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O FIM DO AMOR


Como a psicanálise (com a sua subjetividade) e a justiça (com a sua objetividade) nos ajudam a atravessar o fim do amor? Em uma cultura composta por relações cada vez mais efêmeras, qual o lugar da família? E quais as consequências dessa efemeridade para a função parental?

O fim do amor é normalmente vivido como o fracasso de uma promessa, a frustração de uma esperança. Isso pode colocar o sujeito diante de uma perda sentida como irrecuperável, muitas vezes transportada para o campo da justiça.

Nessa aula aberta, a juíza de família Andréa Pachá e a psicanalista Sandra Niskier Flanzer abordam, à luz do direito e da psicanálise, a ruptura de relações estabelecidas a princípio para durar. A discussão será feita a partir da apresentação de casos reais em que os lugares familiares e a parentalidade ficam em questão - por exemplo, na alienação parental ou na ausência de um dos pais.



DA SEGURANÇA PÚBLICA À POLÍTICA DE DROGAS – COMO TORNAR NOSSAS CIDADES MAIS SEGURAS?


O direito à segurança é uma necessidade básica do cidadão e um dos pilares de nossa Constituição. Porém, tudo indica que em 2018 pelo menos 60 mil brasileiros serão assassinados. Por quê? Como evitar?

Nosso país é o campeão em mortes violentas no mundo, com cerca de 60 mil ocorrências por ano. A maioria das vítimas é jovem, negra, do sexo masculino e perde a vida sob a ação de armas de fogo. Parte considerável desses homicídios e quase 30% da população carcerária mantêm relações com o tráfico de drogas. Assim, a segurança pública e a política de drogas são temas afins quando se busca combater a violência em nossas cidades.

Com o objetivo de analisar tais questões, a CASA DO SABER RIO convida a pesquisadora Ilona Szabó , uma das vozes mais influentes sobre o tema, para um encontro esclarecedor. Hoje, no limite de uma situação de violência permanente no país, em especial no Rio de Janeiro, ela apresenta estratégias bem-sucedidas de redução de crimes ao redor do mundo e afirma: “A segurança pública não tem lado. ”



HISTÓRIA DA ARTE: PINTURA NO SÉCULO XIX


Esse curso pretende oferecer um panorama das mudanças no campo da pintura a partir das corajosas pinceladas do britânico William Turner no início do século XIX, bem como o definitivo rompimento com as tradições pictóricas a partir do movimento que ficou conhecido como Impressionismo, um caminho sem volta para a modernidade. Muito poderá ser discutido e apresentado em aulas fartamente ilustradas por imagens.

-> Dado o extenso programa do curso, o professor se reserva o direito de fazer pequenas alterações no andamento das aulas, de acordo com as necessidades do próprio curso e com a aquiescência dos alunos.  



A VIDA NÃO É JUSTA


Joice Niskier, atriz e diretora de teatro, lendo as primeiras histórias do livro A vida não é justa, da juíza Andréa Pachá, sentiu uma vontade imensa de começar de novo a leitura. “Queria reler e agora em voz alta”, pensou. E assim o fez, e outra vez, e achou que, se colocasse numa certa sequência, seria possível criar um roteiro que conduzisse o ouvinte a uma sala de teatro. Também, pudera! Andréa, juíza desde 1994, , foi roteirista e produtora teatral por cinco anos antes da magistratura e teve a sorte, digamos assim, de atuar durante 15 anos na Vara de Família. A família, um lugar por excelência do drama humano. E assim, entre o amor e o ódio, entre filhos precoces e acertos de contas, entre separações e reconciliações, Andréa nos sensibiliza com a sua escrita, sua compaixão e seu magistral senso de justiça, defendendo a humanidade do Direito.

Sejam todos bem-vindos a sentar-se nas cadeiras do emblemático Imperator e testemunhar, sem juízo de valor, histórias reais que poucos escritores ousariam imaginar, lidas pelos atores Claudio Mendes, Daniel Chagas, Leticia Isnard e Monica Bittencourt. Ao final da leitura, teremos uma conversa com a juíza, que nos contará mais sobre a experiência de decidir a respeito de situações tão importantes na vida de pessoas epara quem o diálogo não é mais possível, para quem é necessário que uma lei, ou o entendimento dela, faça justiça. E que não nos enganemos, pois a vida não é justa.  

> Este encontro ocorrerá no Centro Cultural João Nogueira - Imperator (rua Dias da Cruz, 170 - Meier, Rio de Janeiro)
> A entrada é gratuita e os ingressos poderão ser retirados uma hora antes do evento na bilheteria do Imperator  



HISTÓRIA DA ARTE: O INÍCIO DO SÉCULO XIX


Esse curso pretende fazer um percurso através da história da arte do início do século XIX. Esse momento corresponde a uma série de inovações no campo da arte e a um retorno a estilos do passado, principalmente ao período clássico. Muito poderemos ver e discussões serão propostas a partir de aulas fartamente ilustradas por imagens.

-> Dado o extenso programa do curso, o professor se reserva o direito de fazer pequenas alterações no andamento das aulas, de acordo com as necessidades do próprio curso e com a aquiescência dos alunos.  



BLACK LIVES MATTER - O MOVIMENTO NEGRO HOJE


A posse de Barrack Obama, primeiro presidente negro eleito nos Estados Unidos, em 2009, renovou entre as comunidades negras a esperança de uma sociedade igualitária. Diversos acontecimentos, no entanto, continuaram a retratar uma sociedade racista.

Em 2012, Trayvon Martin, um adolescente negro de 17 anos, voltava para casa vestindo um casaco com capuz em uma noite chuvosa quando foi morto a tiros pelo segurança Zimmerman, que o considerou suspeito. Com base em uma lei que prevê o direito de defesa, inclusive com armas de fogo, a qualquer cidadão que se sinta ameaçado, Zimmerman foi inocentado.

Nesse contexto foi criado o movimento #BlackLivesMatter, (vidas negras importam), que luta contra a brutalidade policial e as condições econômicas, sociais e políticas que oprimem os negros nos EUA.

A CASA DO SABER RIO, em parceria com o canal PHILOS TV, realiza a exibição do filme #Black Lives Matter, produzido por Matt Davis, seguida de um bate-papo com a historiadora Ynaê Lopes.

Apoio acadêmico:
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CARLOS LACERDA, ENTRE A PESSOA E O PERSONAGEM POLÍTICO


Morto há 40 anos, Carlos Lacerda foi uma das figuras mais polêmicas do século passado. À frente do jornal Tribuna da Imprensa, comandou a campanha que culminou no suicídio de Getúlio Vargas, além de ter colaborado para derrubar outros dois presidentes. Amado por uns e odiado por outros, exerceu também diversos cargos públicos até ter seus direitos políticos cassados em 1968. Seu mandato como governador do Estado da Guanabara deixou marcas.

Neste encontro, a CASA DO SABER RIO convida o advogado e sobrinho do político, Gabriel Lacerda, para uma conversa sobre sua atuação política à luz do cenário atual. Gabriel também apresentará o recém-lançado livro Meu Tio Carlos Lacerda, que, com uma narrativa leve e em tom quase confessional, apresenta a dimensão humana deste importante personagem da história brasileira.

O encontro é uma parceria entre a CASA DO SABER RIO e a editora Edições de Janeiro. Ao se inscrever, o aluno ganha de presente o livro de Gabriel Lacerda.

PARCERIA:
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BELEZA EM PAUTA


Ao receber códigos e padrões da mídia em relação ao corpo, sempre perfeito e inatingível, a mulher acaba se revestindo de uma identidade imposta de fora para dentro. Corta, costura, puxa, repuxa, estica e alarga de acordo com vitrines que ditam, mas não dialogam, modelos que desviam da rota pessoal corpos e formas.

Nesse encontro, a psicoterapeuta corporal Cláudia Baldo de Camargo propõe um bate-papo sobre o direito a se ter um corpo que conte uma história em primeira pessoa. Sobre o acolhimento de um biotipo próprio. Seria uma escolha ousada permitir-se ser o que se é?



OS LIMITES DA ARTE NO ESPAÇO URBANO


Até onde podem ir as expressões artísticas nas ruas e praças? Os imóveis podem ser convertidos em telas? O que é passageiro e o que é permanente na arte urbana e suas consequências práticas e jurídicas? Como compreender obras efêmeras? Qual o valor desta arte (como, por exemplo, o grafite de Basquiat, Bansky e Keith Haring)? De que maneira é possível equacionar a tríade liberdade de expressão, integridade da obra e o Direito de propriedade?

Neste encontro, o advogado Gustavo Martins de Almeida apresentará, a partir da experiência de outras cidades no mundo (como a polêmica ocorrida recentemente em São Paulo), um panorama contemporâneo da arte urbana no Rio de Janeiro, abordando as criações perenes e as momentâneas – como monumentos, grafite, flashmobs, fogos de artifício e esculturas de areia, bem como a legislação aplicável e decisões judiciais.