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FILHOS: DO NASCIMENTO À ADOLESCÊNCIA


São muitos os caminhos e os percalços que os pais enfrentam na relação com os filhos –, do aprendizado do mundo, no nascimento, à explosão de hormônios, na adolescência. Como são criados essesos vínculos entre os pais e a criança? Quais as muitas tarefas enfrentadas por este pequeno serpela criança para começar a ser? De que maneira se forma a autoestima? Como lidar com um períodoa época de escolhas como o da adolescência? Com as mudanças no corpo? Com as descobertas da sexualidade em tempos de novas sexualidades? Essas e outras questões serão levantadas pelo psiquiatra Ricardo Krause nesse encontro.



PRECISAMOS FALAR SOBRE O SUICÍDIO DE ADOLESCENTES: O CASO DO JOGO BALEIA AZUL E DA SÉRIE 13 REASONS WHY


Uma notícia falsa sobre o suicídio de mais de uma centena de jovens cria um bode expiatório e traz à tona o nunca discutido (e sempre evitado) tema do suicídio entre os jovens, reforçado pela repercussão da série original do Netflix 13 Reasons Why, que gira em torno de uma estudante que se mata após uma série ações provocadas por outros estudantes de sua escola.

Neste encontro, a CASA DO SABER RIO recebe Ricardo Krause, psiquiatra da infância e adolescência e presidente da Abenepi Rio, para uma conversa pautada pelos seguintes questionamentos: qual o real quadro desta situação? Quem está efetivamente em risco? Como identificar, prevenir e atuar numa das configurações mais dolorosas e precoces do sofrimento humano.



Os filhos dos filhos – a relação entre avós e netos no século XXI


A Geração @ cresceu. Se a infância deles já foi complicada, imaginem a adolescência... Ocupados em trabalhar ou viver as próprias vidas, os pais recorrem à sabedoria dos mais velhos. Só que esses mais velhos, além de não mais tão velhos assim, também não sabem o que fazer ou não conseguem fazer o que sabem. O psiquiatra da infância e adolescência Ricardo Krause traça um mapa bem-humorado desta nova geração e mostra que nem tudo está perdido.  

*Este curso será realizado na sala de conferências do Marina All Suites Hotel.
 
       



JIA ZHANG-KE, UM HOMEM DE FENYANG, DE WALTER SALLES


Jia Zhang-ke é considerado o maior realizador do novo cinema chinês. Para o influente jornal Le Monde, ele é hoje o maior cineasta em atividade em todo o mundo. Ainda jovem, conseguiu retratar as complexas transformações ocorridas na China de forma aguda e poética. Jia Zhang-ke mostra como ninguém a passagem da adolescência para a idade adulta, e a crise de seus personagens se confunde com uma crise de identidade maior, a de uma cultura milenar que sofre agora os efeitos da globalização. Entre seus admiradores está o diretor brasileiro Walter Salles, que lança agora o documentário Jia Zhang-ke, um homem de Fenyang, obra que acompanha o cineasta chinês por sua cidade natal no norte da China, lugar que também serviu de locação para seus três primeiros longa-metragens.

Aproveitando a estreia de Jia Zhang-ke, um homem de Fenyang no circuito nacional, oferecemos uma imersão na história da China, de Zhang-ke e no documentário de Walter Salles com um dia de exibição e bate-papo sobre o filme no Espaço Itaú de Cinema, e uma conversa exclusiva com o diretor na Casa do Saber Rio O Globo.



Educar com limites


Com as mudanças ocorridas nas quatro últimas décadas na relação entre pais e filhos, as crianças do século XXI aprenderam a se relacionar com os pais de forma praticamente isenta de hierarquia, com grande liberdade e, em geral, poucas regras. O diálogo vem sendo o método preferencial para educar, em um enfoque que leva em consideração os desejos das crianças. A quase ausência de limites e a insegurança dos pais, porém, podem transformar o dia a dia em uma luta inesgotável, que deixa a família perplexa e culpada. Por sua vez, crianças e adolescentes vêm se tornando mimados e egocêntricos, enquanto cresce o percentual dos que constituem a geração nem-nem (nem trabalha, nem estuda).

Como conciliar liberdade e limites? Quando dizer sim e quando dizer não? É possível educar e dar limites na adolescência? Como conciliar o uso das novas tecnologias e os estudos? Existem de fato contraindicações ao uso de tablets e demais produtos da tecnologia? Essas e outras questões serão apresentadas e discutidas do ponto de vista educacional, visando a saúde afetiva e social das novas gerações.



Maioridade penal: sim ou não?


Diante do aumento generalizado da violência, a ideia da redução da maioridade penal aparece como a solução mais imediata e eficaz. O que leva um menor de idade à tamanha violência? Como funciona o cérebro do menor infrator? De que maneira a sociedade pode efetivamente defender-se? O que está realmente sendo proposto em termos de modificação no Congresso a esse respeito? Buscando relativizar certezas absolutas e fornecer dados concretos para o debate, reuniremos uma Neuropediatra, dois Promotores Públicos com posições divergentes e um Psiquiatra da Infância e Adolescência para conversar sobre o tema.

Esta palestra conta com o apoio institucional da ABENEPI Rio. 



A vida como ela é


Da explosão de hormônios e descoberta da sexualidade na adolescência à menopausa e à andropausa; do aprendizado do mundo no nascimento às perdas e limitações inevitáveis na velhice. São muitos os caminhos e percalços do homem comum nesse mundo sem GPS. Corpo e mente são submetidos a inúmeras modificações da infância à maturidade. Ao longo de quatro aulas, o psiquiatra Ricardo Krause apresentará uma breve história das crises e superações pelas quais todos passamos e precisamos passar na construção do que somos.



Uma certa adolescência interminável


Assistimos nas últimas décadas ao progressivo encurtamento da infância. A adolescência, portanto, vem começando cada vez mais precocemente. Poderíamos imaginar (ingenuamente) que a entrada na vida adulta se desse também mais cedo. Porém, é o inverso o que acontece. Muitos jovens de classes sociais privilegiadas tendem a protelar sua entrada na universidade e, por consequência, no mercado de trabalho, com a cumplicidade da família. A adolescência vem perdendo o caráter transitório e fixando-se como um estado emocional permanente. Cada vez mais nos deparamos com adolescentes de “cabelos brancos” que se recusam a crescer. O curso tem como objetivo discutir as causas desse fenômeno.