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História da arte

Esse curso oferece um percurso pela história da arte, partindo da arte islâmica até o Renascimento. Ao longo de quatro aulas fartamente ilustradas, será apresentada a arte da Idade Média, com os principais exemplos do românico e do gótico e o legado de seus grandes mestres.



Pensadores

Em seu tradicional ciclo Pensadores, a CASA DO SABER RIO reúne destacados professores para a apresentação dos aspectos mais relevantes do pensamento de alguns dos principais filósofos e humanistas do Ocidente.

Os autores serão analisados segundo o contexto de sua obra, sua biografia e sua contribuição para a história do pensamento. Nessa edição, seguiremos de Hegel a Deleuze, em dez aulas semanais que poderão ser acompanhadas do início ao fim, em sua totalidade, ou de maneira independente, em aulas avulsas.

AULA AVULSA: R$ 130,00
5 AULAS: R$ 555,00 - 3 PARCELAS DE R$ 185,00
10 AULAS: R$ 1035,00 - 3 PARCELAS DE R$ 345,00

*Para compras de aulas avulsas e pacotes, ligar para 2227 2237.



Quatro governantes que mudaram o Brasil

Ao longo da história do Brasil, algumas administrações foram mais capazes do que outras de imprimir mudanças que alterassem o destino do país. Produto da iniciativa e da visão de progresso do líder ou obra do acaso, tais mudanças, mesmo quando interrompidas pelos governos seguintes, provocaram um rearranjo na estrutura política e administrativa do Estado que se refletiu nos rumos da sociedade. Se outros momentos foram importantes, pode-se dizer que o período em que D. João VI reinou no Rio de Janeiro foi definitivo para o processo da independência brasileira. Durante o longo reinado de D. Pedro II, o Brasil consolidou sua unidade, desenvolveu a arte, a cultura e os estudos históricos, respeitou a liberdade de imprensa e de opinião, enfrentou a maior guerra que já houve no continente e se impôs diante do mundo como a única nação estável da América do Sul - mas a última a abolir a escravidão.

O presidente Rodrigues Alves (1902-1906) atuou decisivamente para recuperar para o Brasil o prestígio perdido com a queda da monarquia. Seus esforços envolveram a remodelação do Rio de Janeiro, o combate às epidemias, uma política externa hábil e corajosa e a obtenção do primeiro cardinalato para o Brasil. Sabendo cercar-se de homens competentes como o Barão do Rio Branco, o epidemiologista Oswaldo Cruz e o prefeito Pereira Passos, seu governo representou, de fato, a entrada do Brasil no século XX.

Na superação do que foi o liberalismo da República, o primeiro governo Vargas (1930-1945), caracterizado pelo autoritarismo, representou, no entanto, o momento da industrialização e da adoção dos direitos dos trabalhadores. O nacionalismo da fase autoritária se expressaria na luta pela independência brasileira frente ao progressivo poder dos Estados Unidos, que marcou o segundo governo Vargas (1951-1954).



Os limites da arte no espaço urbano

Até onde podem ir as expressões artísticas nas ruas e praças? Os imóveis podem ser convertidos em telas? O que é passageiro e o que é permanente na arte urbana e suas consequências práticas e jurídicas? Como compreender obras efêmeras? Qual o valor desta arte (como, por exemplo, o grafite de Basquiat, Bansky e Keith Haring)? De que maneira é possível equacionar a tríade liberdade de expressão, integridade da obra e o Direito de propriedade?

Neste encontro, o advogado Gustavo Martins de Almeida apresentará, a partir da experiência de outras cidades no mundo (como a polêmica ocorrida recentemente em São Paulo), um panorama contemporâneo da arte urbana no Rio de Janeiro, abordando as criações perenes e as momentâneas – como monumentos, grafite, flashmobs, fogos de artifício e esculturas de areia, bem como a legislação aplicável e decisões judiciais.



EDUX
O que ler para crianças de 2 a 3 anos? Os pequenos são grandes leitores. Como potencializar isso?  

O EDUX é o ponto de encontro de todos aqueles que lidam com a infância. Professores, pais, assistentes sociais, arte-educadores, bibliotecários, escritores, ilustradores, psicólogos, fonoaudiólogos, pesquisadores, entre tantos outros profissionais, terão uma programação especial em nosso espaço, uma parceria da CASINHA DO SABER com o LER Instituto.

Neste encontro: são histórias narradas, livros-brinquedos, pano, pelúcia ou com palavras soltas? O que as crianças que já começaram a falar e articular as ideias verbalmente precisam e querem para ampliar seu imaginário e acervo de expressões?

Parceria:

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A vida que vira arte

A literatura, como qualquer outra forma de expressão artística, sempre é, em alguma medida, confessional. Um autor só atinge o universal quando é subjetivo, quando elabora uma experiência que o tocou, que o marcou. A subjetividade, no entanto, não garante que ele conseguirá sair da própria alma para chegar ao mundo lá fora, pois não há, nem de longe, uma ponte que leve, automaticamente, do umbigo ao universo. Mas sempre que essa ponte é construída, a literatura mostra que pode ser a filosofia que sabe dançar, a metafísica com jogo de cintura, a psicologia com histórias para contar, capaz de oferecer seus olhos para que vejamos melhor dentro de nós mesmos.

A partir de seis autores clássicos e de uma experiência pessoal, esse curso propõe um estudo sobre o que é verdade e o que é invenção na literatura, indicando como a realidade, a fantasia e a interação com outras obras podem virar romance. Além disso, pretende-se observar por que tipo de processos de transformação passam determinados eventos até virarem letra



O ressentimento: mal e superação

Enquanto Descartes considerava os afetos irracionais e incompreensíveis, Spinoza dizia que quando um afeto é compreendido, superam-se sua passionalidade e o seu poder de diminuir a potência do sujeito. Ou seja, a compreensão de um afeto passivo seria, por si só, um afeto ativo. Assim, quanto mais nos compreendemos, mais nos transformamos em nosso modo de nos afetar. Freud apontou que os afetos passivos têm uma coerência própria inconsciente que pode ser revelada.

Foi Nietzsche quem localizou no afeto passivo do ressentimento o cerne de todos os demais afetos ruins, deletérios e degradantes; afetos, antes de tudo, pessoais e relacionais e, por conseguinte, coletivos e sociais. E relacionou o ressentimento à culpa. Por sua vez, Winnicott elucidou a gênese da culpa no desenvolvimento emocional do ser humano, dissociando-a da doutrina cristã. Nesse curso busca-se compreender a gênese do ressentimento com a ajuda das ferramentas teóricas e conceituais de Spinoza, Nietzsche e Winnicott.



As "escolas cinematográficas"

Este curso apresentará uma introdução às principais “escolas cinematográficas” e suas características: o cinema clássico americano, o neorrealismo italiano, o cinema psicológico sueco, a nouvelle vague francesa, o cinema novo brasileiro, o cinema político do leste europeu, o novo cinema independente americano. Também abordará as séries de televisão, um formato que cada vez mais atrai roteiristas e diretores aclamados da Sétima Arte. Todas as aulas contarão com exibição de trechos de filmes relacionados ao tema.



Como ler fotografias

Desde sua invenção, no século XIX, jamais a fotografia foi tão utilizada como hoje. Se houve um formidável avanço tecnológico ao longo do tempo, os princípios da boa fotografia permanecem, no entanto, como nos primórdios. Em três aulas, vamos abordar a composição dos elementos no quadro, a luz que dá vida à imagem e o momento certo para pressionar o obturador. Na quarta aula, vamos a campo com smartphones para colocar os três princípios em prática.



Antropofagias

Inspirado nos ritos do canibalismo Tupi, o escritor Oswald de Andrade escreveu, em 1928, o Manifesto Antropófago, marcando profundamente o pensamento estético e social brasileiro. O texto foi objeto de releitura em vários momentos, desde o Teatro Oficina, de Zé Celso, passando pelos tropicalistas, até os artistas e curadores dos anos 90, no contexto denuncista e melancólico da globalização presente na 24ª Bienal “Antropofágica” de São Paulo. De antídoto a veneno, há quem aposte que a antropofagia se tornou ideologia datada e reapropriada de forma repressiva e reversa. Porém, o conceito segue vivo, ativo e múltiplo, sendo reinventado, por exemplo, no âmbito das políticas identitárias de gênero e de sexualidade.

O objetivo desse curso é revisitar as origens desse conceito em Montaigne, investir sobre o projeto modernista oswaldiano (e seus interesses pelos mundos indígenas e pela psicanálise) até suas transformações no teatro, no cinema e nas artes visuais brasileiras, de modo a investigar a pertinência e permanência de seu potencial em suas diferentes versões.



A rua como fonte

Desde os anos 70, as ruas são, para o ator e diretor teatral Amir Haddad, fonte de aprendizado e de saberes. Nas ruas, ele descobriu a linguagem de sua arte e a potência para um teatro vivo, que conta histórias do povo, para o povo, com o povo. É da riqueza e da complexidade da rua que são feitos seus diálogos – em cena e fora dela. E é a soma dessas experiências que torna Amir um dos criadores mais importantes do cenário teatral brasileiro, fundador de um grupo que se tornou referência no país: o Tá na Rua.

A CASA DO SABER RIO convida a todos para que, juntos, possamos ouvir o que pensa e sente esse mestre-timoneiro, sábio-bufão, homem de sorriso largo e sobrancelhas fartas. A pauta será a arte e a vida –de que forma ele enxerga as relações entre elas tendo o teatro como elo e o que pode nos dizer sobre o tempo em que vivemos.

O saber da rua está convidado a ocupar a CASA. E a nos ocupar. Esse é o desejo desse encontro – real, como tudo o que tá na rua.



Mitologia e cinema

A proposta do curso é trabalhar com alguns desdobramentos da mitologia grega no cinema de arte moderno. Pensar o modo como cineastas inventivos recriaram, à luz de questões candentes de seus momentos históricos, o rico imaginário mítico legado ao Ocidente pela Antiguidade arcaica. Material fabular que foi retrabalhado também pelos tragediógrafos da Grécia clássica e que, através dos séculos, vem sendo uma fonte inesgotável de iluminação para psicanalistas, artistas, filósofos.



A evolução da voz cantada

O objetivo desse curso é acompanhar a evolução do canto, desde os primórdios do dito belcanto até o belting do teatro musical moderno, identificando as sonoridades vocais em cada período histórico e as diferentes ressonâncias surgidas através dos anos. Serão apresentadas as características que diferenciam vocalmente uma música do século XVII de uma do século XIX, para que se entenda o som vocal da música erudita. Por meio dos diferentes tipos de canto referentes aos vários estilos de época, será mostrado um novo ponto de vista sobre uma certa música e o estilo musical a partir do fraseado vocal. Alguns exemplos serão dados ao vivo, com piano elétrico e voz.



EDUX
Aperte o F5! Como fugir da mesmice e atualizar nossos projetos de leitura para crianças?  

O EDUX é o ponto de encontro de todos aqueles que lidam com a infância. Professores, pais, assistentes sociais, arte-educadores, bibliotecários, escritores, ilustradores, psicólogos, fonoaudiólogos, pesquisadores, entre tantos outros profissionais, terão uma programação especial em nosso espaço, uma parceria da CASINHA DO SABER com o LER Instituto.

Neste encontro: Todo ano tem projeto de leitura. Alguns permanecem os mesmos, ano após ano. A palavra-chave do nosso tempo é fluidez. Será que os projetos de leitura das escolas estão alinhados com a contemporaneidade? Com questões pertinentes? Grandes contribuições? Quais as tendências e as inovações no campo da leitura? Como apertar o F5 na minha prática?

Parceria:

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Oficina de memória e arte

Recolher cartas de amor, desenhos da infância, cadernos com anotações feitas há muito tempo, fotografias de família. Retirá-los do fundo de uma gaveta. Recortar, colar, pintar, bordar e conferir a eles novos sentidos e novas formas. Esse exercício mnemônico e criativo está por trás da obra da multifacetada artista plástica Analu Prestes. Também atriz, figurinista e cenógrafa, Analu propõe, ao longo dos três encontros dessa oficina, que cada aluno* vivencie um mergulho nas próprias recordações, transformando-as em novos objetos-subjetivos.

*É necessário que os alunos levem para os encontros tesoura e cola branca.



História da arte

Esse curso pretende fará um percurso entre o Alto Renascimento a obra de Leonardo da Vinci, Rafael Sanzio e Michelangelo, para coroar a arte do Renascimento. Muito poderá ser discutido e apresentado em aulas fartamente ilustradas.



Uma ode a Gullar

“A morte é o nada.” Assim definia o fim da vida o poeta, crítico de arte, letrista, ilustrador e dramaturgo Ferreira Gullar, morto em dezembro de 2016, em sua última entrevista. Em conversa com o poeta Affonso Romano de Sant’Anna narrada no ensaio que fecha esta edição da revista da CASA DO SABER RIO, Gullar despejou: “Recuso-me a aceitar a morte.”

Professor da CASA DO SABER RIO desde sua fundação, Ferreira Gullar e sua trajetória voltam à cena em uma série de encontros em sua homenagem. O primeiro, com o poeta Affonso Romano de Sant’Anna, resgatará os 50 anos da amizade dos dois, trazendo à tona conflitos amorosos, cisões nos movimentos literários brasileiros e mudanças no pensamento crítico e político do poeta. Porque “onde houvesse possibilidade de mudança, lá estava o Gullar”, afirma Sant’Anna no citado ensaio, para advertir em seguida: “Minha fala estará cheia de fantasmas queridos. Estou chegando aos 80 e já vi coisas que nem Deus duvida...”