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Guerra e paz no Império Otomano


O Império Otomano durou de 1299 a 1922 e se espalhou por três continentes. Apesar de sua longevidade e vastidão, ainda conta com pouquíssima pesquisa feita por brasileiros, mesmo tendo o país recebido dezenas de milhares de imigrantes daquela região. A proposta do curso é tratar brevemente da história otomana para então centrar-se nos conflitos que a marcaram, assim como a história global. O enfoque se dará nas figuras dos janízaros, que compunham a elite do Exército otomano nas duas tentativas de tomar Viena (1529 e 1683), na conquista de Constantinopla (1453), na guerra da Crimeia (1853-1856) e na Primeira Guerra Mundial (1914-1918).



Vivendo como um sultão


Até meados do século XVII, o império otomano era dos mais poderosos do mundo, abrangendo partes da Ásia, Europa e África. Reinventou-se e transformou- se através do tempo, sobrevivendo até 1922 e deixando um forte legado cultural no Oriente Médio contemporâneo e nos Bálcãs. O intuito desse curso é apresentar parte dessa trajetória, ainda pouco conhecida no Brasil, a partir das figuras de três sultões. O sultão Mehmet II promoveu a conquista de Constantinopla, em 1453, fator fundamental para a consolidação de seu império e acontecimento marcante da história mundial. Já Suleiman, “o Magnífico”, no Ocidente, e “o Legislador”, no Oriente, teve o sultanato mais longo da história otomana, sendo responsável por sua “época de ouro”. Deixou registros presentes até hoje na região, como os belos edifícios desenhados por Mimar Sinan. Por fim, Abdul Hamid II, o último sultão a exercer, de fato, o poder no império otomano, estabeleceu sua modernidade apelando para um discurso pan-islamista.