BLACK MIRROR : ESPELHOS DISTÓPICOS CONTEMPORÂNEOS


Ericson Saint Clair, Maria Cristina Franco Ferraz

De 21 de agosto a 11 de setembro - Terças-feiras - das 19h30 às 21h30 - 4 encontros

A série de TV britânica Black Mirror é sintomática de um conjunto de fenômenos que se manifestam nas sociedades contemporâneas. Seu caráter distópico aponta para o presente, salientando práticas disseminadas na atualidade, sobretudo no que concerne às relações entre mídias, tecnologias e subjetividade. O propósito do curso é partir de alguns episódios para tematizar de maneira aprofundada questões que esse espelho mimético enfatiza ficcionalmente.

ÁREA DO ALUNO
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aulas


  • 21 AGO | NOS LABIRINTOS DA AVALIAÇÃO – EPISÓDIO: QUEDA LIVRE (NOSEDIVE)


  • 28 AGO | REDES SOCIAIS, CONTÁGIO E ÓDIO ON-LINE – EPISÓDIO: ODIADOS NA NAÇÃO (HATED IN THE NATION)


  • 04 SET | CORPO, MENTE E INFORMAÇÃO – EPISÓDIO: SAN JUNIPERO (SAN JUNIPERO)


  • 11 SET | TECNOLOGIAS, PERDA E FINITUDE: COMO ACABAR BEM – EPISÓDIO: VOLTO JÁ (BE RIGHT BACK)


ministrado por


  • Ericson Saint Clair

    Doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ. Professor adjunto do curso de Produção Cultural da UFF e monge zen budista. Suas pesquisas privilegiam as relações entre tecnologias de comunicação, cultura e subjetividade. É autor de Gabriel Tarde e a comunicação: por um contágio da diferença.

  • Maria Cristina Franco Ferraz

    Professora titular da Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ. Graduada em Letras (Português/Literatura) e em Didática Especial de Língua Inglesa pela Uerj, mestre em Letras pela PUC-Rio, mestre e doutora em Filosofia pela Universidade de Paris I (Pantheon-Sorbonne), com pós-doutorados no Instituto Max-Planck de História da Ciência, em Berlim, e no Centro de Pesquisa em Literatura e Cultura de Berlim. É autora, entre outras obras, de Nietzsche, o bufão dos deuses, Platão: as artimanhas do fingimento, Nove variações sobre temas nietzschianos, Homo deletabilis - corpo, percepção, esquecimento: do século XIX ao XXI, L'homme effaçable: mémoire et oubli du XIXème siècle à nos jours