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GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | OS SOFRIMENTOS DO JOVEM WERTHER , DE JOHANN WOLFGANG VON GOETHE


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro, analisaremos sob a perspectiva filosófica o romance epistolar de Goethe, uma história de amor que nos revela que a vida só pode ser efetivamente guiada pelas emoções e que encarna a ideia romântica de que é legítimo “morrer por amor”.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | A DIVINA COMÉDIA , DE DANTE ALIGHIERI


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Nesta aula, veremos o tema do amor em A divina comédia, escrita por Dante Alighieri na Idade Média, quando este sentimento se manifestava na valorização da “musa inspiradora” pela poesia dos trovadores.



OS LUSÍADAS E A EPOPEIA DE CAMÕES


Na literatura clássica, as grandes narrativas sobre feitos heroicos ficavam a cargo do gênero épico, ou epopeias. Aspectos históricos e míticos confundem-se na construção de poemas gloriosos que configuraram a consolidação cultural de diferentes nações.

Em Os Lusíadas, obra-prima de Luís Vaz de Camões, a história de Portugal é contada a partir das grandes descobertas, da vitória dos navegadores sobre os fenômenos desconhecidos dos oceanos, sobre sua coragem e destreza em países de culturas diversas e ignoradas, além do drama do amor que submete os homens.

Ao longo de três encontros, revisitaremos os episódios mais emblemáticos da epopeia camoniana, discutindo sua importância na literatura clássica e seu elogio ao povo português.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | ANNA KARENINA , DE LIEV TOLSTÓI


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro, veremos como a relação entre Anna e Vronsk, assim como a narrativa sobre todas as personagens que marcam este grande clássico, são de suma relevância e atualidade, principalmente levando em conta as relações de gênero e classe e seus efeitos na esfera privada.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | ROMEU E JULIETA , DE WILLIAM SHAKESPEARE


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro discutiremos como o romance entre os amantes de Verona transformou-se no mito fundador do amor para nossa cultura, através de seu enquadramento político.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | O ADEUS, DE FRIEDRICH VON SCHLEGEL


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro, veremos, como afirmou Friedrich von Schlegel, que o Romantismo não só se propunha à dissolução e à mistura dos gêneros literários e das ideias de beleza como buscava a fusão entre a vida e a poesia. E mais: socializar a poesia."



AMOR EM TEMPOS DE ÓDIO


Em tempos onde os extremismos estão cada vez mais aflorados, como podemos compreender o amor? A partir de um diagnóstico acerca da expansão atual de discursos de ódio nas redes sociais, o curso irá explorar o tema do amor na filosofia e na literatura ocidentais.



A MODERNIDADE, O AMOR E A CULTURA NO PENSAMENTO DE ZYGMUNT BAUMAN


Ao dedicar a vida a denunciar o individualismo e a desigualdade de uma sociedade complexa e fragmentada, Zygmunt Bauman deixou um legado imensurável para o pensamento contemporâneo. Resistente ao termo “pós-modernidade”, ele trouxe à tona uma perspectiva crítica – sintetizada por ele no conceito de “modernidade líquida” – que desvela a fluidez das relações culturais, amorosas e também do próprio Estado-Nação, onde impera o descomprometimento com uma lógica comunitária e colaborativa.

Nesse curso, serão apresentados três importantes eixos da obra do sociólogo polonês, um dos mais importantes intelectuais do século XXI.



O "DESPERTAR" EM PROUST E KAFKA


O escritor francês Marcel Proust começa sua grande obra literária pela experiência do despertar. Em sua busca do tempo perdido, a passagem do sono à vigília representa a possibilidade de lembrar do passado infantil a partir do presente em que está o narrador adulto. Tal experiência instantânea de suspensão da ordem do tempo fez com que o filósofo e crítico literário Walter Benjamin o relacionasse à história.

Também no começo do século XX, outro autor começava duas obras fundamentais pelo acordar. Trata-se do tcheco Franz Kafka. A metamorfose e O processo têm seu início de manhã, quando se deflagra a passagem do estado de normalidade a um estado de estranheza na condição do protagonista. Este curso tratará do “despertar” em Proust e Kafka.