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Quatro governantes que mudaram o Brasil

Ao longo da história do Brasil, algumas administrações foram mais capazes do que outras de imprimir mudanças que alterassem o destino do país. Produto da iniciativa e da visão de progresso do líder ou obra do acaso, tais mudanças, mesmo quando interrompidas pelos governos seguintes, provocaram um rearranjo na estrutura política e administrativa do Estado que se refletiu nos rumos da sociedade. Se outros momentos foram importantes, pode-se dizer que o período em que D. João VI reinou no Rio de Janeiro foi definitivo para o processo da independência brasileira. Durante o longo reinado de D. Pedro II, o Brasil consolidou sua unidade, desenvolveu a arte, a cultura e os estudos históricos, respeitou a liberdade de imprensa e de opinião, enfrentou a maior guerra que já houve no continente e se impôs diante do mundo como a única nação estável da América do Sul - mas a última a abolir a escravidão.

O presidente Rodrigues Alves (1902-1906) atuou decisivamente para recuperar para o Brasil o prestígio perdido com a queda da monarquia. Seus esforços envolveram a remodelação do Rio de Janeiro, o combate às epidemias, uma política externa hábil e corajosa e a obtenção do primeiro cardinalato para o Brasil. Sabendo cercar-se de homens competentes como o Barão do Rio Branco, o epidemiologista Oswaldo Cruz e o prefeito Pereira Passos, seu governo representou, de fato, a entrada do Brasil no século XX.

Na superação do que foi o liberalismo da República, o primeiro governo Vargas (1930-1945), caracterizado pelo autoritarismo, representou, no entanto, o momento da industrialização e da adoção dos direitos dos trabalhadores. O nacionalismo da fase autoritária se expressaria na luta pela independência brasileira frente ao progressivo poder dos Estados Unidos, que marcou o segundo governo Vargas (1951-1954).



Guerra Civil Espanhola: a história não contada

A Guerra Civil transformou a Espanha em um campo de batalha entre 1936 e 1939, deixando um saldo de aproximadamente 400 mil mortos. Em outubro de 1938, o periódico Paris-soir enviou ao país o fotógrafo Jean Moral e o repórter Joseph Kessel para a cobertura do fim da República Espanhola, registrando a coragem dos soldados e a miséria e angústia do povo nos primeiros momentos da terrível ditadura do general Franco, que duraria décadas.

A CASA DO SABER RIO, em parceria com o canal PHILOS TV, realiza a exibição do filme Guerra Civil Espanhola: a história não contada (França, 2016), dirigido por Patrick Jeudy, seguida de um bate-papo com o historiador Vagner Camilo.

Apoio acadêmico:



O incrível diário de Anne Frank

Considerado um dos livros mais influentes do século XX, o diário de Anne Frank é um símbolo da crueldade e da esperança vividas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). As memórias, escritas por uma jovem de 16 anos em um esconderijo na Amsterdã ocupada por nazistas, oferecem um testemunho comovente do terror da dominação hitlerista.

A CASA DO SABER RIO, em parceria com o canal PHILOS TV, realiza a exibição do filme O incrível diário de Anne Frank (Inglaterra, 2015), dirigido por Bernard Krikke e Simonka de Jong, seguida de um bate-papo com o historiador Michel Gherman.

Apoio acadêmico:
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