INDIVÍDUO X SOCIEDADE

UM DIÁLOGO SILENCIOSO ENTRE NIETZSCHE E HOLBACH


Regina Schöpke

De 20 de março a 10 de abril - Quintas-feiras - das 20h às 22h - 4 encontros

Reprodução

Todos parecem concordar que o homem é um ser social. Porém, o que se entende por ser social? O homem é essencialmente um ser de grupos, de bandos, ou é talhado naturalmente para viver em grandes sociedades? Por que, afinal, é tão difícil ajustar os desejos individuais à vida social? Para um grande iluminista como Holbach, o que significa produzir as “virtudes sociais”? E até que ponto a saída individual de Nietzsche não contempla o social? Essas e outras questões constituem a preocupação básica desse curso, que, entre outras coisas, deseja discutir o lugar que o indivíduo ocupa no social e o social no indivíduo, buscando chegar a uma posição em que um não anule ou destrua o outro. O privado e o público: como compatibilizar esses dois polos da vida humana? Uma discussão que tem adquirido cada vez mais relevância nos últimos tempos. Para pensarmos esse tema, nada melhor do que tomar por base duas filosofias que, a despeito de parecerem tão diferentes no conjunto, em um ponto elas quase se confundem: na valorização das paixões para a produção de um homem livre do domínio da religião e da tirania.

ÁREA DO ALUNO
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aulas


  • 20 MAR | ÂNSIA DE LIBERDADE E CONTROLE SOCIAL: OS LIMITES ENTRE A ESFERA PÚBLICA E A ESFERA PRIVADA


  • 27 MAR | A PRODUÇÃO DAS VIRTUDES SOCIAIS: DEVERES MORAIS E VONTADE DE POTÊNCIA


  • 03 ABR | A SAÍDA COLETIVA DE HOLBACH E O INDIVÍDUO COMO POTÊNCIA TRANSFORMADORA EM NIETZSCHE


  • 10 ABR | A PRODUÇÃO DE UM HOMEM LIVRE DA RELIGIÃO E DA TIRANIA: A REVALORIZAÇÃO DAS PAIXÕES


ministrado por


  • Regina Schöpke

    Doutora em Filosofia pela Unicamp, mestre em Filosofia pela UFRJ e em História Medieval pela UFF. Autora dos livros Por uma filosofia da diferença: Gilles Deleuze, o pensador nômade; Matéria em movimento: a ilusão do tempo e o eterno retorno; e Dicionário filosófico. É também tradutora e colaboradora dos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo.