Busca

     

Resultado



O pensamento político ateniense: Platão, Aristóteles e Protágoras


O curso tem como objetivo discutir a forma como a participação popular nos processos de decisão foi percebida pelos principais pensadores de Atenas, considerada o berço da democracia ocidental. Platão será abordado em estreita continuidade com seu mestre, Sócrates, representando a leitura que condena de forma mais veemente esse envolvimento. Aristóteles, a despeito de também ser refratário à presença do demos na tomada de decisões, propõe formas de governo que permitem que ele seja ouvido. Protágoras, por sua vez, defende uma atuação mais forte, com base na ideia de que todas as opiniões políticas são igualmente legítimas. A abordagem desses autores pretende contribuir para reflexões acerca da participação popular no mundo contemporâneo.



Mistérios do tempo


O tempo existe? Se sim, qual é a sua natureza? – perguntou Aristóteles em sua Física. Pensadores de diferentes épocas e origens se debruçaram sobre a temática do tempo, chegando a variadas teorias, ora definindo-o como uma sucessão de momentos relacionada aos movimentos do céu, ora como algo intrinsecamente ligado à relação do homem com a realidade e com a sua consciência. Esse curso propõe um panorama filosófico sobre o tempo em diversos aspectos, com ênfase nas especulações ontológica e psicológica. Serão problematizadas e analisadas as relações entre passado, presente e futuro à luz de Platão, Aristóteles, Santo Agostinho, Henri Bergson, Martin Heidegger, Gilles Deleuze, Walter Benjamin e de Exu.



A filosofia explica as grandes questões da humanidade


O homem é livre? Deus existe? O que é um comportamento ético? Muitas das questões que acompanham e instigam o homem ao longo dos tempos são temas de A Filosofia Explica as Grandes Questões da Humanidade, best seller recém lançado que é fruto de quase uma década da experiência bem-sucedida do curso Grandes Questões da Humanidade, da Casa do Saber em São Paulo. Clóvis de Barros Filho e Júlio Pompeu apresentam a filosofia encarnada na vida, com humor e exemplos cotidianos sem, no entanto, abrir mão da fidelidade às ideias centrais de pensadores como Platão, Aristóteles, Hobbes, Maquiavel, Nietzsche e Foucault.



ASPECTOS FUNDAMENTAIS DA TRAGÉDIA GREGA


Este curso aborda a proposta de filosofia da tragédia de Aristóteles (Poética) e analisa as tragédias sob dois aspectos fundamentais: estrutura e conteúdo. O gênero poético abarca quatro espécies: poema lírico, épico, cômico e dramático. Cada uma dessas espécies possui características próprias que as distinguem umas das outras. No caso do poema dramático, o elemento central é o enredo trágico. Para que ele provoque as emoções catárticas (temor e piedade), o dramaturgo deve estruturar a sua narrativa de acordo com a fórmula dramática de reviravolta, reconhecimento e calamidade. Em outras palavras, a história deve provocar uma tensão no espectador e, ao mesmo tempo, uma expectativa pela solução. Assim, invariavelmente, a peça apresenta, logo no começo, o problema; em seguida, há um reconhecimento da causa do problema; e, por fim, uma morte. Será abordado um de seus aspectos estruturais (o tempo) e também dois aspectos do seu conteúdo: a caracterização do herói e o embate entre ele e o seu antagonista; e o crime. As peças trágicas são marcadas, em sua maioria, por mortes violentas e por crimes entre membros de uma mesma família. A preferência por esse tipo de história está relacionada ao objetivo de mexer com as emoções do espectador. É chocante “testemunhar” a ação de um pai que mata a própria filha (Ifigênia em Aulis) ou de uma esposa que mata o marido (Agamêmnon).



ARISTÓTELES E FREUD INTERPRETAM SERIADOS AMERICANOS II


Em bem-sucedido curso realizado em janeiro deste ano, o professor Felipe Pena analisou seriados como Friends, Mad Men, House, Modern Family e Breaking Bad, desenvolvendo a ideia de que eles carregam estratégias narrativas articuladas há mais de dois mil anos. O novo curso toma como objeto de análise os seriados Homeland, The Walking Dead, The Newsroom e Lost para mostrar como eles se apropriam da metodologia proposta por Aristóteles na obra A arte poética. Ao mesmo tempo, utiliza conceitos freudianos com a finalidade de examinar a densidade dos personagens e propor algumas hipóteses para a empatia do público com seus dramas e suas situações cômicas.