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O TRÁGICO EM SHAKESPEARE


A intenção do curso é estudar as diferentes concepções do trágico que são configuradas quando se comparam duas tragédias de Shakespeare: Hamlet e Otelo. Será apresentado um contexto histórico de Shakespeare e, especificamente, a origem e as características do teatro elisabetano. As abordagens das peças evidenciarão temas da poética da tragédia e da filosofia do trágico, tais como o conflito entre liberdade e necessidade, o efeito (catarse), o terror e o destino.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | OS SOFRIMENTOS DO JOVEM WERTHER , DE JOHANN WOLFGANG VON GOETHE


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro, analisaremos sob a perspectiva filosófica o romance epistolar de Goethe, uma história de amor que nos revela que a vida só pode ser efetivamente guiada pelas emoções e que encarna a ideia romântica de que é legítimo “morrer por amor”.



QUANDO A ARTE É GENIAL


O que faz com que o encantamento de uma obra de arte perdure? O que torna uma obra de arte verdadeiramente importante e memorável? O que transforma um simples trabalho artístico em obra de arte? Nesse curso analisaremos através de quatro eixos temáticos - a expressão, a beleza, o drama e a narrativa - estas questões na prática ao selecionarmos exemplos de pinturas e esculturas de várias épocas e regiões do mundo.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | A DIVINA COMÉDIA , DE DANTE ALIGHIERI


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Nesta aula, veremos o tema do amor em A divina comédia, escrita por Dante Alighieri na Idade Média, quando este sentimento se manifestava na valorização da “musa inspiradora” pela poesia dos trovadores.



OS LUSÍADAS E A EPOPEIA DE CAMÕES


Na literatura clássica, as grandes narrativas sobre feitos heroicos ficavam a cargo do gênero épico, ou epopeias. Aspectos históricos e míticos confundem-se na construção de poemas gloriosos que configuraram a consolidação cultural de diferentes nações.

Em Os Lusíadas, obra-prima de Luís Vaz de Camões, a história de Portugal é contada a partir das grandes descobertas, da vitória dos navegadores sobre os fenômenos desconhecidos dos oceanos, sobre sua coragem e destreza em países de culturas diversas e ignoradas, além do drama do amor que submete os homens.

Ao longo de três encontros, revisitaremos os episódios mais emblemáticos da epopeia camoniana, discutindo sua importância na literatura clássica e seu elogio ao povo português.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | ANNA KARENINA , DE LIEV TOLSTÓI


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro, veremos como a relação entre Anna e Vronsk, assim como a narrativa sobre todas as personagens que marcam este grande clássico, são de suma relevância e atualidade, principalmente levando em conta as relações de gênero e classe e seus efeitos na esfera privada.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | ROMEU E JULIETA , DE WILLIAM SHAKESPEARE


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro discutiremos como o romance entre os amantes de Verona transformou-se no mito fundador do amor para nossa cultura, através de seu enquadramento político.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | O ADEUS, DE FRIEDRICH VON SCHLEGEL


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro, veremos, como afirmou Friedrich von Schlegel, que o Romantismo não só se propunha à dissolução e à mistura dos gêneros literários e das ideias de beleza como buscava a fusão entre a vida e a poesia. E mais: socializar a poesia."



A SEXUALIDADE NA HISTÓRIA DA PINTURA


Esse curso irá explorar a representação do corpo nú na história da pintura e discutir exemplos contemporâneos de como ainda somos influenciados por tais representações. Será apresentado um panorama histórico que percorrerá as primeiras representações do corpo na era paleolítica, como a Vênus de Willendorf, até o Impressionismo, bem como o trabalho de grandes mestres, como Tiziano, DaVinci, Caravaggio, Rubens, Bronzino, Manet, entre outros, considerados fortes influenciadores na maneira como a sexualidade é retratada na contemporaneidade.