Busca

     

Resultado



ARTE NA CHINA


Esse curso oferece um panorama sobre a arte na China e seus conceitos particulares. Por meio de uma viagem virtual por diferentes regiões do Império do Meio, com aulas fartamente ilustradas, muito poderá ser absorvido dessa arte milenar que envolve papel, caligrafia, pintura, escultura, porcelana, entre outros gêneros, e hoje é destacada no cenário da arte contemporânea.



GRANDES VOZES DO FADO – AMÁLIA RODRIGUES, MÍSIA, CARLOS DO CARMO E MARIZA


Os primeiros indícios da existência do fado com um sentido mais próximo ao da música são identificados na primeira metade do século XIX. Desde então o gênero vem se constituindo como o mais importante símbolo da cultura portuguesa.

O curso propõe apresentar, ao longo de dois encontros, uma breve história do fado e um panorama da vida, da obra e do legado de quatro nomes emblemáticos do gênero musical: Amália Rodrigues, Mísia, Carlos do Carmo e Mariza, considerados expoentes máximos do fado e da música portuguesa.



JANE AUSTEN E O FEMINISMO


A escritora inglesa Jane Austen (1775-1817) é conhecida por suas histórias de amor – em Orgulho e preconceito, por exemplo, ela criou um dos casais mais famosos da literatura: Elizabeth e Darcy. Mas, nos seis romances que escreveu, tratou também de um tema mais que nunca atual: a condição de dependência da mulher. Suas heroínas, por meio de seus gestos desafiadores e, às vezes, pelo que não ousaram fazer, revelam as restrições impostas por uma sociedade que praticamente só apontava o casamento como opção de vida para a mulher.



ARTE E NIILISMO: ETERNIDADE FRÁGIL


A relação entre arte e verdade (arte e filosofia) remonta às origens do pensamento grego e às críticas feitas por Platão aos limites estruturais das artes miméticas. Saber o quanto a arte poderia dizer a verdade acerca dos entes marcou a filosofia, desde Platão. Esse, porém, foi apenas um primeiro passo, logo seguido por muitos outros. Acolhendo os impulsos oriundos do horizonte platônico de consideração da verdade das obras de arte, a relação entre arte e verdade atravessou um largo campo de problematização que caracterizou tanto o período helenista quanto a Idade Média.

Pensar a noção de imitação e a verdade da imitação alimentou um conjunto enorme de esforços da tradição e se transformou em tarefa primordial no interior, por exemplo, da arte sacra. No entanto, foi somente com os desdobramentos do pensamento moderno que tal relação passou a se inscrever no âmbito da questão da ligação entre verdade e história, entre verdade e tempo histórico. Com isso, surgiu aí simultaneamente a possibilidade de pensar a arte segundo dois paradigmas estruturais: ou bem como expressão do tempo, ou bem como o lugar do acontecimento mesmo do tempo.

Acompanhar a passagem de uma a outra será a tarefa primordial desse curso. Não para ficar apenas no plano da reconstrução da relação entre arte, verdade e história, mas para sondar o quanto a arte dá voz à medida do tempo, de qualquer tempo, do nosso tempo.



DUCHAMP, O INVENTOR DOS READY-MADE


O francês Marcel Duchamp está no centro da “vertente conceitual” da arte moderna, aquela que passa por Dadaísmo, arte conceitual e pop art e chega até ao que denominamos arte contemporânea: um tipo de arte que, geralmente, solicita uma experiência de natureza cognitiva e analítica, onde o espaço é entendido como interiorizado.

Cinquenta anos após sua morte, a obra de Duchamp se mostra potente e atual, despertando paixões e questionamentos. Apoiado num vasto conjunto de imagens, o curso apresentará a trajetória desse fascinante personagem do século XX.



COMO LER FOTOGRAFIAS, DA TEORIA À PRÁTICA


Desde sua invenção, no século XIX, jamais a fotografia foi tão utilizada quanto hoje. Se houve um formidável avanço tecnológico ao longo do tempo, os princípios da boa fotografia permanecem, no entanto, como nos primórdios dessa arte. Em três aulas, abordaremos a composição dos elementos no quadro, a luz que dá vida à imagem e o momento certo para pressionar o obturador. Na quarta aula, vamos a campo com smartphones para colocar os três princípios em prática.



ESTRATÉGIAS DE NEGOCIAÇÃO & GESTÃO DE CONFLITOS


Negociações e conflitos fazem parte do dia a dia, tanto no ambiente pessoal quanto no corporativo. Desde pequenas concessões a filhos e cônjuges até grandes acordos empresariais dependem de habilidades essenciais, que vão muito além de táticas de barganha. Muitos evitam negociar por se sentirem inseguros ou por acharem que precisarão escolher entre buscar um bom resultado ou manter o relacionamento. Acabam desperdiçando boas oportunidades de colaborar com o outro e de encontrar soluções criativas, que poderiam deixar ambos os lados mais satisfeitos do que imaginavam, inclusive fortalecendo a relação.

Esse curso visa mudar a forma como os participantes enxergam a negociação, quebrando o mito de que é preciso ser durão para conseguir bons acordos e de que a colaboração entre adversários é utópica. Através de conteúdo prático, estudos de caso e intensas discussões, os participantes sairão mais seguros para estruturar estratégias adequadas a diversos cenários, preparar-se de forma eficiente e rápida para cada negociação, criar empatia, lidar com diferentes perfis de negociadores e utilizar corretamente táticas de negociação.

Tópicos que serão abordados neste worshop:

CRIAÇÃO DE VALOR E PREPARAÇÃO Abordagem na negociação (transacional x colaborativa); criação de valor; preparação (mapeamento das partes, interesses, alternativas); exemplos e estudos de caso.

EMPATIA, COMUNICAÇÃO E EMOÇÕES Empatia, conexão entre as partes; identificação do perfil do interlocutor; gestão de conflitos (lidando com emoções e pessoas difíceis); exemplos e estudos de caso.

PERSUASÃO E TÁTICAS DE NEGOCIAÇÃO Persuasão; escolha de níveis de ancoragem; táticas na mesa de negociação; exemplos e estudos de caso.



GRACILIANO RAMOS E OS 80 ANOS DE VIDAS SECAS


Os anos 1930 marcaram um corte não apenas na estrutura da sociedade brasileira, mas também na literatura. Novos autores retrabalharam a herança modernista e, mesclando política e literatura, inseriram no imaginário nacional uma nova região: o Nordeste. Se entre eles o mais famoso é Jorge Amado, o grande mestre é Graciliano Ramos.

Há 80 anos (1938) era publicado o último dos romances de Graciliano: Vidas secas, livro que fecha e coroa o chamado “romance da seca”. Como e por que esse livro se distingue de “antecessores ilustres” como A bagaceira, de José Américo de Almeida, O quinze, de Rachel de Queiroz, e Os Corumbas, de Amando Fontes? Que nos diz – hoje – esse livro, que se tornou um clássico?



AS VÁRIAS “PESSOAS” DE FERNANDO PESSOA


Em 2018 são celebrados os 130 anos do nascimento de um dos maiores poetas do século XX, Fernando Pessoa, ou ainda Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares - todos desdobramentos do seu “eu” poético. Esta tendência marcante e inovadora, que foi a característica da heteronímia, faz da sua obra um dos maiores contributos para a literatura portuguesa e mundial.

Ao longo de três encontros serão apresentados os aspectos mais importantes da vida e da obra de Fernando Pessoa, o movimento modernista na poesia portuguesa, o escândalo da publicação da revista Orpheu e a sua amizade com Mário de Sá-Carneiro.