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VITALIDADE COGNITIVA


Nossa memória está intimamente ligada a nosso engajamento à vida, à maneira como percebemos e interpretamos o mundo, à capacidade de sonhar e vislumbrar um sentido para a existência. As frequentes demandas do dia a dia, muitas vezes estressantes, podem nos sobrecarregar e comprometer a eficácia cognitiva. Elas podem ocupar boa parte do foco da atenção sem que tenhamos plena consciência de sua presença e do nível de interferência que exercem a cada instante.

 

Neste encontro, a médica geriatra Tania Guerreiro abordará o uso da memória no cotidiano, as mudanças que ocorrem no envelhecimento, o que a ciência diz sobre prevenção de declínio cognitivo e a proposta de otimização cognitiva, além de oferecer estratégias para a conquista de uma memória eficaz.

 



Amor, sexo e felicidade


A partir de pesquisas antropológicas realizadas com 5 mil homens e mulheres nos últimos 25 anos, o curso buscará debater questões surgidas da comparação entre os dados levantados no Brasil com os de outras culturas. A ideia é tentar compreender as diferenças entre visões, comportamentos e valores presentes em gerações distintas, com destaque para a importância da liberdade e da felicidade. Pretende-se ainda aprofundar a discussão sobre a distância entre o discurso e o comportamento efetivo das pessoas em relação a valores como casamento, sexualidade, fidelidade, intimidade, corpo e envelhecimento.



A arte de envelhecer


Partindo de diferentes perspectivas filosóficas, o curso apresenta "lições" para se viver e se envelhecer bem. O tema do envelhecimento será trabalhado à luz do estoicismo, do epicurismo e do pensamento de Schopenhauer. Também será abordada a relação da chegada da maturidade com a filosofia dos sete princípios de Maulana Karenga, sociólogo e filósofo criador da celebração afro-americana Kwanzaa.



UMA HISTÓRIA DAS MULHERES NO BRASIL IV


“Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI... mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargo de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.” Uma das mais renomadas historiadoras brasileiras, autora de mais de 35 livros, Mary del Priore aborda, nesse ciclo de quatro aulas abertas, as lutas femininas nos últimos séculos no país, do período da colonização portuguesa aos dias atuais. Ela mostra as transformações e conquistas obtidas em diversos campos, como o casamento, a maternidade, a família, o envelhecimento, o corpo, a sexualidade, o trabalho e as funções na sociedade. A alteração do papel da mulher dentro das famílias, a mudança nos padrões de beleza e de corpo e a submissão (ou não) a esses modelos. Como eram as mulheres brasileiras nos séculos passados e como elas são hoje. O que mudou em comportamentos e desejos. E o que ainda guarda traços de hábitos, tradições e modelos antigos.



UMA HISTÓRIA DAS MULHERES NO BRASIL III


“Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI... mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargo de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.” Uma das mais renomadas historiadoras brasileiras, autora de mais de 35 livros, Mary del Priore aborda, nesse ciclo de quatro aulas abertas, as lutas femininas nos últimos séculos no país, do período da colonização portuguesa aos dias atuais. Ela mostra as transformações e conquistas obtidas em diversos campos, como o casamento, a maternidade, a família, o envelhecimento, o corpo, a sexualidade, o trabalho e as funções na sociedade. A alteração do papel da mulher dentro das famílias, a mudança nos padrões de beleza e de corpo e a submissão (ou não) a esses modelos. Como eram as mulheres brasileiras nos séculos passados e como elas são hoje. O que mudou em comportamentos e desejos. E o que ainda guarda traços de hábitos, tradições e modelos antigos.



UMA HISTÓRIA DAS MULHERES NO BRASIL II


“Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI... mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargo de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.” Uma das mais renomadas historiadoras brasileiras, autora de mais de 35 livros, Mary del Priore aborda, nesse ciclo de quatro aulas abertas, as lutas femininas nos últimos séculos no país, do período da colonização portuguesa aos dias atuais. Ela mostra as transformações e conquistas obtidas em diversos campos, como o casamento, a maternidade, a família, o envelhecimento, o corpo, a sexualidade, o trabalho e as funções na sociedade. A alteração do papel da mulher dentro das famílias, a mudança nos padrões de beleza e de corpo e a submissão (ou não) a esses modelos. Como eram as mulheres brasileiras nos séculos passados e como elas são hoje. O que mudou em comportamentos e desejos. E o que ainda guarda traços de hábitos, tradições e modelos antigos.



UMA HISTÓRIA DAS MULHERES NO BRASIL I


“Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI... mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargo de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.” Uma das mais renomadas historiadoras brasileiras, autora de mais de 35 livros, Mary del Priore aborda, nesse ciclo de quatro aulas abertas, as lutas femininas nos últimos séculos no país, do período da colonização portuguesa aos dias atuais. Ela mostra as transformações e conquistas obtidas em diversos campos, como o casamento, a maternidade, a família, o envelhecimento, o corpo, a sexualidade, o trabalho e as funções na sociedade. A alteração do papel da mulher dentro das famílias, a mudança nos padrões de beleza e de corpo e a submissão (ou não) a esses modelos. Como eram as mulheres brasileiras nos séculos passados e como elas são hoje. O que mudou em comportamentos e desejos. E o que ainda guarda traços de hábitos, tradições e modelos antigos.



Corpo, envelhecimento e felicidade


O curso busca debater questões que surgiram em 25 anos de pesquisas realizadas pela antropóloga Mirian Goldenberg com homens e mulheres de gerações distintas. Quais as diferenças entre visões, comportamentos e valores de homens e de mulheres a respeito do corpo e do envelhecimento? Qual a distância entre o discurso e o comportamento efetivo de homens e mulheres com relação ao valor da liberdade, da vontade e da amizade no processo de envelhecimento?