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FILOSOFANDO COM OS SIMPSONS


No ar há mais de 25 anos, o desenho animado Os Simpsons é famoso por fazer uma leitura bastante crítica da sociedade de consumo, representando caricatamente uma típica família de classe média americana, reproduzida por grande parte do mundo capitalista ocidental.

Com características um tanto peculiares, os membros da família Simpson – Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie – acabam por tocar em um espectro variado de temas caros à filosofia, de Deleuze e Foucault a Hannah Arendt e Bauman. A proposta desse curso é utilizar a cada aula um personagem para apresentar uma teoria filosófica.



O MUNDO SEGUNDO TRUMP: AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS EM TEMPOS DE FOGO E FÚRIA


Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos em janeiro de 2017 prometendo reposicionar o país como uma grande nação. Desde a campanha eleitoral, ao longo de 2016, tem surpreendido o mundo pela maneira como se refere a outros líderes mundiais e outros países. Ora são elogios rasgados, como os feitos ao presidente russo – acusado pelos próprios órgãos de inteligência do governo americano de interferir na eleição presidencial de 2016 –, ora são ataques verbais à China, à Coreia do Norte, ao Irã ou ao México.

Mas, retóricas do presidente à parte, como estão as relações internacionais americanas sob sua gestão? O objetivo desse curso é discutir essa questão com ênfase na política externa para China, Rússia e Oriente Médio, compondo o contexto histórico e político das manchetes da imprensa e da mídia, com uma frequência surpreendente nestes tempos de fogo e fúria.



A LAND ART – QUANDO A ARTE ESCAPA DOS MUSEUS, DAS GALERIAS E DOS CENTROS URBANOS


Em dois encontros, vamos visitar um momento crucial da passagem da arte moderna para a contemporânea. No final dos anos 1960, desenvolveu-se, depois da polarização entre a pop art e o minimalismo, uma forte crítica à arte como mercadoria. Foi o momento da ascensão da arte conceitual ou da “desmaterialização do objeto de arte”, nos termos da crítica e teórica americana Lucy Lippard. Mas também do seu contrário: ao escapar das instituições tradicionais – museus e galerias –, diversos artistas passaram a fazer intervenções absolutamente inéditas nas cidades, mas sobretudo fora dos centros urbanos. Nascia a chamada Land Art, conhecida pelas intervenções pioneiras de Walter de Maria, Robert Smithson, Christo e Jeanne Claude, Richard Long, Michael Heizer, entre outros.



ISRAEL E PALESTINA: NARRATIVAS PARALELAS


O jornalista norte-americano Thomas Friedman não raro diz que o conflito israelo-palestino está para os grandes conflitos assim como a Off-Broadway está para a Broadway. Muitas das coisas que ali começam depois se consagram em outras localidades. Trata-se de uma espécie de laboratório de tendências a serem refinadas antes de se tornarem globais. Nesse curso, abordaremos os principais aspectos do conflito que este ano chega ao seu 70º aniversário, a partir de uma perspectiva histórica e com enfoque nos dois lados da narrativa, o israelense e o palestino.

Os encontros serão baseados em ampla bibliografia acadêmica referendada, mas também em vasta produção literária, fílmica e mesmo musical.



REVOLUÇÃO NAS AMÉRICAS: AMERICANA, HAITIANA, VENEZUELANA E CUBANA


A Revolução Americana pautou valores políticos que seguem vivos em nosso tempo. A Haitiana quebrou paradigmas com o maior levante de escravos do Ocidente. A Venezuelana foi a primeira a romper com o domínio espanhol e a grande inspiradora de diversas insurreições na América Latina. A Cubana resgatou o espírito anticolonialista e deu início à experiência socialista mais significativa do continente. Esses processos históricos deixaram, cada um à sua maneira, marcas na política, na cultura, na arte e na resistência em diferentes partes do mundo.

Neste curso, reunimos destacados professores para abordar alguns dos principais movimentos revolucionários das Américas, seu contexto histórico e suas implicações até os dias atuais.



LITERATURA E POLÍTICA


Em 1934, o poeta americano Ezra Pound disse que "os artistas são a antena de sua época". Trinta anos mais tarde, o educador e filósofo canadense Marshall McLuhan os descreveu como pessoas "de atenção integral". Ao dizer isso, ambos afirmavam que a criatividade requer não apenas imaginação, mas também o dom de captar, traduzir e até mesmo antecipar sinais que já estão no ar. Estudiosos também preconizam que uma obra de arte sempre está impregnada por aspectos da realidade social na qual foi concebida, e que é impossível separar um escritor do homem político e social, tornando clara a presença da política na literatura. 

 

Nesse encontro, a CASA DO SABER RIO recebe os escritores Adilson Xavier, roteirista e produtor de audiovisual, e Guilherme Fiuza, colunista de Política da revista Época e autor do bestseller Meu nome não é Johnny, para uma conversa sobre o papel da política brasileira em seus romances recém-lançados, 2.990 graus - A arte de queimar no inferno (Panda Books) e O império do  oprimido (Planeta). No primeiro, políticos corruptos são assassinados de forma sádica por um serial killer. No segundo, uma jovem filha de um rico empresário debanda da família para abraçar um governo populista que ascende. Em ambos a política ganha ares de protagonista.



ELIZABETH II, UM LONGO REINADO


Ao nos referirmos à rainha neste início do século XXI, não há dúvidas de que se trata de Elizabeth II do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, também rainha do Canadá, Austrália, Nova Zelândia e mais tantos outros países que um dia integraram o império colonial britânico.

Há hoje no mundo outras soberanas, mas, com toda certeza, é ela a maior representante do sistema monárquico. Decana dos soberanos europeus, nos seus extraordinários 65 anos no trono viu o mundo se transformar. Poucos chefes de Estado tiveram a chance de ter a seu lado, num mesmo reinado, o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill (1940-1945 e 1951-1955) e o ex-presidente americano Barack Obama (2009-2017).

Símbolo da decadência do império britânico ou da reinvenção de uma história milenar, quem é essa mulher e o que é exatamente esse sistema que ela chefia e que se mantém vivo, apesar das tormentas do passado e das críticas do presente? Figura anacrônica ou eficiente funcionária a serviço de seu país?

Partindo da história da monarquia britânica e de suas instituições e rituais, esse curso pretende traçar o perfil de Elizabeth II como soberana, bem como aproximar-se de seu outro lado, o mortal, o que possui uma vida privada. Ao final, serão apresentadas as diversas faces da monarca, transformadas em personagem no cinema, no teatro e na televisão, um fato único em toda a história da monarquia.



ELEIÇÕES E INTERNET: O QUE A CAMPANHA DE TRUMP TEM A DIZER SOBRE O BRASIL EM 2018


A eleição do magnata Donald Trump para a Presidência dos Estados Unidos, em 2016, marcou uma inflexão na forma de usar a internet inaugurada por seu antecessor, Barack Obama. Enquanto o democrata ganhou notoriedade por conquistar engajamento inédito na web – levando milhões de eleitores a contribuir financeiramente com sua campanha –, o republicano ficou conhecido pela propagação de notícias falsas, utilização maciça de robôs e abordagem seletiva de eleitores com a ajuda de perfis psicológicos traçados a partir de cliques no Facebook.

Nesse encontro pretende-se debater, no plano da teoria, a relação entre internet e democracia e, mais especificamente, entre internet e campanhas eleitorais, para depois analisar essas duas experiências americanas, ambas com bons resultados nas urnas. Serão abordados ainda dados sobre os pleitos de 2014 e 2016 no Brasil. Ao fim, a intenção é produzir uma reflexão conjunta sobre as expectativas para as eleições brasileiras de 2018.



O BEM VIVER E AS ALTERNATIVAS AO PROGRESSO COMO O CONHECEMOS


Perseguido por governos à direita e à esquerda do espectro político, o desenvolvimento econômico não apenas foi incapaz de acabar com as desigualdades sociais, como está colocando em risco a sobrevivência dos seres humanos na Terra. Em um mundo com recursos naturais finitos, é impossível imaginar que todos cresçam indefinidamente. Para que os demais países alcancem os padrões de produção e consumo das nações ditas desenvolvidas, apenas um planeta não seria suficiente. Mas qual a alternativa? Para muitos, a resposta está no Bem Viver, filosofia defendida pelo equatoriano Alberto Acosta e que encontra inspiração em práticas indígenas sul-americanas.

Nesse encontro, organizado pela CASA DO SABER RIO em parceria com a Escola Parque, o professor Leonardo Boff debaterá com o gestor de sustentabilidade da escola, Carlos Alberto Nascimento, sobre os princípios do Bem Viver e a superação da noção atual de progresso.      


22 DE AGOSTO > TERÇA, ÀS 19H30, NO AUDITÓRIO DA LIVRARIA DA TRAVESSA DO BARRASHOPPING
29 DE AGOSTO > TERÇA, ÀS 19H30, NA CASA DO SABER RIO

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