GRACILIANO RAMOS E OS 80 ANOS DE VIDAS SECAS


Eliana Bueno-Ribeiro

De 21 a 28 de agosto - Terças-feiras - das 19h30 às 21h30 - 2 encontros

Os anos 1930 marcaram um corte não apenas na estrutura da sociedade brasileira, mas também na literatura. Novos autores retrabalharam a herança modernista e, mesclando política e literatura, inseriram no imaginário nacional uma nova região: o Nordeste. Se entre eles o mais famoso é Jorge Amado, o grande mestre é Graciliano Ramos.

Há 80 anos (1938) era publicado o último dos romances de Graciliano: Vidas secas, livro que fecha e coroa o chamado “romance da seca”. Como e por que esse livro se distingue de “antecessores ilustres” como A bagaceira, de José Américo de Almeida, O quinze, de Rachel de Queiroz, e Os Corumbas, de Amando Fontes? Que nos diz – hoje – esse livro, que se tornou um clássico?

INSCRIÇÃO ONLINE
Valor R$ 200,00

INSCREVA-SE AQUI

Conheça as formas de pagamento e a
política de cancelamento

ÁREA DO ALUNO
Faça o download do material do curso

aulas


  • 21 AGO | POR QUE (RE)LER GRACILIANO RAMOS?

    A atualidade dos anos 1930. Graciliano, o escritor e o político. Uma obra curta e densa: quatro romances, dois livros de memórias, um de histórias populares recolhidas, outro de viagem, artigos e cartas agrupados posteriormente em quatro obras, traduções. Qual o seu diferencial na literatura brasileira? Que nos diz, hoje, essa obra tão analisada pela crítica? A seu respeito poderíamos falar, como quis uma certa crítica, em “literatura do fracasso”?


  • 28 AGO | VIDAS SECAS

    A estrutura do romance. O que Vidas secas deve aos anteriores “romances da seca”? Vidas secas e os demais livros do autor. Vidas secas e as Memórias do cárcere. Vidas secas e a questão: o que é um homem?


ministrado por


  • Eliana Bueno-Ribeiro

    Doutora em Ciência da Literatura pela UFRJ, com pósdoutorado em Literatura Comparada pela Universidade de Paris 3 – La Sorbonne Nouvelle (França). Professora aposentada da UFRJ (Letras), foi professora convidada nas universidades de Roma La Sapienza, Rennes 2 e Toulouse Le Mirail. Publicou recentemente Contos de Perrault, no qual assina a tradução, o prefácio e as notas. É pesquisadora associada do Centro de Estudos Afrânio Coutinho (Faculdade de Letras/UFRJ) e editora da revista eletrônica Passages de Paris, da Associação de Pesquisadores e Estudantes Brasileiros na França (APEBFR).

INSCREVA-SE AQUI