preço das commodities e a preocupação com a recuperação da Europa e dos EUA. Diante desse quadro desafiador, a CASA DO SABER RIO O GLOBO recebe Paulo Guedes, um dos economistas mais reconhecidos do país, para aplicar seu conhecimento no diagnóstico da atual crise e avaliar o cenário que enfrentaremos nos próximos anos.



Uma história global do Brasil


Há diversos caminhos possíveis dentro da historiografia para se compreender o Brasil. Afastando-se das abordagens endógenas e autorreferentes dominantes, esse curso propõe a leitura do Brasil sob uma perspectiva global. As quatro aulas percorrerão a trajetória do país, da Colônia à República, inserida na história da África e da escravidão, das Américas republicanas e federalistas, da Europa monárquica e de vanguarda, referência dos modelos culturais de nossas elites.



MUSEUS PARA QUÊ?


A partir da criação de novos museus no Brasil, na Europa e nos EUA, o curso propõe uma reflexão sobre como funcionam essas instituições, como são concebidos seus espaços e suas grandes exposições. Quais os principais tipos de museus? Qual a importância das exposições temporárias? Que papel desempenham os arquitetos na renovação desses locais? Como são as filiais dos maiores museus dos países asiáticos?



A HISTÓRIA E OS VINHOS DA FAMÍLIA ROTHSCHILD


Nos últimos 250 anos, poucas famílias da Europa têm uma trajetória tão interessante e atribulada quanto os Rothschild, que se tornaram uma das mais importantes dinastias bancárias do continente. Sua fortuna começou a ser criada no século XVIII, com Mayer Amschel Rothschild, que construiu uma casa de finanças na Alemanha e enviou os cinco filhos para os principais centros financeiros de então. Eles prosperaram e no século XIX seus descendentes chegaram a possuir a maior fortuna privada do mundo. A relação da família com o vinho teve início em 1853, quando Nathan Mayer Rothschild, fundador do ramo inglês do clã, tornou-se proprietário do Château Mouton, hoje conhecido como Mouton Rothschild.

Em 1868, James, o irmão caçula e fundador do ramo francês, comprou em leilão o Château Lafite, hoje Lafite Rothschild. Posteriormente, foram sendo adquiridos outros rótulos prestigiosos, como o Rieussec, em Sauternes, e L’Evangile, em Pomerol, ambos na França. E a família expandiu seus interesses para o Novo Mundo, com vinhedos nos EUA, na Argentina e no Chile. Um de seus membros, o barão Philippe de Nicolay Rothschild estará na CASA DO SABER RIO O GLOBO para conversar sobre a história de seus familiares e sua relação com o vinho.



Jovens, quem são eles?


Os vários jovens e suas tribos. Discursos múltiplos, enfrentamento, poder de consumo. As muitas faces das juventudes contemporâneas, suas bandeiras, conflitos geracionais e expectativas são alguns dos temas que este curso se propõe a tratar. É só no século XX que o jovem surge enquanto protagonista no cenário mundial: dono de uma voz própria, identidade e poder de consumo. A partir deste momento, nasce um novo jovem: consumidor, autor e produtor de cultura. Afloram novas culturas juvenis, que passam a encontrar novos espaços, consolidando-se de forma cada vez mais irreversível. Traçando um percurso histórico, o curso fará uma reflexão sobre a geração de 1968 e os protestos que atingiram a Europa e as Américas, movimentos estes que representaram o auge deste protagonismo e enfrentamento.



O extermínio nazista e o mundo pós-guerra


Tratar das políticas de exclusão e de extermínio nazistas é lidar com uma das mais violentas rupturas com a imagem que o mundo ocidental, pensado como moderno e civilizado, tinha de si próprio. Isto porque não era concebível que, no coração da Europa, pudesse existir uma indústria racionalmente organizada e destinada a matar pessoas. Esta indústria foi estabelecida em função de um projeto de mundo excludente, uma utopia política racista centrada no programa de construção de uma sociedade homogênea. O nazismo levou ao extremo a ideia de que a diferença não era nem desejável e nem tolerável por meio do projeto de eliminar fisicamente grupos humanos.

O propósito deste curso é o de, ao lado de um tratamento panorâmico da política de extermínio nazista, refletir sobre as formas pelas quais este passado foi incorporado como história e como memória no espaço público.



A QUEDA DAS MONARQUIAS IMPERIAIS


Encerrada em 1918, a Primeira Guerra Mundial varreu da história quatro grandes impérios europeus, acarretando uma mudança drástica no mapa da Europa ao longo do século XX. Quais suas origens? Quais os soberanos que os fizeram decair? Quais os países que deles surgiram?



PELA ROTA DE MARCO POLO


Marco Polo percorreu a Rota da Seda no século XIII, maior rede comercial desde o Mundo Antigo. A intensa atividade nesse trajeto, de quase 7 mil quilômetros, ajudou no desenvolvimento de grandes impérios, como o Egito Antigo, além da região da Mesopotâmia e da cidade de Roma, com consequências até o nascedouro do mundo moderno. A Rota da Seda ligava o Oriente à Europa e incluía, entre outros países, as repúblicas que vieram a formar a Itália, a Pérsia, os países da Ásia Central, a China e a Índia. Em cinco encontros, vamos reconstituir a viagem realizada por esse mercador veneziano, destacando aspectos históricos e culturais das principais regiões por ele exploradas.