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DA TRAGÉDIA ANTIGA AO DRAMA MODERNO


Desde a sua origem, na antiguidade grega, a forma dramática revela a tragédia humana. Nas peças de Ésquilo e Sófocles, com heróis exemplares como Orestes e Édipo, vemos o ser humano exercitar a liberdade de agir até mesmo diante de um destino inexorável. Nos primórdios da modernidade, as peças de Shakespeare nos mostram o peso da reflexão subjetiva, que gera, por exemplo, a melancolia de seu famoso Hamlet. Na virada do século XIX para o XX, a capacidade tanto de agir livremente quanto de refletir e dialogar eficazmente é suspensa, em especial a partir de Tchekhov. No ápice dessa “crise do drama”, Beckett nos apresenta a suspensão da ação e do diálogo numa potente cena teatral.



O CUIDADO DE SI


Na Antiguidade greco-romana havia grande interesse por um tema negligenciado pelos filósofos modernos, mas que tem sido retomado na contemporaneidade: o cuidado de si. Epiméleia heatou para os gregos ou cura sui para os romanos, trata-se de importante dimensão da atividade filosófica, sendo, para alguns pensadores, o objetivo fundamental da filosofia. Michel Foucault se interessou em resgatar essa antiga arte de viver, promovendo um olhar diferente sobre a relação entre sujeito e verdade e sugerindo uma maneira diversa de pensar e viver o aperfeiçoamento de si. O que filósofos como Sócrates, Sêneca, Marco Aurélio, Epiteto e Epicuro têm a nos ensinar sobre a maneira como, na atualidade, cada um de nós tem exercido a relação consigo mesmo e com o mundo?



MITOLOGIA E CINEMA


A proposta do curso é trabalhar com alguns desdobramentos da mitologia grega no cinema de arte moderno. Pensar o modo como cineastas inventivos recriaram, à luz de questões candentes de seus momentos históricos, o rico imaginário mítico legado ao Ocidente pela Antiguidade arcaica. Material fabular que foi retrabalhado também pelos tragediógrafos da Grécia clássica e que, através dos séculos, vem sendo uma fonte inesgotável de iluminação para psicanalistas, artistas, filósofos.



O PENSAMENTO DE SANTO AGOSTINHO


O curso apresenta, de forma introdutória, o pensamento de Agostinho de Hipona (345-430). Nascido em Tagasta (hoje Souk-Ahras, Argélia), converteu-se ao Cristianismo em 386, renunciando a uma brilhante carreira de professor de Retórica. Sua obra, que marca a passagem entre a Antiguidade e o Cristianismo, estabeleceu a base do homem ocidental.



CORRUPÇÃO


A corrupção é um fenômeno político e social com o qual convivemos diariamente. Escândalos acumulam-se nas primeiras páginas de jornais; governantes e opositores trocam acusações sobre desvios de verbas públicas; manifestantes pedem seu combate em protestos em todo país. Longe de ser uma novidade contemporânea, existem registros de casos de corrupção que remontam à Antiguidade, e até os dias atuais, ela vem se instalando nas instâncias de poder dos quatro cantos do mundo, sob as mais diversas formas.

Para falar sobre o assunto, a CASA DO SABER RIO O GLOBO recebe o advogado Renan Flumian, coautor de Dr. Corrupção, e o jornalista Chico Otávio, coautor de Os porões da contravenção. Afinal, o que é a corrupção? De que formas ela se apresenta? Como vem se entranhando nos Estados – do Brasil e do mundo?



INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DA ARTE


O curso oferece uma introdução ao universo da história da arte ocidental a partir de aspectos artísticos desenvolvidos da Pré-História à Antiguidade. Em aulas fartamente ilustradas, as análises abrangerão das pinturas das cavernas ao legado do antigo Egito, passando pelos monumentos da Mesopotâmia.



O pensamento de Santo Agostinho


O curso apresentará, de forma introdutória, o pensamento de Agostinho de Hipona (345-430). Nascido em Tagasta (hoje Souk-Ahras, Argélia), converteu-se ao Cristianismo em 386, renunciando a uma brilhante carreira de professor de Retórica. Sua obra, que realiza a passagem entre a Antiguidade e o Cristianismo, estabeleceu os fundamentos do homem ocidental.



Introdução à filosofia do Egito Antigo


O objetivo do curso é explicitar o caráter filosófico de obras produzidas no Egito antigo, problematizando a ideia de que a filosofia seria, apenas, um acontecimento grego na Antiguidade. Diante de um suporte crítico-teórico de autores como Cheikh A. Diop, Théophile Obenga, Molefi Asante e Martin Bernal, vamos apresentar o fluxo intenso de trocas entre Egito e Grécia. O destaque será o caráter filosófico dos textos de Pta-hotep, Amenemope, Merikare e Amenenhat I, que se debruçam sobre interrogações acerca da maneira como se deve viver bem com o próprio coração e sem extremos desajustes com os outros. O curso se propõe ao que, no Egito antigo, poderia ser descrito como um passeio pelo Nilo: um exercício de atravessar o rio (vida) com o barco de Thot e Maat (a filosofia).



MITOLOGIA E CINEMA


A proposta do curso é trabalhar com alguns desdobramentos modernos da mitologia grega no cinema de arte. Pensar o modo como cineastas inventivos recriaram, à luz de questões candentes de seus momentos históricos, o rico imaginário legado ao Ocidente pela Antiguidade arcaica. Material fabular que foi retrabalhado da mesma forma pelos tragediógrafos da Grécia clássica e que é fonte inesgotável de iluminação para psicanalistas, artistas, filósofos.