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TEMPOS DE COMPLEXIDADE CRESCENTE – FILOSOFIA, CIÊNCIA E ARTE


Os últimos 100 anos foram marcados por um desenvolvimento cada vez mais acelerado do saber sobre a natureza, a ciência e o agir sobre a natureza, com o desenvolvimento da tecnologia. Avanços como os ocorridos na Microfísica indeterminista, nas Matemáticas deslineares e na Cosmologia relativista, bem como nas Bio-, Nano- e Nootécnicas, deslocaram os pressupostos clássicos que informavam a cosmovisão moderna.

Diversas noções tradicionais acerca do mundo natural e de nossa posição de sujeito do conhecimento têm sofrido fortes transformações. Não à toa hoje entendemos de modo radicalmente novo tanto os sistemas naturais, seus processos e ritmos, quanto a abrangência e a profundidade alcançadas pela atividade humana, tomada em seu conjunto.

Assim, as novas perspectivas sobre a organização complexa das matérias e a possibilidade de invenção de novas formas nos convidam a reformular o antigo entendimento sobre a posição e as relações entre as potências do Espírito – a Filosofia, a Ciência e a Arte.



OBRAS FUNDAMENTAIS | PASSAGENS


A CASA DO SABER RIO realiza um ciclo de encontros sobre dez obras-primas indispensáveis nas áreas da filosofia, da literatura, da psicanálise, das ciências sociais e da história ocidental. Destacados professores apresentam os elementos mais relevantes de cada obra, os aspectos biográficos de seus autores, o contexto histórico de sua produção e o diálogo estabelecido por eles com outros textos e campos do saber.

Neste encontro, a professora Marcela Oliveira apresentará Passagens, de Walter Benjamin.



LAB PARA CRIANÇAS
ENCARE A VIDA COM BASTANTE FILOSOFIA!


No LAB desse dia iremos experimentar observar as situações sob diferentes perspectivas. Com atividades baseadas na empatia, as crianças se colocarão no lugar de outras pessoas e poderão refletir sobre o que é a verdade. Se existe uma só, se é possível olhar pra mesma cena, ouvir a mesma música, ler a mesma história e entender/ver coisas diferentes. E quem tem razão? Existe uma verdade só, absoluta? E como lidar com essa pluralidade de visões?



OBRAS FUNDAMENTAIS | AS ORIGENS DO TOTALITARISMO


A CASA DO SABER RIO realiza um ciclo de encontros sobre dez obras-primas indispensáveis nas áreas da filosofia, da literatura, da psicanálise, das ciências sociais e da história ocidental. Destacados professores apresentam os elementos mais relevantes de cada obra, os aspectos biográficos de seus autores, o contexto histórico de sua produção e o diálogo estabelecido por eles com outros textos e campos do saber.

Neste encontro, o professor Pedro Duarte apresentará As origens do totalitarismo, de Hannah Arendt.



OBRAS FUNDAMENTAIS | O SEGUNDO SEXO


A CASA DO SABER RIO realiza um ciclo de encontros sobre dez obras-primas indispensáveis nas áreas da filosofia, da literatura, da psicanálise, das ciências sociais e da história ocidental. Destacados professores apresentam os elementos mais relevantes de cada obra, os aspectos biográficos de seus autores, o contexto histórico de sua produção e o diálogo estabelecido por eles com outros textos e campos do saber.

Neste encontro, a professora Verônica Toste apresentará O Segundo Sexo, de Simone de Beauvoir.



OBRAS FUNDAMENTAIS | AS PALAVRAS E AS COISAS


A CASA DO SABER RIO realiza um ciclo de encontros sobre dez obras-primas indispensáveis nas áreas da filosofia, da literatura, da psicanálise, das ciências sociais e da história ocidental. Destacados professores apresentam os elementos mais relevantes de cada obra, os aspectos biográficos de seus autores, o contexto histórico de sua produção e o diálogo estabelecido por eles com outros textos e campos do saber.

Neste encontro, o professor Auterives Maciel Jr apresentará As palavras e as coisas, de Michel Foucault.



PROUST E DELEUZE, OS INTÉRPRETES AMOROSOS DO MUNDO


Na leitura deleuziana de Marcel Proust, o escritor francês é apresentado como um amante da verdade, o que, em geral, atribui-se apenas aos filósofos. No entanto, essa busca da verdade na literatura proustiana traz algo de profundamente novo para o âmbito do pensamento e da própria filosofia, já que não se trata da apreensão de uma verdade pura, lógica, e menos ainda de uma razão boa e reta que deseja naturalmente conhecer as coisas (conforme pensava Aristóteles).

Em Proust, a memória que cava e vasculha é despertada continuamente por uma busca apaixonada: a do tempo perdido. Uma busca que se converte em obcecada interpretação dos signos que nos rodeiam. Afinal, para Proust e Gilles Deleuze, conhecer é interpretar, é decifrar os signos emitidos pelo mundo, pelas coisas. “A verdade se trai”: aqui reside toda a verdade sobre a verdade. Ela se revela quando menos esperamos, numa lembrança involuntária ou por conta de um sinal que conseguimos decifrar. O filósofo e mesmo o romancista são pensados aqui como amantes, como intérpretes apaixonados do mundo. E, como tal, são possessivos e ciumentos em relação a seu objeto de desejo.



OBRAS FUNDAMENTAIS | A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO


A CASA DO SABER RIO realiza um ciclo de encontros sobre dez obras-primas indispensáveis nas áreas da filosofia, da literatura, da psicanálise, das ciências sociais e da história ocidental. Destacados professores apresentam os elementos mais relevantes de cada obra, os aspectos biográficos de seus autores, o contexto histórico de sua produção e o diálogo estabelecido por eles com outros textos e campos do saber.

Neste encontro, o professor Pedro Villas Bôas Castelo Branco apresentará A ética protestante e o espírito do capitalismo, de Max Weber.



A ÉTICA E O CORPO SEM ÓRGÃOS: O PLANO DE IMANÊNCIA DO DESEJO


Como criar para si um corpo sem órgãos pleno de alegria? Esta é a questão que inaugura uma ética sobre o plano de imanência do desejo. Tendo como referência a filosofia de Gilles Deleuze e Félix Guattari – que propõem uma conexão entre a obra do dramaturgo e poeta Antonin Artaud e a ética de Spinoza –, descreveremos uma diversidade de corpos sem órgãos para mostrar os riscos que enfrentam aqueles que avançam, sem prudência, pelos campos inusitados das experiências de desejo. Visamos, com isso, otimizar uma maneira prudente de produzir um corpo sem órgãos, buscando o recurso da nossa avaliação na ética de Spinoza e nos movimentos políticos construídos pelo combate às moralizações do desejo.