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LAB PARA CRIANÇAS
Poetize-se! – LAB de poesia e música


“O que quer, o que pode essa língua?”, já cantava Caetano Veloso, explorando a potência da nossa língua em texto e som.

Nesse encontro, a palavra, o ritmo e o som vão se encontrar: vamos mergulhar no universo poético e na sua musicalidade.

A ida e vinda da poesia, as provocações que ela nos apresenta, a sonoridade que nos encanta, a vida que ela desperta: isso tudo estará presente através de dinâmicas, muito violão e criação de poesias.

>>> A cada Lab as crianças ganham uma camiseta exclusiva da Reserva Mini, com estampa inspirada pelo tema do encontro.

Parceria & apoio:

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UMA HISTÓRIA DO FADO: CULTURA, IDENTIDADE E REPRESENTAÇÃO


Os primeiros indícios da existência do fado com um sentido mais próximo ao da música são identificados na primeira metade do século XIX. Desde então o gênero vem se constituindo o principal símbolo da cultura portuguesa, tendo sua mais destacada representação na voz de Amália Rodrigues.

Nesses dois encontros tentaremos dar conta da história do fado desde seu surgimento até a emergência de novos movimentos de recriação e ressignificação do estilo, principalmente nos anos seguintes ao 25 de Abril de 1974. O período pós-Revolução dos Cravos marcou o fim do debate político-ideológico acerca do caráter fascista ou não do fado e abriu caminho para sua consagração nas grandes salas de espetáculo de Portugal e do mundo, um processo impulsionado por Amália e consolidado sobretudo pelo circuito da world music, anos depois.



O TODO-ABERTO: LIBERDADE E CRIAÇÃO EM HENRI BERGSON


O Todo-Aberto é um estudo da subjetividade que visa apresentar a experiência do tempo como uma prática de liberdade. Trabalhando a filosofia de Henri Bergson com o intuito de elucidar seus principais conceitos, procuraremos demonstrar que a experiência de liberdade fica impedida na medida em que um sistema de sociedades fechadas se opõe a toda forma de expressão. Sendo assim, ser livre, antes de ser uma liberdade de ação, é conquistar uma liberdade de expressão e criação.



ZOIM: evento gratuito para pais e filhos


A CASINHA DO SABER realiza no próximo dia 22 de julho, das 15h às 17h, no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), o ZOIM, projeto gratuito que irá reunir pais e filhos para reflexões e brincadeiras em torno do tema “Empatia: uma revolução afetiva”.


A proposta é que, através de encontros que reúnem arte, literatura e filosofia, o público vivencie na prática os pilares fundamentais da CASA DO SABER RIO: o estímulo ao pensar, ao aprender e ao conviver.  

A coordenação é de Carolina Sanches e Rona Hanning, do LER Instituto, parceiro da CASA na CASINHA DO SABER.


O evento é gratuito e sujeito à lotação. Serão distribuidas senhas de acesso a partir das 14h30, no próprio CCJF (Av. Rio Branco, 241 - Centro).

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

PARA CRIANÇAS DE 5 A 10 ANOS

LAB DE LETRINHAS, com Breno Abrantes e Clarissa Brito: Já imaginou como é a vida de uma criança na Síria? Ou como é ter nascido sem enxergar? Como é ser um Médico Sem Fronteira? Nesse LAB vamos experimentar, através da Literatura e de muitas dinâmicas, como enxergar o mundo por novas perspectivas, calçando o sapato de outras pessoas. 

LAB DE CRIAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE PERSONAGENS EM BONECOS, com Bruno Dante, da Ba-Be-Bi-Bonecos: Como seria o mundo se todos fôssemos empáticos? Nesse LAB vamos usar a criatividade, construindo novas histórias e personagens para esse mundo do qual queremos fazer parte e no qual queremos viver.

PARA ADULTOS

LAB DE EDUCAÇÃO PARA O ENCANTAMENTO, com o escritor Márcio Vassallo: Para que servem a beleza e a estranheza na vida da gente? Com dinâmicas, casos e debates, Márcio Vassallo propõe um diálogo a partir da seguinte pergunta: "De que modo o encantamento pode aproximar as pessoas?" O escritor sugere formas para nos aproximarmos do universo da infância exercitando a arte do reparo amoroso e, quem sabe assim, contribuindo para que pais e filhos avancem na conquista de tempo juntos. 

Parceria:



NIETZSCHE E O COMBATE AO PESSIMISMO


O combate ao pessimismo contemporâneo – e a consequente crítica aos discursos enaltecedores do mal-estar – faz com que a filosofia de Nietzsche possa ser lida como uma exaltação trágica de três aspectos que o homem contemporâneo, contaminado pelo niilismo, deixou de valorizar: o riso, o jogo e a dança.

Em Nietzsche, rir é afirmar a vida em sua totalidade, extraindo do sofrimento a comoção da criação artística. Jogar é afirmar o acaso pelo lance de dados, submetendo-o ao crivo da imperiosa necessidade da vontade de potência. Dançar é afirmar o devir, querendo igualmente o seu eterno retorno. O propósito desse curso é tentar entender as condições do pessimismo a fim de se encontrar o meio adequado para a sua superação.



Finitude, entre a perda e o desejo


Em um belo dia de verão, Freud conversava com um poeta entristecido que justificava sua dor pela constatação de que a vida é fugaz, fadada ao término. Frente à finitude – alegava ele –, a beleza do que é vivo diminui e a vida perde o sentido, já que toda criação caminha para a extinção.

Freud respondeu ao poeta afirmando justamente o contrário, que era a própria transitoriedade que emprestava à vida seu renovado encanto. O modo como a usufruímos e dela obtemos algum prazer provém do fato de que os objetos – e a própria vida – são passageiros.

Somos personagens de uma série cujo final já conhecemos. Mas, se por um lado sabemos que vamos morrer, por outro negamos tal fato com veemência. Por quê? E como isso se dá?

Esse curso propõe um passeio por esse jardim fecundo de onde Freud e Lacan extraíram a essência de suas teorias sobre o sujeito. Trata-se de um percurso finito, mas suficiente para iluminar algumas das mais importantes noções da psicanálise: a perda e o desejo. Um trajeto imprescindível para quem se anima a entrar em contato com o que há de mais decisivo no confronto com a arbitrariedade da perda. Fragmentos literários da obra de Clarice Lispector nos ajudarão a regar algumas dessas flores.

*Este curso será realizado na sala de conferências do Marina All Suites Hotel.



A NUDEZ DAS PALAVRAS


Numa época em que o imaginário social tem sido dominado pela imagem, esse curso propõe uma reflexão sobre a palavra como elemento fundamental para a criação de um mundo interior e para o surgimento da imaginação. Tomando como base a leitura e a criação literária, o curso tem como objetivo fornecer dados que possam auxiliar na organização do pensamento e na elaboração de textos nas suas mais variadas formas.



Repensando a psicanálise com a arte


A psicanálise e a arte moderna nasceram juntas, rompendo com a tradição do pensamento da representação do século XVII e propondo, respectivamente, a divisão do eu e uma nova ordenação do espaço perceptual. Tais práticas influenciaram-se mutuamente, tendo como condições a noção de interioridade e a crítica à universalidade da razão. Na busca do tratamento para as patologias psíquicas, Freud deslocou as noções de “belo” e de “sublime” para compreender a estética artística por meio do conceito de sublimação.

Contudo, pode a criação artística ser reduzida à produção inconsciente? Será possível aproximar a arte contemporânea, que se apresenta nas ruas e se apropria de objetos corriqueiros, e a psicanálise, cujo primado são forças amorfas engendradas nos encontros entre sujeitos?



O filósofo, o bruxo e o poeta


A criação na literatura, na poesia e na filosofia revela uma zona comum de experimentações realizadas por pensamentos empenhados em criar novas possibilidades de vida para a existência. Da poesia de Fernando Pessoa à filosofia de Gilles Deleuze – tendo como intercessor o escritor Carlos Castaneda, que desvela nuances de bruxaria literária –, elucidaremos os aspectos estéticos e éticos de tais empreendimentos criativos.

Da filosofia, buscaremos as características conceituais do construtivismo filosófico de Deleuze; de Pessoa, a criação dos heterônimos como condição de avaliação da experiência poética; e de Castaneda, a aventura literária de um aprendiz de feitiçaria para esclarecer as principais ideias do pensamento expresso na obra. O curso é um exercício transdisciplinar que valoriza a criação em três pensamentos construídos como práticas de liberdade.