FILOSOFANDO COM OS SIMPSONS

UMA LEITURA IRREVERENTE DE ARENDT, BAUMAN, DELEUZE E FOUCAULT


Milla Benicio

De 18 de setembro a 09 de outubro - Terças-feiras - das 19h30 às 21h30 - 4 encontros

No ar há mais de 25 anos, o desenho animado Os Simpsons é famoso por fazer uma leitura bastante crítica da sociedade de consumo, representando caricatamente uma típica família de classe média americana, reproduzida por grande parte do mundo capitalista ocidental.

Com características um tanto peculiares, os membros da família Simpson – Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie – acabam por tocar em um espectro variado de temas caros à filosofia, de Deleuze e Foucault a Hannah Arendt e Bauman. A proposta desse curso é utilizar a cada aula um personagem para apresentar uma teoria filosófica.

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aulas


  • 18 SET | D’OH! A BANALIDADE DO MAL EM HOMER

    Homer Simpson é o americano médio, capaz de assentir ou até mesmo engendrar atos de grande violência contra a coletividade, devido, principalmente, à sua incapacidade de pensar. Sem jamais despertar nossa antipatia, ele tem atitudes que vão desde tecer comentários preconceituosos até explodir uma usina nuclear. Casado com Marge, eles têm três filhos.

    Livro de referência: Eichmann em Jerusalém, um relato sobre a banalidade do mal, de Hannah Arendt


  • 25 SET | MARGE CONTRA A SOCIEDADE LÍQUIDO-MODERNA

    Marge é boa mãe, esposa, irmã e vizinha, mas, muitas vezes, parece estar em descompasso com o seu tempo. Tem dificuldades de lidar com as ideias progressistas da filha e com a homossexualidade da irmã. Está sempre mais comprometida com a sua comunidade do que os demais e se vê perdida até mesmo em meio ao avanço das novas tecnologias.

    Livro de referência: Modernidade líquida, de Zygmunt Bauman


  • 02 OUT | BART: UM DESVIO À SOCIEDADE DISCIPLINAR

    Bart Simpson é o que se pode chamar de uma criança indisciplinada. Avesso a qualquer tipo de padronização, acaba sendo alvo de todo tipo de mecanismo de controle para que se torne um filho, um aluno ou um colega mais docilizado.

    Livro de referência: Vigiar e punir, de Michel Foucault


  • 09 OUT | O DEVIR MINORITÁRIO DE LISA

    Vegetariana, intelectual, jazzista, democrata, feminista: Lisa Simpson é porta-voz de inúmeras minorias, carregando sempre o conflito com a ideologia dominante. No entanto, não é raro que a mais brilhante dos Simpsons se veja ela própria com uma postura autoritária.

    Livro de referência: Conversações, de Gilles Deleuze


ministrado por


  • Milla Benicio

    Doutora em Comunicação e Cultura pela UFRJ, mestre em Teoria Literária pela UFRJ, pós-graduada em Língua Francesa e Literaturas Francófonas pela UFF e bacharel em Comunicação Social pela UFRJ. Professora adjunta de Comunicação, Publicidade e Marketing no IFRJ-Niterói.

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