LITERATURA E POLÍTICA


Adilson Xavier, Guilherme Fiuza

06 de dezembro - Quarta-feira - das 19h30 às 21h30

Em 1934, o poeta americano Ezra Pound disse que "os artistas são a antena de sua época". Trinta anos mais tarde, o educador e filósofo canadense Marshall McLuhan os descreveu como pessoas "de atenção integral". Ao dizer isso, ambos afirmavam que a criatividade requer não apenas imaginação, mas também o dom de captar, traduzir e até mesmo antecipar sinais que já estão no ar. Estudiosos também preconizam que uma obra de arte sempre está impregnada por aspectos da realidade social na qual foi concebida, e que é impossível separar um escritor do homem político e social, tornando clara a presença da política na literatura. 

 

Nesse encontro, a CASA DO SABER RIO recebe os escritores Adilson Xavier, roteirista e produtor de audiovisual, e Guilherme Fiuza, colunista de Política da revista Época e autor do bestseller Meu nome não é Johnny, para uma conversa sobre o papel da política brasileira em seus romances recém-lançados, 2.990 graus - A arte de queimar no inferno (Panda Books) e O império do  oprimido (Planeta). No primeiro, políticos corruptos são assassinados de forma sádica por um serial killer. No segundo, uma jovem filha de um rico empresário debanda da família para abraçar um governo populista que ascende. Em ambos a política ganha ares de protagonista.

ÁREA DO ALUNO
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ministrado por


  • Adilson Xavier

    Publicitário, escritor, roteirista e produtor audiovisual. Foi sócio e presidente da agência multinacional FCB Brasil. Atualmente é CEO da Zola, produtora das séries Valentins e Homens são de Marte, entre outras. Autor dos livros O Deus da CriaçãoO Atirador de IdéiasSobrevoando Babel e Storytelling - Histórias que deixam marcas.

  • Guilherme Fiuza

    Colunista de O Globo e da revista Época e autor dos bestsellers Meu nome não é Johnny (vencedor do Grande Prêmio de Cinema - melhor roteiro adaptado), Bussunda - A vida do casseta e Giane - Vida, arte e luta. Escreveu também os livros Amazônia, 20º andar e 3.000 dias no bunker, que conta a história do Plano Real. É coautor da minissérie da TV Globo O brado retumbante, indicada ao Emmy Internacional 2013.