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Uma viagem à ópera de Wagner


Richard Wagner revolucionou o mundo da música ao formular a Gesamtkunstwerk, a obra de arte total, unindo música, teatro, canto, dança e artes plásticas. Também fundiu a arte erudita com uma temática folclórica e popular. A importância de sua obra ultrapassa a cena musical. Certamente, foi uma das grandes forças culturais do século XIX. E uma das figuras mais polêmicas desde então. O curso fará uma viagem pelos personagens e intérpretes de Wagner, de agora e do passado, como uma celebração ao seu bicentenário de nascimento.



Como vai você, geração 80?, 30 anos depois


Em julho de 1984, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage abrigou uma grande exposição com um título interrogativamente casual: “Como vai você, Geração 80?”. Ela reuniu obras de 123 artistas em uma amostra da produção variada daquele início de década, após a efervescência das Diretas Já e nos estertores da ditadura militar, que vivia seu último ano. A exposição, que evidenciou uma volta à pintura, tornou-se uma referência importante na história das artes plásticas no país. “Está tudo aí”, afirmaram os curadores da mostra, “todas as cores, todas as formas, quadrados, transparências, matéria, massa pintada, massa humana, suor, aviãozinho, geração serrote, radicais e liberais, transvanguarda, punks, panquecas, pós-modernos, neo-expressionistas (...)”. Hoje, 30 anos depois, para onde foram alguns dos artistas símbolos daquele período?



Estilhaços da Primeira Guerra nas artes


A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi o primeiro conflito moderno em escala global. As inovações tecnológicas empregadas no confronto elevaram o número de mortes e mais de 30 milhões de soldados perderam a vida nos campos de batalha. As transformações derivadas do combate foram imensas nos planos social, econômico e político. Basta pensar na Revolução Russa, em 1917, que derrubou os czares. A guerra também marcou o fim de outras três dinastias imperiais: a alemã, a austro-húngara e a turca. As artes não ficaram imunes a esse turbilhão. Muitos escritores, artistas e músicos viram os horrores de perto, como Hemingway, Apollinaire, Tolkien, Ravel, Leger, Otto Dix, Braque, Max Ernst, Kirchner, Carl Orff, Kokoschka. Alguns não sobreviveram às trincheiras. Esse ciclo reúne três professores da CASA DO SABER para discutir o impacto que a Primeira Guerra Mundial teve no campo das artes plásticas, da literatura e da música.



Revelando os arquivos fotográficos de Rosângela Rennó


Rosângela Rennó não costuma tirar muitas fotos. No entanto, ela se transformou em uma das principais referências em artes plásticas quando o assunto é fotografia, suas ressignificações e desdobramentos. Ela prefere manipular imagens e negativos feitos por outras pessoas, muitas vezes anônimas, retrabalhando a memória e, sobretudo, as ausências e faltas na memória. Em uma época em que o apelo da fotografia é onipresente, Rosângela conseguiu construir uma obra original com reconhecimento de crítica no Brasil e no exterior. Seus trabalhos estão em alguns dos principais museus de arte moderna, como o Reina Sofia (Madri), a Tate Modern (Londres), o Arts Institute of Chicago, o Guggenheim (Nova York) e o Stedelijk (Amsterdã). Ela também acaba de ganhar o prêmio de melhor foto-livro do mundo da Paris Photo-Aperture Foundation, na França, com A01 [COD. 19.1.1.43] – A27 [S|COD.23], livro sobre as fotografias de Augusto Malta furtadas do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Nesse encontro especial, Rosângela mostrará e comentará seus últimos trabalhos a partir de investigações em arquivos fotográficos e falará de sua dedicação à produção de foto-livros.



Artes plásticas e tecnologia: quem influencia quem?


As redes sociais e as ferramentas da tecnologia da informação se tornaram uma das mais importantes formas de divulgação das expressões artísticas em geral: literárias, cênicas, plásticas e cinematográficas. Porém, como se dá o caminho inverso? Até que ponto a revolução digital vem modificando e redesenhando o momento de criação das obras e a relação do artista com o próprio trabalho? Quais os frutos dessa nova troca e de que forma ela se relaciona com o público? Este é um ciclo de debates que reúne especialistas e criadores em torno de uma reflexão contemporânea. E nesse debate o tema é artes plásticas.



Picasso, um artista fundamental


Personagem dos mais destacados do século XX, Pablo Picasso teve uma das mais múltiplas e extensas trajetórias artísticas de sua geração. Foi capaz de reinventar-se inúmeras vezes dentro de sua própria obra, transitando, nas artes plásticas, pelo figurativo, pelo cubismo, pelo expressionismo, que serão analisados nas duas primeiras aulas deste curso.

A terceira aula, realizada em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil, será uma visita guiada exclusiva, às 18h, à exposição Picasso e a modernidade espanhola. Apresentando 90 obras do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, a exposição, com curadoria de Eugenio Carmona, acompanha a produção de Picasso até chegar à realização de Guernica, bem como aborda a relação do pintor com outros mestres da arte espanhola como Miró, Dalí, Gris, entre outros.



Roland Barthes, 100 anos depois


Foram muitos os interesses que guiaram a trajetória intelectual do semiólogo francês Roland Barthes (1915-1980). A literatura, a publicidade, o cinema, as artes plásticas, a moda, a fotografia, o teatro, a música, e, sobretudo, sua devoção à linguagem, fizeram dele um dos mais destacados e múltiplos pensadores do século XX, cujo legado segue atual, 100 anos após seu nascimento.

Para celebrar esse "sujeito incerto", como ele mesmo se definiu em sua aula inaugural no Collège de Paris, a CASA DO SABER RIO O GLOBO convida Ana Maria Machado, que além de ser uma das mais importantes escritoras brasileiras e membro da Academia Brasileira de Letras, foi orientanda de Barthes em Paris, onde também participou de um seleto grupo de estudos coordenado pelo semiólogo. Em um bate-papo com a pesquisadora e professora de Poética Beatriz Resende, Ana Maria Machado compartilhará a experiência vivida e suas memórias acerca de Barthes.



LAB PARA CRIANÇAS
Mas por quê? Aprendendo a fazer perguntas - Literatura e filosofia para a infância


 
Escutar e respeitar a opinião dos outros, entrar em contato com múltiplas visões para ampliar conceitos, descobrir semelhanças e diferenças no modo de pensar de cada um estimula a criança a construir argumentos e contra-argumentos, problematizar questões e potencializar a imaginação.  

Com o lema “pensar o impensável”, o laboratório Literatura e filosofia para a infância vai ouvir as crianças e devolver suas perguntas com respostas – e com mais perguntas – para ajudá-las a exercitar o diálogo.


A partir da ficção será desenvolvida a curiosidade natural dos pequenos, incentivando sua capacidade de verbalizar e desenvolver o espírito crítico diante do mundo. A literatura junto à filosofia conversará com outras linguagens, como a fotografia, o cinema, as artes plásticas, a música e a tecnologia, em quatro encontros mensais.


O saber importante do encontro do mês de abril é a coragem. Por que sentimos tanto medo de algumas coisas? Como fortalecer a minha coragem diante do que me assusta? Que personagens venceram seus medos e potencializaram o seu lado corajoso? É preciso ter medo para ter coragem?  


Duração: 1h30          



LAB PARA CRIANÇAS
Mas por quê? Aprendendo a fazer perguntas - Literatura e filosofia para a infância


 
Escutar e respeitar a opinião dos outros, entrar em contato com múltiplas visões para ampliar conceitos, descobrir semelhanças e diferenças no modo de pensar de cada um estimula a criança a construir argumentos e contra-argumentos, problematizar questões e potencializar a imaginação.  

Com o lema “pensar o impensável”, o laboratório Literatura e filosofia para a infância vai ouvir as crianças e devolver suas perguntas com respostas – e com mais perguntas – para ajudá-las a exercitar o diálogo.


A partir da ficção será desenvolvida a curiosidade natural dos pequenos, incentivando sua capacidade de verbalizar e desenvolver o espírito crítico diante do mundo. A literatura junto à filosofia conversará com outras linguagens, como a fotografia, o cinema, as artes plásticas, a música e a tecnologia, em quatro encontros mensais.


O saber importante do encontro do mês de abril é a coragem. Por que sentimos tanto medo de algumas coisas? Como fortalecer a minha coragem diante do que me assusta? Que personagens venceram seus medos e potencializaram o seu lado corajoso? É preciso ter medo para ter coragem?  


Duração: 1h30