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O FIM DO AMOR


Como a psicanálise (com a sua subjetividade) e a justiça (com a sua objetividade) nos ajudam a atravessar o fim do amor? Em uma cultura composta por relações cada vez mais efêmeras, qual o lugar da família? E quais as consequências dessa efemeridade para a função parental?

O fim do amor é normalmente vivido como o fracasso de uma promessa, a frustração de uma esperança. Isso pode colocar o sujeito diante de uma perda sentida como irrecuperável, muitas vezes transportada para o campo da justiça.

Nesse encontro, a juíza de família Andréa Pachá e a psicanalista Sandra Niskier Flanzer abordam, à luz do direito e da psicanálise, a ruptura de relações estabelecidas a princípio para durar. A discussão será feita a partir da apresentação de casos reais em que os lugares familiares e a parentalidade ficam em questão - por exemplo, na alienação parental ou na ausência de um dos pais.



OS VIKINGS: O QUE SABEMOS SOBRE A SOCIEDADE E A HISTÓRIA DA ESCANDINÁVIA?


Os vikings, originários da região da Escandinávia (Dinamarca, Suécia e Noruega), são uma antiga civilização expansionista. Conhecidos também como nórdicos ou normandos, eles estabeleceram uma rica cultura fortemente baseada na atividade agrícola, no artesanato e em um notável comércio marítimo.

Nesse curso serão apresentados o modo de vida dos povos escandinavos antigos, sua religião, seus aspectos culturais e as principais teorias que explicam as razões de se tornarem “vikings” e promoverem expedições de pilhagem, processo que posteriormente se transformaria no movimento de colonização. Além disso, serão destacadas as viagens impulsionadas por suas tecnologias navais, que fomentaram a descoberta de novas rotas, tornando-as importantes trajetos comerciais na época.



UMA INTRODUÇÃO A KARL MARX


“Tudo o que era sólido se desmancha no ar, tudo o que era sagrado é profanado, e as pessoas são finalmente forçadas a encarar com serenidade sua posição social e suas relações recíprocas.” Essa célebre passagem do Manifesto do Partido Comunista expressa de forma sintética a visão de Marx sobre as gigantescas transformações sociais desencadeadas pelo advento do capitalismo no mundo. Suas obras abrangem a economia política, a filosofia, a história e o engajamento militante em defesa da emancipação da humanidade.

No ano de comemoração dos 200 anos de nascimento de Karl Marx, a CASA DO SABER RIO convida o cientista político Darlan Montenegro para oferecer uma breve introdução ao pensamento marxiano, com ênfase nas análises políticas produzidas pelo pensador alemão a partir de sua teoria social.



DEUSES E DEUSAS DA MITOLOGIA GREGA – APOLO, AFRODITE, HERMES, ATENÁ


Na mitologia e na religião da Grécia Antiga, os deuses representavam o mundo natural, social e humano, expressando múltiplos aspectos da vida e da morte, da criação e da destruição, do amor e do ódio, da luz e das sombras. E, dentro desse panteão, alguns eram mais significativos do que outros para a vida do homem grego. Esse curso pretende discutir os mitos em torno de alguns deuses dessa mitologia que definiam espaços simbólicos nucleares para a vida cultural, caso de Apolo, Afrodite, Hermes e Atená.



A NEUROCIÊNCIA NA ERA DA EXPERIÊNCIA


Na era da experiência, as marcas precisam atender à demanda crescente por vivências memoráveis para se manterem competitivas. Em um cenário de rápida mudança, podemos dizer que a moeda de troca da experiência é a emoção. Mas como saber se a estratégia está sendo eficiente? Como medir o impacto emocional das diferentes estratégias de marketing?

 

Em tal contexto, a neurociência ganha força, agregando metodologias e conhecimentos de base científica capazes de validar e aprimorar as ações de marketing. Trata-se de contribuição estratégica para a criação de insights que vão desde o desenvolvimento de produtos até o desenvolvimento de campanhas de comunicação.

 

Nesse encontro vamos falar sobre como o conhecimento neurocientífico pode ser usado para compreender a fundo o que toca a mente e o coração dos consumidores, com exemplos de sua aplicação para a análise de produtos e estratégias de comunicação.



INQUISIÇÕES IBÉRICAS EM PERSPECTIVA COMPARADA


A história e o funcionamento dos tribunais de Inquisição da época moderna costumam estimular debates sobre as formas de violência presentes na vida contemporânea. Falar desses temas, porém, remete a contextos específicos, tanto no campo da religião como no da política. O objetivo do curso é analisar as conjunturas que levaram à criação dos tribunais inquisitoriais na Espanha (1478) e em Portugal (1536), discutindo suas características, suas áreas de influência e seus confrontos entre os séculos XV e XVI.



DESVELANDO O CÉU NOTURNO


A palavra “desvelar” pode ser empregada com o sentido de retirar véus, esclarecer, mas também para designar o ato de passar as noites em claro. Contemplar as estrelas é, de certa forma, despir o céu de suas várias “camadas”, reconhecendo constelações, planetas, objetos celestes. O curso se propõe a identificar essa variedade de corpos que compõem o céu nas diferentes estações do ano, tanto pela observação a olho nu quanto por binóculos e telescópios. Além disso, serão apresentadas algumas das versões sobre mitos clássicos gregos e romanos que nomeiam constelações.



EM TEMPOS DE EXTREMISMOS


A última década foi marcada por uma explosão de novos meios de comunicação e de informação, criando uma imensa capacidade de conexão entre pessoas e grupos. Toda a informação produzida está disponível e o sigilo não é garantido nem mesmo para as consideradas “classificadas”, como mostram os escândalos do WikiLeaks e do Panama Papers. Essas mesmas redes tornaram-se também espaço privilegiado de “odiadores”, contribuindo para multiplicar a capacidade de exposição de um grande número de extremistas, contrários ora à globalização, ora à própria democracia e suas conquistas básicas.

Tais “extremismos” colocam hoje em questão elementos básicos da sociedade civilizada que, desde 1945, eram considerados conquistas inarredáveis da humanidade. Nossa temática é entender o que aconteceu nos últimos anos que permitiu tal estado de coisas.



MÍDIA, MENTE, CORPO E MUTAÇÕES NA CULTURA CONTEMPORÂNEA


Vivemos hoje em um mundo balizado por tecnologias que, muitas vezes, encarceram os indivíduos em seus próprios gadgets. A proposta desse curso é chamar a atenção para a urgência de se investigar os efeitos que o uso de tecnologias midiáticas pode promover na sociedade. Trata-se, assim, de revisitar Marshall McLuhan, particularmente a sua proposição de que a emergência de todo novo conjunto tecnológico implica uma reprogramação sensorial e cognitiva de corpos e mentes, além de transformações socioculturais profundas.

Assim, analisaremos práticas comuns, como o uso de celulares, a participação em redes sociais, o consumo de música e de jornalismo on-line, a adoção de aplicativos nos deslocamentos pelas cidades e os possíveis efeitos desses hábitos no pensamento, na atenção, nas sensorialidades (visualidade, audibilidade e tatilidade), no senso de privacidade, na individualidade. E também em práticas políticas, religiosas, educacionais e até mesmo nas identidades coletivas.