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CLÁSSICOS DOS CLÁSSICOS: BACH, MOZART E BEETHOVEN


Quem está interessado em conhecer o universo da música clássica tem três portas de entrada seguras à sua disposição para facilitar a viagem. E quem já está envolvido com o gênero tem três portos seguros aos quais sempre retornar, não importa quão longe tenha ido. Bach, Mozart e Beethoven são ao mesmo tempo essas portas e esses portos.

Tendo vivido num período relativamente curto, que vai do nascimento de Bach, em 1685, à morte de Beethoven, em 1827, esses três compositores não apenas estabeleceram os paradigmas pelos quais julgamos esse estilo musical como exploraram à exaustão os seus limites.

O curso busca discutir, com curiosos e iniciados, o que torna esses três nomes hors-concours em listas de compositores favoritos, clássicos entre os clássicos. Para isso serão apresentados episódios de suas biografias paralelamente a exemplos de suas obras mais representativas.



TCHAIKOVSKY, STRAVINSKY E SHOSTAKOVICH


Depois de três mestres da tradição germânica (Bach, Mozart e Beethoven) e três mestres italianos (Monteverdi, Vivaldi e Verdi), é a vez de apreciar três dos grandes expoentes de outra rica escola da música clássica europeia. Tchaikovsky foi um dos maiores compositores do Romantismo – alguns diriam o maior de todos, enquanto outros, até hoje, o consideram um exagerado. O modernista Stravinsky também nunca viveu a salvo de polêmicas, mas atualmente é reconhecido como um desbravador de novos caminhos. Por fim, Shostakovich reuniu elementos pós-românticos e contemporâneos em uma forma de expressão vigorosamente pessoal. O curso busca discutir, tanto com curiosos quanto com iniciados, a obra desses três criadores russos. Para tal, serão lembrados episódios de suas biografias em paralelo a exemplos retirados de suas obras mais importantes.



MONTEVERDI, VIVALDI E VERDI


Durante boa parte da história da música, houve uma rivalidade estilística entre a escola germânica – representada por Bach, Mozart e Beethoven – e a escola italiana. Esta última encontra em Monteverdi, Vivaldi e Verdi seus três pontos mais altos. Autores de óperas magistrais, cada um desses compositores italianos tem também habilidades específicas na criação de madrigais, cantatas, sonatas para violoncelo, concertos para violino – no caso de Verdi, um réquiem espetacular.

O curso busca apresentar, tanto para curiosos quanto para iniciados, o que torna Monteverdi, Vivaldi e Verdi mestres em gêneros tão distintos. Para isso, serão apresentados episódios de suas biografias em paralelo com exemplos retirados de suas obras mais importantes, que serviram de esteio para uma produção nacional justamente orgulhosa.



BACH, MOZART E BEETHOVEN


Quem está interessado em conhecer o universo da música clássica tem três portas seguras à disposição, entradas que facilitarão a viagem. E quem já está envolvido com a música clássica tem três portos seguros, aos quais sempre retornar, não importa quão longe tenha ido. Bach, Mozart e Beethoven são ao mesmo tempo essas portas e esses portos.

Tendo vivido num período relativamente curto, que vai do nascimento de Bach, em 1685, à morte de Beethoven, em 1827, eles estabeleceram os paradigmas pelos quais julgamos a música e exploraram os seus limites.

O curso busca discutir, com curiosos e iniciados, o que torna esses três nomes hors-concours em listas de compositores favoritos, clássicos entre os clássicos. Para isso, serão apresentados episódios de suas biografias em paralelo com exemplos de suas obras mais importantes.



Indivíduo x Sociedade


Todos parecem concordar que o homem é um ser social. Porém, o que se entende por ser social? O homem é essencialmente um ser de grupos, de bandos, ou é talhado naturalmente para viver em grandes sociedades? Por que, afinal, é tão difícil ajustar os desejos individuais à vida social? Para um grande iluminista como Holbach, o que significa produzir as “virtudes sociais”? E até que ponto a saída individual de Nietzsche não contempla o social? Essas e outras questões constituem a preocupação básica desse curso, que, entre outras coisas, deseja discutir o lugar que o indivíduo ocupa no social e o social no indivíduo, buscando chegar a uma posição em que um não anule ou destrua o outro. O privado e o público: como compatibilizar esses dois polos da vida humana? Uma discussão que tem adquirido cada vez mais relevância nos últimos tempos. Para pensarmos esse tema, nada melhor do que tomar por base duas filosofias que, a despeito de parecerem tão diferentes no conjunto, em um ponto elas quase se confundem: na valorização das paixões para a produção de um homem livre do domínio da religião e da tirania.



GRANDES COMPOSITORES ALEMÃES


O termo “música clássica” só foi criado tardiamente, no século XIX, em uma tentativa de canonizar o período dourado entre Bach e Beethoven, não por acaso dois compositores alemães. Nenhum país produziu tantos expoentes da música erudita quanto a Alemanha. Em quatro aulas, o curso traçará um panorama da produção de alguns desses grandes mestres.