O CINEMA POR TODOS OS ÂNGULOS - A ARTE DE FAZER FILMES, PARTE 1

MONTAGEM, SOM, FOTOGRAFIA, DIREÇÃO DE ARTE E INTERPRETAÇÃO


De 10 de março a 07 de abril - Quintas-feiras - das 20h às 22h - 5 encontros

Um filme é aclamado pela crítica: você vai assistir e detesta. Ou, ao contrário, vai ver um filme que levou um “bonequinho dormindo” e gosta muito. Por que isso acontece? É só uma questão de gosto pessoal? Ou os críticos estão vendo alguma coisa que você não percebe? Como se avalia a qualidade técnica e artística de uma produção cinematográfica?

Pensando em responder a essas e outras questões, o ciclo Cinema por Todos os Ângulos se propõe a fornecer um panorama estendido sobre a sétima arte – dos bastidores ao produto final, passando por gêneros e escolas cinematográficas. O objetivo é permitir uma apreciação mais ampla e fundamentada das produções.

Nesse módulo, em cinco aulas com exibição de trechos de filmes, serão explorados os papéis de profissionais envolvidos no fazer cinematográfico, para além das funções de diretor e roteirista. Como se avalia a qualidade técnica e artística de uma montagem? O que faz o diretor de fotografia? E qual a contribuição do diretor de arte?

ÁREA DO ALUNO
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aulas


  • 10 MAR | FOTOGRAFIA
    A fotografia como elemento mais importante para a construção dramática. O trabalho do diretor de fotografia e sua equipe. A evolução das câmeras. Exibição de trechos de O cidadão Kane (Citizen Kane), direção de fotografia de Gregg Toland, EUA (1941); Fanny e Alexander (Fanny och Alexander), direção de fotografia de Sven Nykvist, Suécia (1982); Tropa de elite, direção de fotografia de Lula Carvalho, Brasil (2007); Visions of light – The art of cinematography (documentário inédito).


  • 17 MAR | MONTAGEM
    Como trabalha um montador? A montagem clássica, “invisível”; a montagem russa, “dialética”; e a montagem moderna, “elítica”. Como apreciar uma boa montagem? Exibição de trechos de O encouraçado Potemkin (Bronenosets Potemkin), dirigido por Sergei Eisenstein, URSS (1925); Casablanca, dirigido por Michael Curtiz, EUA (1942); Cidade de Deus, dirigido por Fernando Meirelles, Brasil (2002); The cutting edge – The magic of movie editing (documentário inédito).


  • 24 MAR | SOM
    O cinema é uma arte audiovisual. O som tem um papel essencial na qualidade de um filme. Os elementos que compõem a trilha sonora: diálogos, ruídos de fundo, música. Exibição de trechos de Era uma vez no Oeste (C’era una volta il West), com música de Ennio Morricone, Itália/EUA (1968); Easy rider (Sem destino), dirigido por Dennis Hopper, EUA (1969).


  • 31 MAR | DIREÇÃO DE ARTE
    Cenografia em estúdios. Escolha e ambientação em locações. Os figurinos e sua harmonização com a direção de arte. Filmes de época, filmes contemporâneos. Exibição de trechos de O demônio das onze horas (Pierrot le fou), dirigido por Jean-Luc Godard, França (1965); Blade runner, o caçador de androides (Blade runner), dirigido por Ridley Scott, EUA (1982).


  • 07 ABR | INTERPRETAÇÃO
    Atores ou estrelas? A escola de Stanislavski e o Actor's Studio (O Método). A escola inglesa de composição e a escola brechtiana do “distanciamento”. A importância do diretor na qualidade da interpretação. Exibição de trechos de Sindicato de ladrões (On the waterfront), com Marlon Brando, EUA (1954); Tom Jones, com Susannah York e Albert Finney, Inglaterra (1963); Darling – A que amou demais (Darling), com Julie Christie, Inglaterra (1965); Touro indomável (Touro indomável), com Robert de Niro, EUA (1980).


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