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Teatro e mitologia


O curso se propõe a refletir sobre as origens do teatro no Ocidente, na Grécia antiga, em suas expressividades fundantes: a tragédia e a comédia áticas. Como desdobramento de tais proposições, busca pensar o contexto social, político e filosófico em que as artes cênicas foram configuradas em nossa civilização. E também analisar a importância da mitologia grega, matéria e fonte dessa dramaturgia, na construção do imaginário ocidental. As aulas têm início com as origens das artes cênicas, desde a época arcaica – da rapsódia homérica, da lírica coral, dos ditirambos – até o século clássico, em que o teatro torna-se o foco de formação política e poética da cidadania grega. E, dentro dessa produção, os nomes de Ésquilo, Sófocles, Eurípedes e Aristófanes são os mais representativos.



Como fazer um best-seller


Eduardo Spohr, autor de A batalha do Apocalipse, com mais de 600 mil cópias vendidas, conquistou jovens leitores de literatura fantástica com tramas envolvendo anjos e heróis a partir de seu conhecimento sobre mitologia, Bíblia e cultura nerd. Com mais de 1 milhão de exemplares vendidos, Thalita Rebouças é um fenômeno; as histórias da coleção Fala sério caíram totalmente no gosto das pré-adolescentes, fãs da personagem Malu. Qual a receita para fazer um livro que encante os jovens? Há ingredientes para escrever um best-seller? Como incentivar a leitura de escritores nacionais? Por que há preconceito, principalmente no meio intelectual, com autores de best-sellers? Spohr e Thalita se encontram para responder a essas perguntas e revelar os caminhos do sucesso no mercado editorial brasileiro.



Mitologia e cinema


A proposta do curso é trabalhar com alguns desdobramentos modernos da mitologia grega no cinema de arte. Pensar o modo como cineastas inventivos recriaram, à luz de questões candentes de seus momentos históricos, o rico imaginário legado ao Ocidente pela Antiguidade arcaica. Material fabular que foi retrabalhado da mesma forma pelos tragediógrafos da Grécia clássica e que é fonte inesgotável de iluminação para psicanalistas, artistas, filósofos.



Para entender Jung


Ex-discípulo e colaborador de Sigmund Freud, o psicanalista suíço Carl Gustav Jung ficou conhecido por uma obra singular e original que buscou expandir o campo de atuação da psicanálise. Suas ideias sobre os arquétipos e o inconsciente coletivo têm sido a base de numerosos estudos, não só na área das psicoterapias como também nas da sociologia e da mitologia, como nos mostram os estudos de Michel Maffesoli e Joseph Campbell, entre outros autores. A sincronicidade, por meio da qual Jung explica o porquê de técnicas oraculares, como astrologia, tarô, I-Ching, têm despertado igualmente grande interesse. A importância da espiritualidade para o homem atual é outra ideia-chave de sua teoria, que busca nos mostrar o processo de individuação de cada um de nós, seres únicos. Pois, conforme diz, “só o que nós somos verdadeiramente tem o poder de nos curar”. Esse curso pretende fazer uma introdução aos principais conceitos de C.G. Jung, com exemplos da clínica e da literatura, trazendo suas concepções para o momento atual e esclarecendo o uso equivocado de suas teorias.



Fernando Pessoa e os gregos


Esse curso abordará os traços principais do pensamento de Ricardo Reis no conjunto dos poemas escritos por esse heterônimo de Fernando Pessoa. A intenção é expor, inicialmente, o íntimo diálogo que a sua poesia estabelece com a poesia antiga, o que se manifesta na menção recorrente a deuses e a algumas das ideias fundamentais da mitologia greco-latina, tais como a concepção de destino e a não liberdade do homem. Em sequência, mostrará como esse pensamento que move a pena do poeta acaba por conformar um éthos (um domínio) e uma ética que assumem e reivindicam uma determinada postura diante da vida e do mundo.



Mitologia e cinema


A proposta do curso é trabalhar com alguns desdobramentos da mitologia grega no cinema de arte moderno. Pensar o modo como cineastas inventivos recriaram, à luz de questões candentes de seus momentos históricos, o rico imaginário mítico legado ao Ocidente pela Antiguidade arcaica. Material fabular que foi retrabalhado também pelos tragediógrafos da Grécia clássica e que, através dos séculos, vem sendo uma fonte inesgotável de iluminação para psicanalistas, artistas, filósofos.