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GESTÃO DE MUDANÇAS – O MUNDO EM PERMANENTE TRANSFORMAÇÃO


Mudanças na humanidade sempre existiram, desde a natureza mutante do homem na pré-história até hoje, na era digital, quando muitas transformações não são percebidas, inclusive as que nos modificam como seres humanos. Desde as lentas alterações do passado até as ágeis mudanças atuais, gerenciá-las sempre foi necessário.

O gerenciamento de mudanças requer método, disciplina, definições claras dos objetivos, mapeamento do cenário onde ela vai se desenvolver, definição de papéis e processos que vão fazer com que ela ocorra, entre outros aspectos. É preciso um projeto para cada situação.

Esse curso objetiva debater a Gestão de Mudanças e seus principais elementos como uma disciplina vital para o mundo em permanente evolução. Por intermédio do Método das Gestões e de casos práticos, serão apresentadas e discutidas situações simplificadas para a definição de projetos de mudança e seu gerenciamento.



IMUNIDADE À MUDANÇA: COMO VENCER A RESISTÊNCIA ÀS TRANSFORMAÇÕES DE VIDA


O compromisso firmado com mudanças – sejam elas relacionadas ao trabalho, à saúde, à vida pessoal ou a outros projetos – muitas vezes não passa de um ritual logo abandonado. Essas posturas vêm sendo estudadas e acabaram por gerar um conceito importante no campo da Ciência do Bem-Estar: a Imunidade à Mudança, do inglês immunity-to-change. A questão é que o sistema imunológico pode trabalhar contra as mudanças, ainda que elas sejam desejadas. O desafio é trazer à tona os “motivos ocultos” por trás dessa resistência, para então desmitificá-los.

 

O objetivo do curso é ajudar indivíduos, equipes de trabalho e organizações a promover mudanças pessoais e coletivas, vencendo as barreiras no plano emocional e os mecanismos que sabotam a concretização dos avanços. Segundo um estudo feito em Harvard (EUA), 85% dos indivíduos não conseguem avançar sozinhos, mesmo quando mudar é fundamental para eles ou até questão de vida ou morte.



Nova economia, novos trabalhos


Com a nova economia, o avanço tecnológico e a onipresença da internet, vem um novo tipo de trabalho – em casa, descentralizado, mediado por aplicativos das mais variadas funções. Por um lado, a tecnologia auxilia a conexão entre clientes, profissionais e serviços, aproxima distâncias e acelera processos. Por outro, representa uma inevitável precarização do trabalho. Quais os impactos dessas mudanças?

Apoio acadêmico:      

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De Gutenberg ao e-book


Desde que a imprensa de Gutenberg revolucionou a história da cultura ocidental no século XV, com a impressão de pouco mais de cem Bíblias, a maneira como produzimos, reproduzimos e consumimos livros passou por diversas transformações até chegar aos formatos digitais, às obras criadas por meio de redes sociais e aos chamados mash-ups literários.

Como as leis vêm acompanhando tais mudanças? Quais os papéis, os direitos – e também as obrigações – de autores, editores e leitores? Como fica a questão da herança de licença no caso dos livros eletrônicos? Esses e outros assuntos controversos serão examinados nesse encontro, que propõe uma análise da evolução das leis na história da produção editorial.



É proibido proibir?


A tão mencionada crise de autoridade – verdadeiro novo sintoma da civilização – apresenta uma relação direta com a crise da função paterna. Esta se instituiu ao longo do século XX, com a mudança de status das mulheres nas sociedades pós-guerras, marcadas por seu ingresso no mercado de trabalho, pela ação dos movimentos feministas e, a partir dos anos 1960, pelo potencial liberador dos anticonceptivos. Nesse momento, a palavra do pai – a qual, por sua função interditora, enquadra e impõe limites ao desejo da criança – perdeu seu poder. A tal ponto que os movimentos político-sociais da época anunciavam claramente a nova era: Il est interdit d’interdire, entoavam os estudantes pelas ruas de Paris em Maio de 1968; É proibido proibir, cantava Caetano Veloso no mesmo ano, no Brasil.



CLUBE DA ÓPERA - MOZART, VERDI, PUCCINI, BOUBLIL E SCHÖNBERG


Há 400 anos, a música, o teatro e a dança se uniram na Itália para criar uma nova forma de arte: a ópera. O êxito foi imediato e ela se tornou o estilo musical preferido em todo o continente europeu. De lá para cá, o mundo passou por muitas mudanças, assim como a ópera. Após o Concerto nas Termas de Caracala, em 1990, o gênero renasceu e se popularizou e, ainda hoje, continua em processo de renovação na voz de grandes cantores, regentes e produtores.

​Em quatro encontros, às 15 horas, vamos analisar os fenômenos da ópera na atualidade, de Maria Callas a Jonas Kaufmann. Um curso para apaixonados pelo tema e para quem pretende se iniciar no gênero.



Para onde vai a economia do Brasil?


Em que pé se encontra a economia do Brasil? Quais os reflexos das mudanças na política econômica nos últimos dez anos? Que avanços e retrocessos obtivemos? E quais são as perspectivas? Essas e outras questões serão abordadas pela economista e advogada Elena Landau em sua avaliação da economia brasileira.

Apoio acadêmico:



POLIAMOR - PARA ENTENDER OS NOVOS CONCEITOS DE FAMÍLIA


No final de 2015, o direito de família recebeu uma provocação jurídica: a formalização de uma união estável entre três mulheres, escritura pública lavrada pelo 15º Ofício de Notas do Rio de Janeiro. Há quem tenha visto nessa decisão um ato de coragem; outros, uma rebeldia contra a monogamia. As mudanças no conceito de família ao longo dos tempos provocaram igual repercussão; com apoiadores e detratores imbuídos de argumentos igualmente apaixonados a cada novo fato. O poliamor já foi retratado pelo cinema e pela televisão e, para além do mundo da ficção, é uma realidade que faz parte cada vez mais da vida de mais pessoas. A CASA DO SABER RIO O GLOBO reúne para oportuníssimo debate a tabeliã responsável pelo primeiro registro de união poliafetiva do Brasil, Fernanda de Freitas Leitão, o cineasta e diretor da série Amores livres do canal GNT, João Jardim, e o advogado e professor titular de Direito Civil da Uerj, Gustavo Tepedino, para debater o tema.



AS VÁRIAS FACES DE CARMEN, DE BIZET


Carmen, do francês Georges Bizet, é uma das óperas mais populares do mundo. Desde sua conturbada estreia, em 1875, até os dias de hoje, foram muitas as mudanças na interpretação – canto e teatro – de Carmen. Nesse encontro, faremos um passeio pelos melhores momentos de interpretações de gênios inesquecíveis, como Maria Callas, Elina Garanca, Anna Caterina Antonacci, Anne Sofie Von Otter, Jonas Kaufmann, Plácido Domingo, Roberto Alagna, Ruggero Raimondi, entre outros.