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COMO LER FOTOGRAFIAS, DA TEORIA À PRÁTICA


Desde sua invenção, no século XIX, jamais a fotografia foi tão utilizada quanto hoje. Se houve um formidável avanço tecnológico ao longo do tempo, os princípios da boa fotografia permanecem, no entanto, como nos primórdios dessa arte. Em três aulas, abordaremos a composição dos elementos no quadro, a luz que dá vida à imagem e o momento certo para pressionar o obturador. Na quarta aula, vamos a campo com smartphones para colocar os três princípios em prática.



O PACIENTE – O CASO TANCREDO NEVES


O longa O Paciente – O Caso Tancredo Neves, de Sergio Rezende, rodado entre novembro e dezembro de 2017, no Rio de janeiro, é um thriller que revela os detalhes que envolveram a misteriosa morte de Tancredo Neves. Com lançamento marcado para 13 de setembro, o filme tem Othon Bastos no papel do presidente eleito e Esther Goes, no de Risoleta, sua esposa. “A produção nos transporta ao lugar de Tancredo naquele momento. Ao longo das cenas, vamos vivendo tudo aquilo que ele viveu, suas angústias, medo e ansiedade quanto ao seu futuro como presidente e quanto ao futuro do país”, diz o diretor, lembrando da comoção nacional que mobilizou o país em torno do estado de saúde de Tancredo, que tinha acabado de ser eleito democraticamente depois do longo regime militar brasileiro, em 1985. A produção é de Mariza Leão, com coprodução da Globo Filmes, Paris Filmes e Telecine. A distribuição será da Paris Filmes.

Nesse encontro, a CASA DO SABER RIO exibe o longa-metragem e promove um bate-papo entre o diretor Sergio Rezende e o ator Othon Bastos.

Personagens – Elenco
Tancredo Neves - Othon Bastos
Risoleta Neves - Esther Góes
Dr. Pinheiro Rocha - Leonardo Medeiros
Dr. Renault - Otavio Muller
Dr. Pinotti - Paulo Betti
Antonio Britto - Emilio Dantas
Tancredo Augusto - Mario Hermeto
Aécio Neves - Lucas Drummond
Inês Maria Neves - Luciana Braga
Luisa, repórter - Priscila Steinman
Dr. Freire - Eucir de Souza
Dr. Gilberto Assis - Leonardo Franco
Patologista - Pedro Brício


Ficha técnica:
Direção - Sergio Rezende
Produção - Mariza Leão
Roteiro - Gustavo Liptzein
Fotografia - Nonato Estrela
Direção de Arte - Marcos Flaksman
Figurino - Kika Lopes
Montagem - Maria Rezende
Maquiagem e Caraterizaçāo - Adriano Manques
Trilha Sonora - David Tygel
Tec Som - Felipe Machado
Produção Executiva - Tathiana Mourāo
Produtores Associados - Tiago Rezende e José Alvarenga Jr.
Direção de Produçāo - Barbara Isabella
Produção de Elenco - Marcela Altberg
Finalizaçāo - Thiago Pimentel

Assista o trailer: https://goo.gl/2CFD4i



RETRATOS DE UMA ERA: DAS PINTURAS ÀS SELFIES


A popularização de smartphones dotados de câmeras de alta qualidade tornou a fotografia, em especial as selfies, praticamente onipresentes no mundo atual. Mas estaria o retrato perdendo sua essência com a profusão de imagens que inundam nosso cotidiano? Nesse curso vamos refletir sobre essa questão a partir de um resgate histórico do retrato. Os participantes serão instigados a produzir fotografias no intervalo entre as duas aulas, para que as imagens sejam analisadas conjuntamente no último encontro.



DO BARRACO AO BARROCO: A ORQUESTRA DE CORDAS DA GROTA


Nessa aula aberta, o fotógrafo Fernando Braune discorrerá sobre o processo criativo do trabalho que deu origem ao livro Querubins da Grota, em que retrata a Orquestra de Cordas da Grota. O grupo, formado por crianças e jovens da Grota do Surucucu, comunidade carente do município de Niterói (RJ), já recebeu diversos prêmios e reconhecimentos por seu caráter social.

Ao retratar a orquestra, Braune optou por sobrepor imagens coloridas de vitrais de igrejas com retratos em preto e branco de seus participantes – os “querubins” –, ensejando reflexões sobre a questão espacial na fotografia. As imagens passaram ainda por intervenções com lápis pastel seco e carvão e posteriormente foram tratadas em computador.

Em seu relato, o fotógrafo falará sobre como travou contato com o grupo, suas dificuldades iniciais, o planejamento do processo criativo e a forma como o trabalho de campo foi executado para permitir a comunhão com os “querubins da Grota”. Também serão lidos depoimentos de membros da orquestra e haverá uma pequena apresentação de um dueto de cordas da Grota.



COMO LER FOTOGRAFIAS


Desde sua invenção, no século XIX, jamais a fotografia foi tão utilizada como hoje. Se houve um formidável avanço tecnológico ao longo do tempo, os princípios da boa fotografia permanecem, no entanto, como nos primórdios. Em três aulas, vamos abordar a composição dos elementos no quadro, a luz que dá vida à imagem e o momento certo para pressionar o obturador. Na quarta aula, vamos a campo com smartphones para colocar os três princípios em prática.



CLARICE LISPECTOR E EU. O MUNDO NÃO É CHATO


Um mergulho no processo criativo de uma peça, do ensaio ao momento da apresentação no teatro. Essa é a proposta desses dois encontros: em um primeiro momento, observar (e, por que não, também opinar sobre) o ofício do ator e sua interação com o diretor, em um ensaio aberto ao público na reta final de uma estreia. Depois, assistir, no teatro, à peça ganhando vida, com todos seus elementos cênicos. A atriz Rita Elmôr e o diretor Rubens Camelo ensaiam, aqui na CASA DO SABER RIO O GLOBO, a peça "Clarice Lispector e eu. O mundo não é chato". Depois, a turma é convidada especial na semana da estreia, no Teatro Poeirinha.

"Clarice Lispector e eu. O mundo não é chato" é uma peça com textos de Clarice Lispector adaptados por Rita Elmôr. A atriz estreou sua carreira com uma peça sobre a escritora em 1998. De lá para cá, as fotos dessa encenação foram confundidas com as fotografias da própria Clarice. A peça é uma metáfora do que aconteceu com a imagem das duas: Clarice e Rita são constantemente confundidas nas redes sociais e em veículos de comunicação.

No espetáculo, as duas se misturam contando as suas histórias - muitas vezes a história de uma serve à história da outra. A timidez, solidão e o “desencaixe” da nossa anti-heroína fazem parte do tema central da peça, que alinhava 36 recortes da obra de Clarice a textos de Rita. Todos eles afirmam a vida e nos ajudam a pensar em maneiras mais inteligentes, criativas e harmônicas de se viver. O olhar político de Clarice, que está muito afinado com acontecimentos sociais contemporâneos, também aparece com muita força.

TEXTO: CLARICE LISPECTOR
ADAPTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO: RITA ELMÔR
DIREÇÃO: RUBENS CAMELO
CENÁRIO E LUZ: PAULO DENIZOT
FIGURINO: MEL AKERMAN
TRILHA SONORA: RITA ELMÔR
DESIGN GRÁFICO: VICTOR CORRÊA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO: RADHA BARCELOS
ASSESSORIA JURÍDICA: MURILO RABAT
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: CHRISTIANO NASCIMENTO E RITA ELMÔR
PRODUÇÃO: ART HUNTER PRODUÇÕES
REALIZAÇÃO: OVO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS



O CINEMA POR TODOS OS ÂNGULOS - A ARTE DE FAZER FILMES, PARTE 1


Um filme é aclamado pela crítica: você vai assistir e detesta. Ou, ao contrário, vai ver um filme que levou um “bonequinho dormindo” e gosta muito. Por que isso acontece? É só uma questão de gosto pessoal? Ou os críticos estão vendo alguma coisa que você não percebe? Como se avalia a qualidade técnica e artística de uma produção cinematográfica?

Pensando em responder a essas e outras questões, o ciclo Cinema por Todos os Ângulos se propõe a fornecer um panorama estendido sobre a sétima arte – dos bastidores ao produto final, passando por gêneros e escolas cinematográficas. O objetivo é permitir uma apreciação mais ampla e fundamentada das produções.

Nesse módulo, em cinco aulas com exibição de trechos de filmes, serão explorados os papéis de profissionais envolvidos no fazer cinematográfico, para além das funções de diretor e roteirista. Como se avalia a qualidade técnica e artística de uma montagem? O que faz o diretor de fotografia? E qual a contribuição do diretor de arte?



DA FOTOGRAFIA MODERNA À CONTEMPORÂNEA


Desde que foi inventada, no século XIX, a fotografia provocou uma forte discussão sobre suas potencialidades artísticas. Com o progressivo abandono da concepção de pureza e o rompimento com o passado, a fotografia das últimas décadas retomou práticas pioneiras, como colagens e montagens, reafirmando a “descategorização” e o caráter conceitualista da arte. Esse curso vai abordar as transformações da fotografia moderna e contemporânea a partir de uma interpretação crítica de seus períodos e movimentos na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. Ao longo de quatro aulas, serão revistas as obras de László Moholy-Nagy, El Lissitzky, Florence Henri, Lenora de Barros, Imogen Cunningham, Edward Weston, Ansel Adams, Jeff Wall, Sam Taylor-Wood, Sebastião Salgado, Vik Muniz, Mona Hatoum, Nan Goldin, entre outros.



LEIS DA ARTE


O mercado de arte vem se desenvolvendo com vigor mundo afora e, no Brasil, passamos por uma evolução significativa nos últimos anos. Para se ter uma ideia, em 2012 as negociações nesse meio tiveram crescimento de 22,5% no país – o que então correspondia a três vezes a média mundial. Ainda assim, há uma defasagem entre a prática cotidiana e o que a lei prevê. Quais os papéis, os direitos – e também as obrigações – de artistas, colecionadores, expositores e leiloeiros? E dos herdeiros? O que versa a lei sobre falsificações? E reproduções?

A partir de casos emblemáticos e atuais de disputas no meio artístico, serão examinados os direitos básicos, morais e patrimoniais dos artistas, como os de integridade da obra e de sequência e sucessão, bem como os direitos daqueles que adquirem e expõem quadros, fotografias e esculturas.