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BLAISE PASCAL E O CRISTIANISMO TRÁGICO


“O único cristão lógico”, assim falava Nietzsche deste que é o mais importante representante moderno do Cristianismo de São Paulo e de Santo Agostinho: Blaise Pascal (1623-1662). O curso apresentará os fragmentados e póstumos Pensamentos (1670), que inspiraram tanto o poeta francês Charles Baudelaire quanto os existencialistas.



O PENSAMENTO DE SANTO AGOSTINHO


O curso apresenta, de forma introdutória, o pensamento de Agostinho de Hipona (345-430). Nascido em Tagasta (hoje Souk-Ahras, Argélia), converteu-se ao Cristianismo em 386, renunciando a uma brilhante carreira de professor de Retórica. Sua obra, que marca a passagem entre a Antiguidade e o Cristianismo, estabeleceu a base do homem ocidental.



ENTRE TOTENS E TATUAGENS - EXPLORANDO A CULTURA E A HISTÓRIA MAORI


Totens que comemoram o passado, tatuagens faciais que refletem posições sociais. O que uma cultura tão distante quanto a Maori tem a nos ensinar? Provenientes da Polinésia e última comunidade a ser influenciada pelos europeus, os Maori correspondem hoje a 15% da população da Nova Zelândia, país considerado o mais socialmente progressista do mundo, com esforços constantes para a integração de seu povo nativo e a valorização de suas tradições.

Por ocasião da exposição Tuku Iho/ Legago Vivo Maori – que chega ao Rio de Janeiro em outubro com uma combinação de peças de arte e apresentações ao vivo de danças, cantos e tatuagens Maori –, seu curador, Karl Johnstone, estará na CASA DO SABER RIO O GLOBO para falar sobre os Maori. Na pauta, assuntos como a imigração e a adaptação da comunidade na Nova Zelândia, o contato com o colonizador e o Cristianismo, a evolução cultural dos Maori e sua prosperidade nos dias atuais, os conflitos na comercialização de seus produtos culturais e o papel das artes. O bate-papo contará com a participação da professora Christine Nicolaides, que esteve recentemente na Nova Zelândia e poderá discorrer sobre o país a partir de um ponto de vista brasileiro.



O pensamento de Santo Agostinho


O curso apresentará, de forma introdutória, o pensamento de Agostinho de Hipona (345-430). Nascido em Tagasta (hoje Souk-Ahras, Argélia), converteu-se ao Cristianismo em 386, renunciando a uma brilhante carreira de professor de Retórica. Sua obra, que realiza a passagem entre a Antiguidade e o Cristianismo, estabeleceu os fundamentos do homem ocidental.



Blaise Pascal e o Cristianismo trágico


“O único cristão lógico”, assim falava Nietzsche deste que é o mais importante representante moderno do Cristianismo de São Paulo e de Santo Agostinho: Blaise Pascal (1623-1662). O curso apresentará os fragmentados e póstumos Pensamentos (1670), que inspiraram tanto o poeta Charles Baudelaire quanto os existencialistas.



Ortodoxia, o outro Cristianismo


Para a maioria dos cristãos do mundo ocidental a tradição cristã é formada basicamente pelo catolicismo romano e pelo protestantismo. Contudo, há uma outra tradição cujas raízes são tão antigas quanto o próprio cristianismo: a ortodoxia. O objetivo de nosso curso é apresentar uma introdução às riquezas litúrgicas, teológicas, artísticas e doutrinárias dessa tradição que nutriu e ainda nutre povos tão diferentes quanto os gregos, os russos, os sérvios, os búlgaros, os árabes e os romenos.        



O que os antigos nos ensinam sobre a arte de viver?


O objetivo desse curso é apresentar Sócrates e algumas escolas socráticas que surgiram logo após a sua morte, como o Cinismo, o Estoicismo e o Epicurismo. Tais escolas, que tinham perspectivas filosóficas antagônicas, formaram o campo de discussão filosófica por quase 700 anos de nossa história, até a eclosão do Cristianismo, que, por sua vez, as reinterpreta. A partir do imperativo “Conhece-te a ti mesmo” e da necessidade de a filosofia transformar a vida daqueles que filosofavam, podemos dizer que todas essas escolas têm em comum a proposta de uma “arte de viver”. Assim, discutiremos essas linhas de pensamento apresentando suas diferentes concepções do mundo e seus consequentes projetos de vida.



Noções de culpa, pecado e perdão nas grandes religiões


As noções de erro e de possibilidade de redimir o erro percorrem o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo. Ministrado por um dos principais professores da CASA DO SABER em São Paulo, o curso visa refletir sobre esses conceitos nas grandes religiões monoteístas clássicas fazendo um contraponto com o Budismo.