A LAND ART – QUANDO A ARTE ESCAPA DOS MUSEUS, DAS GALERIAS E DOS CENTROS URBANOS


Paulo Sergio Duarte

De 21 a 28 de junho - Quintas-feiras - das 19h30 às 21h30 - 2 encontros

Em dois encontros, vamos visitar um momento crucial da passagem da arte moderna para a contemporânea. No final dos anos 1960, desenvolveu-se, depois da polarização entre a pop art e o minimalismo, uma forte crítica à arte como mercadoria. Foi o momento da ascensão da arte conceitual ou da “desmaterialização do objeto de arte”, nos termos da crítica e teórica americana Lucy Lippard. Mas também do seu contrário: ao escapar das instituições tradicionais – museus e galerias –, diversos artistas passaram a fazer intervenções absolutamente inéditas nas cidades, mas sobretudo fora dos centros urbanos. Nascia a chamada Land Art, conhecida pelas intervenções pioneiras de Walter de Maria, Robert Smithson, Christo e Jeanne Claude, Richard Long, Michael Heizer, entre outros.

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aulas


  • 21 JUN | A PASSAGEM DA ARTE MODERNA PARA A CONTEMPORÂNEA


  • 28 JUN | O NASCIMENTO DA CHAMADA LAND ART


ministrado por


  • Paulo Sergio Duarte

    Crítico, curador e professor de história da arte, pesquisador do Centro de Estudos Sociais Aplicados (CESAP) da Universidade Candido Mendes e diretor do Centro Cultural Candido Mendes. Publicou, entre outros, os livros Tunga: pálpebras (2017), Antonio Dias (com Achile Bonito Oliva, em 2015), Carlos Vergara (2011, como organizador, e 2003, como autor), Arte Brasileira Contemporânea – um prelúdio (2008), A Trilha da Trama e outros textos sobre arte (2004), Waltercio Caldas (2001) e Anos 60 – Transformações da arte no Brasil (1998). Recentemente foi curador das exposições Lygia Clark – uma retrospectiva (em parceria com Felipe Scovino), no Itaú Cultural, em São Paulo (2012-2013), Antonio Dias – Potência da pintura, na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre (2014), Amilcar de Castro e a coerência do método, no MAM do Rio de Janeiro, (2014-2015), Guignard – a memória plástica do Brasil moderno, no MAM de São Paulo (2015), Sergio Camargo – Luz e matéria (em parceria com Cauê Alves), no Itaú Cultural, em São Paulo e na Fundação Iberê Camargo, em (2015-2016).