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As leis da moda: de Luís XIV a Louboutin


Desde que surgiu como fenômeno social amplo, a moda está sujeita ao julgamento histórico. Ela foi durante séculos um importante instrumento de dominação e poder, legitimado por rigorosas leis que, vigentes até o final do século XVIII, estabeleceram as regras do vestir nas monarquias europeias. Ferramenta de distinção social, a moda foi desenhando sua trajetória através da história e chegou à atualidade com características totalmente diversas das predominantes no passado. A proposta do curso é estudar as ferramentas de legitimação da moda, desde as “leis sumptuárias” do século XIV até os dias atuais, ultrapassada a primeira década do século XXI, quando as “leis de mercado” é que regem a sociedade de consumo. Serão abordadas também questões éticas, direito de autor e formas de proteção na criação de moda hoje.



Sujeito e imagem na era da internet


O que está verdadeiramente em jogo na grande exposição de si a que hoje convidam as redes sociais e outros dispositivos da web? Longe de ser mero exibicionismo ou perda das fronteiras da intimidade, trata-se, em parte graças à difusão da fotografia e do vídeo digital, de novas modalidades culturais de construção da imagem de si na cena do mundo. O curso vai explorar tais modalidades em suas incidências na arte e na vida cotidiana, de modo a refletir sobre a inscrição do sujeito na cultura em suas variações históricas.



Para pensar o vinho


Autor de quatro livros de sucesso, o prestigiado crítico de vinhos Marcelo Copello prepara-se para lançar este ano o quinto: Vinho & Muito mais (editora Best Seller). En primeur, debaterá na CASA DO SABER RIO O GLOBO alguns dos temas abordados nesse novo livro, além de outros desenvolvidos em suas obras anteriores. Para Copello, o vinho é apenas um líquido dentro de uma garrafa – a emoção está em quem o degusta. O vinho, por sua complexidade e antiguidade, é um perfeito espelho do ser humano que o prova. Músicos degustarão acordes; arquitetos, estruturas; cinéfilos, cenas e roteiros. Copello nos mostra como pensar o vinho, analisando sua relação com temas como pintura, contexto, astrologia, moda, carnaval, pensamento e linguagem, religião, natureza e música.



Bastidores do mundo fashion


Há oito anos diretora de redação da edição brasileira da Vogue, a revista de moda mais famosa e importante do mundo, Daniela Falcão vem à CASA DO SABER RIO O GLOBO para dois bate-papos animados. Ela vai explicar como é a rotina de um editor durante a cobertura das semanas de prêt-à-porter de Nova York, Londres, Milão e Paris: da disputa pelo melhor lugar no front row à visita aos showrooms após os desfiles. A relevância da crítica de moda especializada hoje, num cenário em que blogueiras são as estrelas do show, tomando o lugar de editores e compradores. E tendo como exemplo a edição anual dedicada ao Rio de Janeiro, que sai no final de novembro, Daniela também vai contar como é editar a principal revista de moda do país; da definição do que entra ou não na pauta à escolha dos fotógrafos, modelos e locação de um editorial. O relacionamento entre as grifes e os editores: jabás, interferência do departamento comercial e outras questões polêmicas.



Dietas, para que te quero? Que corpo eu consigo vestir?


Por que minhas dietas nunca dão certo? Por que não consigo mudar meu estilo de vida e sempre desisto? Será que para ser saudável precisarei viver de dieta o resto da vida? Como entender a nutrição se a cada dia dizem o oposto do ano anterior? Qual a chance de agora dar resultado? O assunto é sempre o mesmo: corpo ideal, dietas da moda, rejuvenescimento e, por último, saúde, nem tanto para viver mais, mas sobretudo para bem viver. Nesse ciclo, uma das mais renomadas nutricionistas do país vai discutir o assunto e explicar tudo o que você queria saber para viver melhor com seu corpo.



A história da Vogue


Diretora de redação da Vogue Brasil, Daniela Falcão volta à Casa do Saber Rio O Globo para uma palestra sobre a história desse ícone da moda desde sua fundação como revista semanal, em 1872, por Arthur Baldwin Turnure. A palestra abordará as transformações ocorridas na Vogue após sua venda para Condé Nast, em 1905, quando a publicação se voltou para o público feminino, sem deixar o luxo para trás, e surgiram as primeiras versões europeias (Inglaterra, 1916; e França, 1920). Com apoio de imagens para contar essa trajetória, Daniela mostrará o impacto de supereditoras como Diana Vreeland, que, nos anos 1960, transformou modelos em celebridades e celebridades em modelos; e Anna Wintour, à frente da revista desde a década de 1980. Não ficará de fora o desembarque no Brasil, em 1975, representando uma nova fase para a expansão mundial, consolidada a partir dos anos 1990, quando foi lançada em países cujo mercado de luxo está em pleno crescimento, caso de Rússia, Japão, Índia e Turquia.



Psicopatologia da vida cotidiana


Em tempos de doenças da moda e epidemias diagnósticas, até onde podemos nos considerar “normais” e em que momento é preciso procurar ajuda? Seremos todos bipolares ou deprimidos? Todo esquecimento é preocupante? Para tudo é preciso remédio? Por que algumas pessoas não dão certo? Longe de dicas de autodiagnóstico e de uma psiquiatria para leigos, esse curso pretende discutir os principais eventos do dia a dia frequentemente confundidos com sintomas a serem medicados e com doenças que justificariam todo e qualquer fracasso. Como podemos nos reconhecer minimamente saudáveis nessa selva de classificações prêt-à-porter?



A moda brasileira no século XXI


A moda brasileira é hoje não apenas uma das maiores traduções do estilo de vida no Brasil, como também um importante produto de exportação. O conhecimento do contexto mundial e de seus impactos no país, além dos momentos-chave no processo de formação e desenvolvimento da moda nacional, é fundamental para a compreensão de muitos dos fenômenos que determinam o cenário tão particular de uma das mais valorizadas atividades da indústria criativa do país. Ministrado por três especialistas no assunto, esse curso discutirá temas relevantes, como o contexto internacional e seus impactos na moda do Brasil; a trajetória da moda brasileira; a importância da moda praia e da periferia; as mudanças sociais e comportamentais; o cenário atual e seus principais players.



O indivíduo na sociedade de massa


As teses sobre a modernidade insistem na importância de alguns temas para se compreender o atual momento da história do Ocidente, com sua tensão entre singularidade e massificação, o sentimento de vazio, a procura pelo “autêntico”. Esse curso parte dessas questões para examinar quatro experiências típicas das sociedades de massa modernas: a fama, a moda, o consumo e o turismo. A proposta é discutir de que forma as grandes questões da modernidade aparecem nesses fenômenos. Que tipo de necessidade impulsiona o desejo de ser uma “celebridade”? Qual o fascínio que os ídolos exercem sobre os fãs? Por que “estar na moda” é tão valorizado? De onde vem o anseio pelo consumo? O que torna um lugar “turístico”? Qual a natureza desse “consumo de lugares”? Tais experiências, recorrentes nas sociedades de massa, parecem se entrelaçar entre si, formando um mosaico de aspirações que buscam atender a anseios do indivíduo moderno em um esforço para aplacar angústias e vazios. Por essa razão, elas nos convidam a examiná-las de maneira integrada, como estratégia para compreender o que é viver nas modernas sociedades de massa.



Convivendo com pessoas difíceis


Sartre disse que o inferno são os outros, mas há quem exagere e leve essa definição ao extremo. Em tempos de redefinição dos parâmetros de convivência, há quem se destaque por ser difícil de lidar. O limite sutil entre o exagerado e o patológico nos traços de personalidade é o objeto de estudo desse curso, cujo mote é a questão: de que maneira o entendimento da dinâmica por trás dos sintomas pode nos ajudar a compreender melhor aqueles que nos incomodam?



Os caminhos do gênero na moda


A moda feminina trilhou séculos de uma interessante trajetória até chegar ao hibridismo atual. Hoje, são poucas as barreiras entre feminino e masculino, o que torna a moda, simultaneamente, singular e plural. Desde o século XIX, vários acontecimentos marcantes e criadores geniais como Cristóbal Balenciaga, Dior, Chanel e Yves Saint-Laurent foram desenhando o cenário fashion contemporâneo. Da rainha Vitória e dos dândis na Inglaterra; do jeans das minas de ouro na Califórnia do século XIX aos ícones do hip hop no século XXI, feminino e masculino foram se misturando, culminando com a inusitada combinação e convivência de gêneros no guarda-roupa feminino. Neste curso, faremos a costura entre fatos, acontecimentos e personagens marcantes desde o século XIX aos dias atuais que provocaram o interessante hibridismo de gêneros na moda feminina do século XXI.



Dança do Passinho


O passinho é mais que uma dança. É um movimento criado nas ruas, nos bailes e na internet por jovens que vêm conquistando a sua visibilidade a partir de uma nova forma de expressão, de moda, de comportamento. Nascido nos bailes funks cariocas em 2000, o passinho multiplicou seu alcance através de vídeos amadores produzidos pelos próprios dançarinos. As redes sociais eram a pista perfeita para as chamadas batalhas de passinho: os participantes podiam duelar sem pegar ônibus ou frequentar áreas rivais. Assim, esses jovens se tornaram empreendedores de si mesmos. No passinho, todos são estrelas e produtores de conteúdo. Nesse encontro, a CASA DO SABER RIO O GLOBO recebe os integrantes do Dream Team do Passinho. Com apenas um ano de vida, o grupo já realizou shows em espaços diversos como o Réveillon de Copacabana, o Museu de Arte Moderna do Rio, a Favela do Fumacê, entre outros. Além de mostrar o que é o passinho na prática, Lellêzinha, Hiltinho Fantástico, Diogo Breguete, Plabinho Fantástico e Rafael Mike participam de um bate-papo com o diretor, roteirista e criador do Baile do Passinho Rafael Dragaud sobre suas histórias e suas trajetórias neste movimento que valoriza a paz, a alegria a saúde e, principalmente, a diversidade.  



Moda, blogs, inovação e sucesso


Alice Ferraz percorreu um longo caminho desde seu primeiro emprego na Forum, nos anos 90, até se tornar uma das 500 pessoas mais influentes do mercado mundial da moda em 2013 e 2014, segundo o site britânico The Business of Fashion. E, nessa trajetória, ela não parou de ter ideias. A primeira veio após sua passagem pelo marketing das redes Mappin e Mesbla: criar uma assessoria de imprensa voltada para a construção de marcas. Depois de acompanhar uma Semana de Moda de Nova York, ela teve uma segunda grande ideia: desenvolver uma plataforma de blogs de moda. Nascia aí a F*Hits, que hoje inclui quase três dezenas de blogs com 40 milhões de page views, 10 milhões de seguidores no Instagram e 10 milhões de visitantes únicos todo mês. E as ideias de Alice não pararam de surgir. A última delas causou frisson: a formação de um curso de dois anos na Faculdade Belas Artes, em São Paulo, para capacitar blogueiras e ensiná-las a trabalhar com mídias sociais. A CASA DO SABER RIO O GLOBO recebe essa empresária paulista para um bate-papo descontraído sobre moda, blogs e inovação.



Rafael Costa e Silva – Reflexões e prática de um chef revelação


Para conseguir mesa no restaurante Lasai é preciso paciência, pois a lista de espera é de semanas. Mas quem teve o prazer de provar os pratos de Rafael Costa e Silva não costuma se incomodar com isso. Suas criações ganharam a crítica, o respeito e a admiração dos colegas, entre eles o chef mais importante das últimas décadas, o espanhol Ferran Adriá, que revolucionou a gastronomia mundial com o seu El Bulli. Foi no Lasai que Adriá jantou, às vésperas da final da Copa do Mundo, durante uma viagem de bate e volta ao Brasil. Ele queria ver o que o ex-sous chef do Mugaritz, apontado como um dos melhores restaurantes do mundo, estava aprontando em sua primeira experiência solo.

Os alunos da CASA DO SABER RIO O GLOBO terão o prazer de conhecer de perto o talento de Rafael e de sua afinada (e cosmopolita) equipe e saber como ele encantou Adriá e outros chefs, como Andoni Luis Aduriz do Mugaritz. Serão dois encontros especiais, de teoria e prática. No primeiro, aqui na CASA, ele dará uma aula sobre sua trajetória, sua formação, sua compreensão da gastronomia, sua filosofia e preocupação em conhecer cada produto e cada produtor. No segundo, a turma será convidada especial de um almoço no restaurante Lasai para se deliciar com as invenções de Rafael. Certamente, um dos cursos mais saborosos da história da CASA.



Transtornos mentais: limites entre a psiquiatria, as medicações e a psicanálise


Numa época de incertezas, pode ser bem difícil chegar a definições sobre a saúde e a doença. Como diferenciar uma tristeza de uma depressão? Meu modo de vida é considerado “normal”? O que é o normal, no que diz respeito ao que se sente e a como se vive? Quais as “respostas” possíveis para uma vida que me parece difícil ou insatisfatória? O propósito central desse curso é revelar de que maneira disciplinas afins como a psiquiatria, a psicologia e a psicanálise procuram responder a tais questões. Além disso, apresentaremos o alcance e as limitações das medicações e de modalidades psicoterápicas para os, assim chamados, transtornos mentais.



Grandes nomes da moda


Daniela Falcão, diretora de redação da Vogue, relembra alguns de seus encontros mais marcantes com personagens fundamentais do mundo da moda ao longo de seus dez anos à frente da publicação: tudo o que ela não escreveu sobre as conversas com Karl Lagerfeld, Gisele Bündchen, Alber Elbaz, Frida Giannini, Nicolas Ghesquière, Mario Testino, Donatella Versace e outros. O que eles disseram, o que não foi publicado – e por quê – e a personalidade desses ícones do mundo fashion.



Somos todos bipolares?


Vivemos, cada vez mais, tempos em que a euforia torna-se uma meta e o principal indicador de sucesso e realização. Por sua vez, qualquer tipo de tédio ou tristeza remete a doenças passíveis de intervenção. Até que ponto estas e outras modalidades de desconforto existencial precisam ser tratadas com medicamentos? Será a euforia um ultimato de uma época para lá de acelerada? Ou será que esse estado eufórico que transmite velocidade, poder e fúria também merece ser analisado e, algumas vezes, evitado? Para onde nos levará essa atormentada montanha-russa de sentimentos intensos?



Convivendo com pessoas difíceis II


O filósofo espanhol Ortega y Gasset dizia que civilização é, sobretudo, vontade de convivência. Mas quando falta vontade e sobra necessidade, nem sempre a coexistência é das mais civilizadas. Como lidar com ansiosos e amedrontados? E com ardilosos e predadores? E com insatisfeitos crônicos? O limite sutil entre o exagerado e o patológico nos traços de personalidade é o objeto de estudo desse curso, cujo mote é a seguinte questão: de que maneira o entendimento da dinâmica por trás dos sintomas pode nos ajudar a compreender melhor aqueles que nos incomodam?



Roland Barthes, 100 anos depois


Foram muitos os interesses que guiaram a trajetória intelectual do semiólogo francês Roland Barthes (1915-1980). A literatura, a publicidade, o cinema, as artes plásticas, a moda, a fotografia, o teatro, a música, e, sobretudo, sua devoção à linguagem, fizeram dele um dos mais destacados e múltiplos pensadores do século XX, cujo legado segue atual, 100 anos após seu nascimento.

Para celebrar esse "sujeito incerto", como ele mesmo se definiu em sua aula inaugural no Collège de Paris, a CASA DO SABER RIO O GLOBO convida Ana Maria Machado, que além de ser uma das mais importantes escritoras brasileiras e membro da Academia Brasileira de Letras, foi orientanda de Barthes em Paris, onde também participou de um seleto grupo de estudos coordenado pelo semiólogo. Em um bate-papo com a pesquisadora e professora de Poética Beatriz Resende, Ana Maria Machado compartilhará a experiência vivida e suas memórias acerca de Barthes.



Al Capone: vilão ou anti-herói?


Ele já foi nomeado o homem mais importante do ano pela revista Time de 1929, ao lado de personalidades como Albert Einstein e Mahatma Gandhi. Inspirou diretores de cinema da magnitude de Federico Fellini e atores como Robert De Niro e Al Pacino. Seus trajes ainda hoje têm impacto no mundo da moda, enquanto, na música, suas boates clandestinas serviram de ambiente ideal para o florescimento do jazz e o despertar de artistas como Louis Armstrong, Anita O’Day e Billie Holiday. Aquele que era para ser um típico filho de imigrantes italianos perdido no mundo do crime acabou se tornando um dos ícones da cultura dos Estados Unidos. Expulso da escola por ter agredido a professora e conhecido por uma cicatriz na bochecha, Al Capone desafia nosso julgamento ao ser, ao mesmo tempo, objeto de censura e admiração.

Sua biografia é o tema do documentário Al Capone: um ícone americano (Al Capone: Icon), dirigido por Danielle DiStefano e Danielle Gervais. A CASA DO SABER RIO O GLOBO, em parceria com o CANAL PHILOS, realiza a exibição desse filme seguida de um bate-papo com a roteirista Maria Clara Mattos sobre o impacto da figura do criminoso no imaginário social.



Marcas que fazem a moda do Rio


O Rio de Janeiro é uma das cidades que mais capitalizam, a seu favor, o estilo de vida e a moda criada e adotada localmente. Não à toa tornou-se polo criador e difusor do lifestyle brasileiro no mundo, transformando a moda carioca em um valioso patrimônio de seus habitantes. Conhecer a trajetória e a posição de marcas locais – hoje renomadas internacionalmente – que ajudaram a construir a história da moda brasileira é fundamental para que se compreenda o destaque da cidade no cenário contemporâneo.

O objetivo do ciclo é reunir os criadores de algumas das grifes mais representativas do Rio de Janeiro e mais desejadas do Brasil para que, através de um passeio por suas histórias – das origens aos dias atuais –, parte importante da história da moda contemporânea brasileira seja conhecida, entendida e valorizada.

*As inscrições podem ser feitas separadamente para cada encontro.



DIALOG PARA PAIS
Onde aperta o pause? É possível desconectar, desacelerar na era da internet ilimitada?  


O Dialog é um projeto voltado para todos os que vivem a grande aventura de ter filhos. É um espaço franco, aberto, com discussões realistas sobre as questões que envolvem paternidade/maternidade. Sem moralismo ou regras, o diálogo é em rede. Sim, aqui não tem espaço para a perfeição – que não existe, vamos combinar?

A vida que acontece é aquela que engloba gritos, beijos, sorrisos, frustrações, dúvidas, comemorações, medo, abraços, conquistas, colo, manha, cansaço, coragem, realização e a palavra a mais que você conseguir listar aqui. O Dialog está ABERTO!

Nesse encontro: Ouvimos por aí: o celular é a nova chupeta. Só assim para a criança ficar quieta, argumentam. Será? Em tempos de aceleração, como viver uma vida mais slow? Quais os limites dessa nova geração de nativos digitais que nunca tiveram a experiência de ser 100% off-line? Como ensinar a importância do saber esperar para crianças multimodais, que acessam tudo ao mesmo tempo agora? Existe um equilíbrio?

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