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EXTERMÍNIO NAZISTA: A MÁQUINA DO TERROR


Tratar das políticas de exclusão e de extermínio nazistas é lidar com uma das mais violentas rupturas com a imagem que o mundo ocidental, pensado como moderno e civilizado, tinha de si próprio. Isso porque não era concebível que no coração da Europa pudesse existir uma indústria racionalmente organizada para matar pessoas. Essa indústria resultou de uma utopia racista e excludente centrada em um programa de construção de uma sociedade homogênea. O nazismo levou ao extremo a ideia de que a diferença não era nem desejável e nem tolerável por meio do projeto de eliminar fisicamente grupos humanos.

 

O propósito deste curso é oferecer um tratamento panorâmico dessa política e refletir sobre as condições que a tornaram socialmente possível.



FÍSICA QUÂNTICA PARA CICLISTAS


A descrição científica do mundo microfísico aponta para indagações metafísicas em um curso que relaciona a física quântica à filosofia e à literatura. Mais que Aristóteles e Descartes, Jorge Luis Borges e Lewis Carroll ajudam a explicar o intrigante universo microscópico, suas partículas reais e virtuais, seus quanta de ação, seus múltiplos caminhos. O mundo pode ser completamente diferente do que estamos acostumados a perceber.



Mágica sem mágica - o mundo quântico


Por que a noite é escura? Por que a água congela? Por que um pedaço de metal muda de cor quando é aquecido? A observação de fatos simples do cotidiano vai nos guiar pelo mundo da física quântica, em dois encontros proporcionados pelo irmãos físicos Marco e Luca Moriconi. A concepção realista clássica que temos do Universo será questionada a partir de conceitos quânticos traduzidos de forma clara para um público leigo.



Mistérios do tempo


O tempo existe? Se sim, qual é a sua natureza? – perguntou Aristóteles em sua Física. Pensadores de diferentes épocas e origens se debruçaram sobre a temática do tempo, chegando a variadas teorias, ora definindo-o como uma sucessão de momentos relacionada aos movimentos do céu, ora como algo intrinsecamente ligado à relação do homem com a realidade e com a sua consciência. Esse curso propõe um panorama filosófico sobre o tempo em diversos aspectos, com ênfase nas especulações ontológica e psicológica. Serão problematizadas e analisadas as relações entre passado, presente e futuro à luz de Platão, Aristóteles, Santo Agostinho, Henri Bergson, Martin Heidegger, Gilles Deleuze, Walter Benjamin e de Exu.



O extermínio nazista e o mundo pós-guerra


Tratar das políticas de exclusão e de extermínio nazistas é lidar com uma das mais violentas rupturas com a imagem que o mundo ocidental, pensado como moderno e civilizado, tinha de si próprio. Isto porque não era concebível que, no coração da Europa, pudesse existir uma indústria racionalmente organizada e destinada a matar pessoas. Esta indústria foi estabelecida em função de um projeto de mundo excludente, uma utopia política racista centrada no programa de construção de uma sociedade homogênea. O nazismo levou ao extremo a ideia de que a diferença não era nem desejável e nem tolerável por meio do projeto de eliminar fisicamente grupos humanos.

O propósito deste curso é o de, ao lado de um tratamento panorâmico da política de extermínio nazista, refletir sobre as formas pelas quais este passado foi incorporado como história e como memória no espaço público.



QUANDO A GEOMETRIA SE TORNOU FORÇA


Em 1915, Albert Einstein, partindo da consideração de princípios primeiros e sem a orientação de quaisquer evidências ou dados sugestivos, lançou os fundamentos da Teoria da Relatividade Geral (TRG) – que, para o físico Max Born, constituiu “o maior feito do pensamento humano sobre a natureza, a mais impressionante combinação de penetração filosófica, intuição física e habilidade matemática”. De fato, aplicada às observações da astronomia profunda, a TRG permitiu que a ciência do século XX realizasse uma das mais espantosas descobertas sobre o mundo natural: a constatação de que somos parte de uma totalidade histórica, isto é, dinâmica, evolutiva, inacabada. Essa totalidade, identificada ao universo astronômico enquanto expressão mais abrangente do existir natural, tornou-se, assim, o objeto de uma nova disciplina científica: a Cosmologia Relativística. O objetivo desse encontro será o de descrever as ideias que nos permitiram começar a explorar esta entidade singular: tudo-o-que-existe.



As potências do falso e a coragem de dizer a verdade


O curso trabalha questões éticas e artísticas empenhadas em explicitar a capacidade que a vida tem de criar máscaras e simulações, engendrando, igualmente, verdades constituintes de novos estilos de vida. Postula, por um lado, a potência do falso manifestada pela arte, contrapondo-a ao ideal de verdade da antiga metafísica platônica e o seu legado moral. Segundo Nietzsche e Deleuze, o falso, enquanto potência, denuncia a ficção de um mundo verdadeiro, colocando em evidência a característica farsesca da vontade de verdade.

Por outro lado, de acordo com a elaboração de Michel Foucault, à verdade enquanto produção de poder será contraposta uma potência de verdade, cuja enunciação consolida um modo de existência ético que resiste criando possibilidades de devir. Sendo assim, as potências do falso e a coragem de dizer a verdade são propostas paradoxais de práticas de liberdade e criação, configuradas por um pensamento que inventa, para a vida, novos modos de existência.



Introdução ao Hinduísmo


O hinduísmo exerce permanente encanto sobre a imaginação dos ocidentais por suas sutis concepções metafísicas e sua infindável riqueza de sabedoria e beleza. Esse curso pretende fornecer uma visão de conjunto da tradição hindu abordando as principais fases de sua longa e fascinante história. Para tanto, serão apresentadas as diversas escolas religiosas e filosóficas que compõem o intrincado mosaico do mundo hindu, bem como suas tradições, seus cultos, seus costumes e sua simbologia sagrada.



Literatura e psicanálise


Neste encontro, o escritor Evandro Affonso Ferreira e a psicanalista Najla Assy falam sobre as profundas relações entre a Literatura e a Psicanálise: sem o Édipo da peça de Sófocles, Freud provavelmente estaria até agora procurando um filho culpado para seus conceitos. O escritor apresenta histórias sobre Kafka, Guimarães Rosa, Freud, Hilda Hilst, Borges, Montaigne, Heródoto, Manuel Bandeira, entre tantos outros, enquanto a psicanalista analisa, comenta, sobre todos os temas contidos nessas narrativas: o amor, o ciúme, a vaidade, o trágico, o sublime, as angústias metafísicas, o ódio, a morte, os desvãos da alma, a velhice, a generosidade, a fama, enfim, o que move o homem desde tempos imemoriais.