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O cinema por trás das telas


Com ampla experiência atrás das telas – como diretor e produtor, como superintendente da Ancine e como professor –, Alberto Flaksman estreia na CASA com um curso em que aborda as estruturas de funcionamento das indústrias de cinema no Brasil, nos Estados Unidos e na França. Além de explicar os mecanismos de financiamento, ele analisa o mercado audiovisual com suas mudanças recentes.



MIMO: Reformas urbanas e modernização de cidades   


Na segunda metade do século XIX, diversas cidades europeias passaram por profundas reformulações urbanas, adaptando-se às necessidades das metrópoles. No Brasil, esses novos padrões estéticos chegaram com força no inicio do século XX e inspiraram reformas que remodelarem alguns de seus principais centros urbanos.

Movimento MIMO

O MIMO, chamado a partir de 2013 de Movimento MIMO, é um festival internacional de música realizado em cidades que preservam bens e valores históricos do Brasil: Paraty (RJ), Ouro Preto (MG) e Olinda (PE), onde o projeto iniciou. Com a programação gratuita, os eventos acontecem em patrimônios históricos como igrejas, museus, monumentos, teatros e ao ar livre. O MIMO oferece atrações como concertos de música erudita, popular, jazz, world music, música brasileira e música contemporânea internacional. O festival inclui mostra de cinema, programa educativo e palestras sobre cultura, história e patrimônio - tendo como eixo central o tema das cidades em suas múltiplas abordagens.

Para maiores informações, o site Movimento MIMO.



MIMO: A música nas obras de Stanley Kubrick 


Ao finalizar “2001: Uma Odisséia no Espaço”, Stanley Kubrick descobriu que as músicas clássicas que utilizara durante a montagem para sinalizar onde deveria entrar a trilha sonora original traduziam bem melhor o que ele queria transmitir do que a música encomendada ao compositor Alex North. Nesse filme, e em outras obras-primas como “Laranja Mecânica”, “O Iluminado” e “De Olhos Bem Fechados”, Kubrick soube usar como poucos a trilha sonora para a criação de atmosferas peculiares.

Movimento MIMO

O MIMO, chamado a partir de 2013 de Movimento MIMO, é um festival internacional de música realizado em cidades que preservam bens e valores históricos do Brasil: Paraty (RJ), Ouro Preto (MG) e Olinda (PE), onde o projeto iniciou. Com a programação gratuita, os eventos acontecem em patrimônios históricos como igrejas, museus, monumentos, teatros e ao ar livre. O MIMO oferece atrações como concertos de música erudita, popular, jazz, world music, música brasileira e música contemporânea internacional. O festival inclui mostra de cinema, programa educativo e palestras sobre cultura, história e patrimônio - tendo como eixo central o tema das cidades em suas múltiplas abordagens.

Para maiores informações, o site Movimento MIMO.



Como a nova Lei do Audiovisual muda a produção para TV


Nos Estados Unidos, o trend agora são as produções para a TV a cabo - e não mais para cinema. O Brasil também vive o início de uma nova fase, com o aquecimento das produções para a TV fechada. Isso graças à nova lei do audiovisual. Por enquanto, contudo, apesar do interesse e de dinheiro, as produtoras ainda enfrentam carência de profissionais e projetos. Com ampla experiência no setor, Alberto Flaksman ministra essa aula em que vai analisar o mercado brasileiro de audiovisual hoje. Ele vai explicar os mecanismos públicos de financiamento, destrinchar a nova lei da TV por assinatura e avaliar o futuro da produção audiovisual no país.



Mitologia e cinema


A proposta do curso é trabalhar com alguns desdobramentos modernos da mitologia grega no cinema de arte. Pensar o modo como cineastas inventivos recriaram, à luz de questões candentes de seus momentos históricos, o rico imaginário legado ao Ocidente pela Antiguidade arcaica. Material fabular que foi retrabalhado da mesma forma pelos tragediógrafos da Grécia clássica e que é fonte inesgotável de iluminação para psicanalistas, artistas, filósofos.



Surrealismos


"Esta incurável mania de reduzir o desconhecido ao conhecido, ao classificável, entorpece os cérebros", escreveu André Breton em seu primeiro Manifesto Surrealista no ano de 1924. Influenciados pela teoria psicanalítica de Freud, poetas, artistas e cineastas abraçaram o movimento cujo processo de criação está fundamentado na esfera do inconsciente, do onírico. Concebido em uma Europa fragilizada e arrasada após a Primeira Guerra Mundial, o Surrealismo contesta as crenças culturais e a postura do homem, vulnerável diante de uma realidade cada vez mais incompreensível e desestabilizada. Aproveitando a mostra com 150 trabalhos de Salvador Dalí no CCBB, reunimos na CASA DO SABER RIO O GLOBO três professores para analisar as obras dos principais autores (e atores) do movimento surrealista nas artes visuais, no cinema e na literatura.



Bela época, bela música


O ano de 2014 marca os 150 anos de nascimento de Alberto Nepomuceno e os 100 anos da morte de Glauco Velásquez, dois grandes nomes da música brasileira atuantes na belle époque carioca. Os dois compositores conviveram em um Rio de Janeiro marcado pela modernidade - do surgimento do cinema e do fonógrafo à inauguração da Avenida Central e do Theatro Municipal. Em um encontro que marca o lançamento da série V Circuito BNDES Musica Brasilis - Bela música, bela época, o cenógrafo Hélio Eichbauer convida as artistas Rosana Lanzelotte e Clara Sverner para uma conversa sobre esses compositores, que impuseram um estilo único e marcaram a história musical brasileira.



Literatura e tecnologia: quem influencia quem?


As redes sociais e as ferramentas da tecnologia da informação se tornaram uma das mais importantes formas de divulgação das expressões artísticas em geral: literárias, cênicas, plásticas e cinematográficas. Porém, como se dá o caminho inverso? Até que ponto a revolução digital vem modificando e redesenhando o momento de criação das obras e a relação do artista com o próprio trabalho? Quais os frutos dessa nova troca e de que forma ela se relaciona com o público? Este é um ciclo de debates que reúne especialistas e criadores em torno de uma reflexão contemporânea. E nesse debate o tema é a literatura.  Evento gratuito. Vagas limitadas.



Os filósofos e as formas de arte


Na filosofia contemporânea, a relação com a arte foi experimentada com vigor inédito na história. Seus autores não pensaram apenas sobre a arte, mas com a arte e através da arte. Isso foi feito por meio da investigação articulada das obras de artistas singulares com as formas de arte em geral, como a pintura, o cinema, a literatura e a poesia. Tratava-se de descobrir a potencialidade de tais formas por meio do exercício delas feito por grandes artistas.



Dança e tecnologia: quem influencia quem?


As redes sociais e as ferramentas da tecnologia da informação se tornaram uma das mais importantes formas de divulgação das expressões artísticas em geral: literárias, cênicas, plásticas e cinematográficas. Porém, como se dá o caminho inverso? Até que ponto a revolução digital vem modificando e redesenhando o momento de criação das obras e a relação do artista com o próprio trabalho? Quais os frutos dessa nova troca e de que forma ela se relaciona com o público? Este é um ciclo de debates que reúne especialistas e criadores em torno de uma reflexão contemporânea. E nesse debate o tema é a dança. Evento gratuito. Vagas limitadas.



Feira Moderna 7: A tecnologia nos filmes de ficção científica


A ficção científica é um dos gêneros mais populares da arte, seja na literatura, na TV, no rádio ou nas histórias em quadrinhos. Mas foi no cinema que o tema encontrou sua forma mais perfeita: com a ajuda dos efeitos especiais, incrivelmente aprimorados ao longo das décadas, tornou-se possível representar, de maneira convincente, todas as tecnologias vislumbradas pelos autores. Nesse encontro, o jornalista Beto Largman recebe um jornalista especializado, um crítico de cinema e um cientista para analisarem juntos a tecnologia descrita em alguns dos filmes de ficção científica mais emblemáticos. Quais se concretizaram? Algumas tecnologias continuam verossímeis apenas no campo da ficção? E quais estão no limiar de se tornarem realidade?    Evento gratuito. Vagas limitadas.



Artes plásticas e tecnologia: quem influencia quem?


As redes sociais e as ferramentas da tecnologia da informação se tornaram uma das mais importantes formas de divulgação das expressões artísticas em geral: literárias, cênicas, plásticas e cinematográficas. Porém, como se dá o caminho inverso? Até que ponto a revolução digital vem modificando e redesenhando o momento de criação das obras e a relação do artista com o próprio trabalho? Quais os frutos dessa nova troca e de que forma ela se relaciona com o público? Este é um ciclo de debates que reúne especialistas e criadores em torno de uma reflexão contemporânea. E nesse debate o tema é artes plásticas.



Como fazer (e ver) cinema


O que é um filme bem dirigido? Como a edição ajuda um filme a ser melhor? Qual a importância do roteiro para a qualidade final da obra? E os produtores, o que é que eles fazem? Esse curso vai mostrar como trabalham os diferentes profissionais envolvidos na realização de um filme, quais as suas atribuições, as técnicas que utilizam e como eles se articulam na realidade de uma produção. Um curso para quem quer saber mais sobre a maneira como são feitos os filmes ou simplesmente aprender a apreciar o trabalho dos diferentes profissionais envolvidos em sua realização.



Cinema e tecnologia: quem influencia quem?


As redes sociais e as ferramentas da tecnologia da informação se tornaram uma das mais importantes formas de divulgação das expressões artísticas em geral: literárias, cênicas, plásticas e cinematográficas. Porém, como se dá o caminho inverso? Até que ponto a revolução digital vem modificando e redesenhando o momento de criação das obras e a relação do artista com o próprio trabalho? Quais os frutos dessa nova troca e de que forma ela se relaciona com o público? Este é um ciclo de debates que reúne especialistas e criadores em torno de uma reflexão contemporânea. E nesse debate o tema é o cinema. Evento gratuito. Vagas limitadas.



O grande cinema europeu dos anos 60


A França abrigou a primeira sessão cinematográfica da história: foi no subsolo de um café em Paris que o cinema deu seus primeiros passos antes de se tornar a Sétima Arte. Ao longo das suas primeiras duas décadas, o cinema europeu dominou a cena mundial. Depois, com as duas grandes guerras que sacudiram a Europa no intervalo de 30 anos, Hollywood assumiu uma liderança comercial que não mais perderia. Mas, restabelecida a paz, os grandes diretores europeus dos anos 60 trouxeram novos temas, novas linguagens e uma lufada de liberdade e audácia que influenciaram jovens cineastas no mundo inteiro. Neste curso, visitaremos os filmes de cineastas italianos como Visconti, filho do neo-realismo. Depois, passaremos pela nouvelle vague francesa que, desafiando o formalismo hollywoodiano, revolucionou a forma de se pensar e fazer cinema. Por último, veremos como o mestre sueco Ingmar Bergman levou o cinema a profundidades psicológicas inéditas até então.



Jean-Luc Godard e François Truffaut


Dois cineastas que revolucionaram a forma de pensar e fazer cinema. Dois jornalistas e críticos que se tornaram diretores. Dois amigos e parceiros que cortaram relações publicamente. São muitas as histórias que revelam Jean-Luc Godard e François Truffaut, gênios por trás da nouvelle vague, movimento que rompeu com a tradição do cinema francês e criou um estilo mais autoral.

A CASA DO SABER RIO O GLOBO, em parceria com o Canal Philos TV, realiza um ciclo com sessões de documentários seguidas de um bate-papo relacionado ao tema. Nessa edição, serão exibidos os documentários Jean-Luc Godard, dirigido por Shane O’Sullivan, e François Truffaut, de Lyndy Saville. Depois, Alberto Flaksman conversa sobre a vida e as principais obras desses dois importantes criadores.



Estilhaços da Segunda Guerra Mundial nas artes


A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) foi o conflito mais sangrento já testemunhado pela humanidade. Estima-se que os ataques e confrontos tenham deixado entre 40 milhões e 72 milhões de mortos, em sua maioria civis. A destruição atingiu níveis inéditos com os bombardeios aéreos indiscriminados, campos de concentração e bombas atômicas. As transformações derivadas do conflito foram muitas. Na época, o novo eixo econômico e político do Ocidente passou a ser os Estados Unidos. O mesmo aconteceu no campo das artes. Paris deu lugar a Nova York como centro da efervescência cultural, com o reforço de novos moradores ilustres, entre os quais Max Ernst, Andre Bréton, Marcel Duchamp, Marc Chagall, Piet Mondrian e outros, que fugiam de uma Europa dilacerada.

Pode soar paradoxal que um período de tantos horrores tenha ensejado tanta criatividade entre pintores e poetas, cineastas, romancistas e músicos. Mas assim foi. Por um lado, era necessário escapar da realidade. Por outro, exprimir a dor através da arte. Nesse ciclo, que começa exatamente 70 anos após o dia em que Hitler morreu, a CASA DO SABER RIO O GLOBO reúne cinco professores para explicar o que foi a Segunda Guerra Mundial e discutir seu impacto no campo das artes visuais, da literatura, da música e do cinema.  



Escrita (re)criativa


O conceito de remix é simples: combinar ou editar material existente para produzir algo novo. No entanto, essa definição é tão ampla que, dentro da cultura remix, há distinções para procedimentos diferentes: há o mash-up, o sampler, o cut and past, o die-cut, a apropriação e a colagem. Todos eles, porém, têm sua base no ato de selecionar partes de um material para acrescentá-las ou retirá-las tendo em vista uma nova versão final. Na música, no cinema e na pintura, a composição, a montagem e a colagem são procedimentos comuns. Mas, na literatura, a remixagem permanece um tabu. Escritores podem ser vistos como sampling machines ou DJs de palavras? Misto de oficina prática de “escrita (re)criativa” e reflexão sobre a teoria e a prática do remix, o curso problematiza noções do senso comum, como autoria, originalidade e propriedade.



Jia Zhang-ke, um homem de Fenyang, de Walter Salles


Jia Zhang-ke é considerado o maior realizador do novo cinema chinês. Para o influente jornal Le Monde, ele é hoje o maior cineasta em atividade em todo o mundo. Ainda jovem, conseguiu retratar as complexas transformações ocorridas na China de forma aguda e poética. Jia Zhang-ke mostra como ninguém a passagem da adolescência para a idade adulta, e a crise de seus personagens se confunde com uma crise de identidade maior, a de uma cultura milenar que sofre agora os efeitos da globalização. Entre seus admiradores está o diretor brasileiro Walter Salles, que lança agora o documentário Jia Zhang-ke, um homem de Fenyang, obra que acompanha o cineasta chinês por sua cidade natal no norte da China, lugar que também serviu de locação para seus três primeiros longa-metragens.

Aproveitando a estreia de Jia Zhang-ke, um homem de Fenyang no circuito nacional, oferecemos uma imersão na história da China, de Zhang-ke e no documentário de Walter Salles com um dia de exibição e bate-papo sobre o filme no Espaço Itaú de Cinema, e uma conversa exclusiva com o diretor na Casa do Saber Rio O Globo.



O cinema por todos os ângulos - A arte de fazer filmes: roteiro e edição


Um filme é aclamado pela crítica: você vai assistir e detesta. Ou, ao contrário, vai ver um filme que levou um “bonequinho dormindo” e gosta muito. Por que isso acontece? É só uma questão de gosto pessoal? Ou os críticos estão vendo alguma coisa que você não percebe? Como se avalia a qualidade técnica e artística de uma produção cinematográfica?

Pensando em responder a essas e outras questões, o ciclo Cinema por todos os ângulos se propõe a fornecer um panorama estendido sobre a sétima arte – dos bastidores ao produto final, passando por gêneros e escolas cinematográficas. O objetivo é permitir uma apreciação mais ampla e fundamentada das produções.

Nesse primeiro módulo, em cinco aulas com exibição de trechos de filmes, serão explorados os papéis do roteiro e da direção. Quais os principais elementos do roteiro? Ele é indispensável? Quanto ao diretor, qual sua importância real? Como dizer se uma direção é boa ou não?



América Latina - Arte e política para entender a complexidade


O intuito desse curso é lançar mão da ficção e da realidade para entender a América Latina. História e política são aqui aliadas da literatura e do cinema, a fim de esboçar uma imagem que dê conta da complexidade e da riqueza da região em que vivemos, mas que conhecemos menos do que deveríamos.



Cidadão Orson Welles


George Orson Welles já poderia ser considerado um gênio apenas pela criação do aclamado Cidadão Kane (Citizen Kane), filme que dirigiu e no qual atuou e que é um dos mais inovadores do cinema. Mas sua ousadia foi além: com somente 20 anos, montou, por exemplo, uma versão de Macbeth, de Shakespeare, com um elenco exclusivamente negro. Em 1938, criou polêmica ao anunciar pelo rádio a chegada de marcianos na Terra, causando histeria entre os americanos. Tratava-se, no entanto, de uma piada de Halloween inspirada no romance Guerra dos mundos, de H.G. Wells.

No ano do centenário de nascimento de Orson Welles, a CASA DO SABER RIO O GLOBO, em parceria com o Canal Philos, apresenta o documentário Orson Welles (My name is Orson Welles), dirigido por Clara e Julia Kuperberg, seguido de um bate-papo com Alberto Flaksman.



Roland Barthes, 100 anos depois


Foram muitos os interesses que guiaram a trajetória intelectual do semiólogo francês Roland Barthes (1915-1980). A literatura, a publicidade, o cinema, as artes plásticas, a moda, a fotografia, o teatro, a música, e, sobretudo, sua devoção à linguagem, fizeram dele um dos mais destacados e múltiplos pensadores do século XX, cujo legado segue atual, 100 anos após seu nascimento.

Para celebrar esse "sujeito incerto", como ele mesmo se definiu em sua aula inaugural no Collège de Paris, a CASA DO SABER RIO O GLOBO convida Ana Maria Machado, que além de ser uma das mais importantes escritoras brasileiras e membro da Academia Brasileira de Letras, foi orientanda de Barthes em Paris, onde também participou de um seleto grupo de estudos coordenado pelo semiólogo. Em um bate-papo com a pesquisadora e professora de Poética Beatriz Resende, Ana Maria Machado compartilhará a experiência vivida e suas memórias acerca de Barthes.



Poliamor - Para entender os novos conceitos de família


No final de 2015, o direito de família recebeu uma provocação jurídica: a formalização de uma união estável entre três mulheres, escritura pública lavrada pelo 15º Ofício de Notas do Rio de Janeiro. Há quem tenha visto nessa decisão um ato de coragem; outros, uma rebeldia contra a monogamia. As mudanças no conceito de família ao longo dos tempos provocaram igual repercussão; com apoiadores e detratores imbuídos de argumentos igualmente apaixonados a cada novo fato. O poliamor já foi retratado pelo cinema e pela televisão e, para além do mundo da ficção, é uma realidade que faz parte cada vez mais da vida de mais pessoas. A CASA DO SABER RIO O GLOBO reúne para oportuníssimo debate a tabeliã responsável pelo primeiro registro de união poliafetiva do Brasil, Fernanda de Freitas Leitão, o cineasta e diretor da série Amores livres do canal GNT, João Jardim, e o advogado e professor titular de Direito Civil da Uerj, Gustavo Tepedino, para debater o tema.



Da ideia ao papel


A escrita é uma partitura. E, como tal, é feita de ritmo. De adágios, alegretes, noturnos. Essa oficina pretende instrumentalizar os alunos com ferramentas que permitam que ele consiga se apropriar de sua partitura: ou seja, torne-se dono da história que quer contar. Mais do que ensinar um método ou uma técnica específica, a ideia é dotar o escritor de armas para que ele domine o coração de seu enredo, “sinta” a progressão da narrativa e aprenda a erguer a trama (plot) a partir da necessidade dos personagens.

Todas as aulas serão ilustradas com exemplos do cinema, das séries de TV e da literatura. Será requerido ao aluno que faça alguns exercícios em casa, para posterior análise e aplicação nas aulas.



O cinema por todos os ângulos - A arte de fazer filmes: montagem, som, fotografia, direção de arte e interpretação


Um filme é aclamado pela crítica: você vai assistir e detesta. Ou, ao contrário, vai ver um filme que levou um “bonequinho dormindo” e gosta muito. Por que isso acontece? É só uma questão de gosto pessoal? Ou os críticos estão vendo alguma coisa que você não percebe? Como se avalia a qualidade técnica e artística de uma produção cinematográfica?

Pensando em responder a essas e outras questões, o ciclo Cinema por Todos os Ângulos se propõe a fornecer um panorama estendido sobre a sétima arte – dos bastidores ao produto final, passando por gêneros e escolas cinematográficas. O objetivo é permitir uma apreciação mais ampla e fundamentada das produções.

Nesse módulo, em cinco aulas com exibição de trechos de filmes, serão explorados os papéis de profissionais envolvidos no fazer cinematográfico, para além das funções de diretor e roteirista. Como se avalia a qualidade técnica e artística de uma montagem? O que faz o diretor de fotografia? E qual a contribuição do diretor de arte?



Al Capone: vilão ou anti-herói?


Ele já foi nomeado o homem mais importante do ano pela revista Time de 1929, ao lado de personalidades como Albert Einstein e Mahatma Gandhi. Inspirou diretores de cinema da magnitude de Federico Fellini e atores como Robert De Niro e Al Pacino. Seus trajes ainda hoje têm impacto no mundo da moda, enquanto, na música, suas boates clandestinas serviram de ambiente ideal para o florescimento do jazz e o despertar de artistas como Louis Armstrong, Anita O’Day e Billie Holiday. Aquele que era para ser um típico filho de imigrantes italianos perdido no mundo do crime acabou se tornando um dos ícones da cultura dos Estados Unidos. Expulso da escola por ter agredido a professora e conhecido por uma cicatriz na bochecha, Al Capone desafia nosso julgamento ao ser, ao mesmo tempo, objeto de censura e admiração.

Sua biografia é o tema do documentário Al Capone: um ícone americano (Al Capone: Icon), dirigido por Danielle DiStefano e Danielle Gervais. A CASA DO SABER RIO O GLOBO, em parceria com o CANAL PHILOS, realiza a exibição desse filme seguida de um bate-papo com a roteirista Maria Clara Mattos sobre o impacto da figura do criminoso no imaginário social.



LAB PARA CRIANÇAS
Mas por quê? Aprendendo a fazer perguntas - Literatura e filosofia para a infância


 
Escutar e respeitar a opinião dos outros, entrar em contato com múltiplas visões para ampliar conceitos, descobrir semelhanças e diferenças no modo de pensar de cada um estimula a criança a construir argumentos e contra-argumentos, problematizar questões e potencializar a imaginação.  

Com o lema “pensar o impensável”, o laboratório Literatura e filosofia para a infância vai ouvir as crianças e devolver suas perguntas com respostas – e com mais perguntas – para ajudá-las a exercitar o diálogo.


A partir da ficção será desenvolvida a curiosidade natural dos pequenos, incentivando sua capacidade de verbalizar e desenvolver o espírito crítico diante do mundo. A literatura junto à filosofia conversará com outras linguagens, como a fotografia, o cinema, as artes plásticas, a música e a tecnologia, em quatro encontros mensais.


O saber importante do encontro do mês de abril é a coragem. Por que sentimos tanto medo de algumas coisas? Como fortalecer a minha coragem diante do que me assusta? Que personagens venceram seus medos e potencializaram o seu lado corajoso? É preciso ter medo para ter coragem?  


Duração: 1h30          



LAB PARA CRIANÇAS
Mas por quê? Aprendendo a fazer perguntas - Literatura e filosofia para a infância


 
Escutar e respeitar a opinião dos outros, entrar em contato com múltiplas visões para ampliar conceitos, descobrir semelhanças e diferenças no modo de pensar de cada um estimula a criança a construir argumentos e contra-argumentos, problematizar questões e potencializar a imaginação.  

Com o lema “pensar o impensável”, o laboratório Literatura e filosofia para a infância vai ouvir as crianças e devolver suas perguntas com respostas – e com mais perguntas – para ajudá-las a exercitar o diálogo.


A partir da ficção será desenvolvida a curiosidade natural dos pequenos, incentivando sua capacidade de verbalizar e desenvolver o espírito crítico diante do mundo. A literatura junto à filosofia conversará com outras linguagens, como a fotografia, o cinema, as artes plásticas, a música e a tecnologia, em quatro encontros mensais.


O saber importante do encontro do mês de abril é a coragem. Por que sentimos tanto medo de algumas coisas? Como fortalecer a minha coragem diante do que me assusta? Que personagens venceram seus medos e potencializaram o seu lado corajoso? É preciso ter medo para ter coragem?  


Duração: 1h30          



Feira Moderna 10: Games, movimento maker e ficcção científica


Para comemorar os dez anos da CASA DO SABER RIO O GLOBO e a décima edição da série Feira Moderna, o jornalista Beto Largman vai contar com a presença de alguns dos convidados das edições mais concorridas do evento até hoje. Já há alguns anos os jogos eletrônicos desbancaram o cinema e outras áreas do setor de entretenimento, tornando-se a que mais fatura no mundo: a tecnologia desenvolvida para os games está presente em áreas tão distintas quanto treinamento, medicina e educação.

O pesquisador e roteirista Arthur Protasio vai explicar como se deu essa espetacular evolução, tanto da parte técnica quanto do mercado de games. Marcela Sabino, diretora do Laboratório de Atividades do Amanhã do Museu do Amanhã, abordará temas como a cultura maker e seus desdobramentos e o impacto dos avanços tecnológicos – como inteligência artificial, internet das coisas, robótica e fabricação digital – na sociedade. Em sua participação, o neurocientista Stevens Rehen analisará, junto com a plateia, a tecnologia descrita em alguns dos filmes de ficção científica mais marcantes de todos os tempos. Enquanto algumas já fazem parte do nosso dia a dia, outras ainda estão bem distantes de se tornarem realidade.



Encontros do cinema com a filosofia


Os filmes selecionados para esse curso têm em comum o uso da lente cinematográfica como recurso para propor uma reeducação do olhar, quase sempre viciado em repetir o próprio ponto de vista. Apresentando ângulos inesperados para o tratamento de questões humanas e classicamente filosóficas, como as ideias de verdade, justiça e finitude, esses filmes levam, necessariamente, à reflexão. Investindo na arte do olhar como possibilidade de cura e de transformação contínua da nossa relação com a existência, formulam uma pedagogia do espanto, perspectiva que orienta e impulsiona a filosofia desde a sua origem.

A CASA DO SABER RIO O GLOBO oferece, das 17h às 19h, gratuitamente, sessões dos filmes nas mesmas datas das aulas.



A filosofia encontra o cinema


Os filmes selecionados para esse curso têm em comum o uso da lente cinematográfica como recurso para propor uma reeducação do olhar, quase sempre viciado em repetir o próprio ponto de vista. Apresentando ângulos inesperados para o tratamento de questões humanas e classicamente filosóficas, como as ideias de verdade, justiça e finitude, esses filmes levam, necessariamente, à reflexão. Investindo na arte do olhar como possibilidade de cura e de transformação contínua da nossa relação com a existência, formulam uma pedagogia do espanto, perspectiva que orienta e impulsiona a filosofia desde a sua origem.

A CASA DO SABER RIO O GLOBO oferece aos inscritos, das 17h30 às 19h, sessões dos filmes nas mesmas datas das aulas.



As imagens, as palavras e as coisas


Este encontro propõe uma reflexão sobre a nossa percepção do real - o olhar o mundo mediado pelos sentidos e cultura, com suas classificações imagéticas. Como construímos o real com janelas, recortes e molduras; o lugar da verdade ou a busca de imagens arquetípicas; e como o homem se representa e se imagina desde a invenção da escrita, passando pelo corte cartesiano até a modernidade, inclusive a quebra de paradigmas com o surgimento do cinema, a "imagem viva". Quais os novos balizamentos cinéticos/imagéticos? E as novas perspectivas tecnológicas? Quais os novos desbravamentos estéticos? E qual será a próxima "lente" do olhar?



“Traição” e “O Amante”, por Marcus Alvisi | Ciclo de leituras


Repetindo o sucesso da Casa do Saber de São Paulo, a CASA DO SABER RIO O GLOBO inicia o Ciclo de Leituras, série de encontros com grandes nomes do teatro nacional, idealizado pela atriz Maria Fernanda Cândido, e coordenado, aqui no Rio, por Zulma Mercadante.

Cada encontro apresentará a visão e o estilo de cada diretor, buscando, na diversidade de textos e abordagens de interpretação, novos olhares sobre o ofício do teatro e da vida. O Ciclo de Leituras se apresenta também como uma demonstração não apenas da vivacidade e atualidade de cada texto, mas como um representante da força sempre presente da expressão teatral.

Neste encontro, teremos “Traição” e “O Amante”, de Harold Pinter, com tradução de John Nova. Pinter foi um dramaturgo, roteirista, poeta, ator, diretor e ativista político britânico, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 2005. Escreveu para teatro, televisão, rádio e cinema. Seus primeiros trabalhos foram freqüentemente associados ao teatro do absurdo. Estudou dois semestres na Real Academia de Arte Dramática, publicou poesia e começou a trabalhar no teatro, como ator, usando o pseudônimo de David Baron. Sua primeira peça foi The Room, representada por estudantes na Universidade de Bristol. As peças iniciais de Pinter partem de um fato aparentemente inocente e desembocam em uma situação absurda ou ameaçadora, quase sempre por causa da conduta peculiar ou insólita de um dos personagens. Esses trabalhos mostram grande influência de Samuel Beckett, com quem, aliás, Pinter manteve grande amizade.

Para dirigir a leitura das duas peças, convidamos o diretor teatral Marcus Alvisi.

Ficha Técnica:
Textos: “Traição” e “O Amante”, de Harold Pinter/ tradução de John Nova
Direção: Marcus Alvisi
Assistente de direção: Tiago Fonseca
Elenco de Traição: Giovana Cordeiro, Alan Oliveira e Daniel Dalcin
Elenco de O Amante: Debora Nunes e John Nova



Cyrano de Bergerac, de Jean-Paul Rappeneau


Cyrano é romântico e sentimental, mas de aparência pouco atraente. Sem coragem para declarar seu amor a Roxane, ele ajuda Cristiano a conquista-la, escrevendo poemas e cartas apaixonadas em nome do amigo.

Símbolo do amor altruísta, a peça de teatro Cyrano de Bergerac, escrita em 1897, é considerada a obra-prima do dramaturgo francês Edmond Rostand e já foi remontada diversas vezes tanto para o teatro como para o cinema.

A CASA DO SABER RIO O GLOBO exibe o filme dirigido por Jean-Paul Rappeneau e recebe a professora Angela Perricone para contextualizar e debater a obra com os alunos.



O cinema por todos os ângulos - As "escolas cinematográficas"


Este curso apresentará uma introdução às principais “escolas cinematográficas” e suas características: o cinema clássico americano, o neorrealismo italiano, o cinema psicológico sueco, a nouvelle vague francesa, o cinema novo brasileiro, o cinema político do leste europeu, o novo cinema independente americano. Também abordará as séries de televisão, um formato que cada vez mais atrai roteiristas e diretores aclamados da Sétima Arte. Todas as aulas contarão com exibição de trechos de filmes relacionados ao tema.



Mitologia e cinema


A proposta do curso é trabalhar com alguns desdobramentos da mitologia grega no cinema de arte moderno. Pensar o modo como cineastas inventivos recriaram, à luz de questões candentes de seus momentos históricos, o rico imaginário mítico legado ao Ocidente pela Antiguidade arcaica. Material fabular que foi retrabalhado também pelos tragediógrafos da Grécia clássica e que, através dos séculos, vem sendo uma fonte inesgotável de iluminação para psicanalistas, artistas, filósofos.



Uma reflexão sobre a percepção do real


Esse encontro propõe uma reflexão sobre a nossa percepção do real – o olhar o mundo mediado pelos sentidos e pela cultura, com suas classificações imagéticas. Como construímos o real com janelas, recortes e molduras; o lugar da verdade ou a busca de imagens arquetípicas; e como o homem se representa e se imagina desde a invenção da escrita, passando pelo corte cartesiano até a modernidade, inclusive com a quebra de paradigmas decorrente do surgimento do cinema, a “imagem viva”. Quais os novos balizamentos cinéticos/imagéticos? E as novas perspectivas tecnológicas? Quais os novos desbravamentos estéticos? E qual será a próxima “lente” do olhar?