O FIM DO AMOR

O TÉRMINO DOS RELACIONAMENTOS SOB A ÓTICA DA PSICANÁLISE E DO DIREITO


Andréa Pachá, Sandra Niskier Flanzer

31 de julho - Terça-feira - das 19h30 às 21h30

Como a psicanálise (com a sua subjetividade) e a justiça (com a sua objetividade) nos ajudam a atravessar o fim do amor? Em uma cultura composta por relações cada vez mais efêmeras, qual o lugar da família? E quais as consequências dessa efemeridade para a função parental?

O fim do amor é normalmente vivido como o fracasso de uma promessa, a frustração de uma esperança. Isso pode colocar o sujeito diante de uma perda sentida como irrecuperável, muitas vezes transportada para o campo da justiça.

Nessa aula aberta, a juíza de família Andréa Pachá e a psicanalista Sandra Niskier Flanzer abordam, à luz do direito e da psicanálise, a ruptura de relações estabelecidas a princípio para durar. A discussão será feita a partir da apresentação de casos reais em que os lugares familiares e a parentalidade ficam em questão - por exemplo, na alienação parental ou na ausência de um dos pais.

ÁREA DO ALUNO
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ministrado por


  • Andréa Pachá

    Juíza de Direito e ouvidora do Poder Judiciário do Rio de Janeiro. Titular da 4ª Vara de Órfãos e Sucessões, foi juíza de Família por 15 anos. Membro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no biênio 2007-2009, criou o Cadastro Nacional de Adoção e implantou as Varas Especializadas em Violência Doméstica no Brasil. É conselheira do Centro de Defesa dos Direitos Humanos, ONG presidida pelo escritor Leonardo Boff. Integra o Fórum Permanente de Direito e Psicanálise. É autora dos livros A vida não é justa e Segredo de Justiça.

  • Sandra Niskier Flanzer

    Psicanalista. Pós-doutoranda do Programa de Teoria Psicanalítica da UFRJ e mestre e doutora em Teoria Psicanalítica pela mesma instituição. Membro do Tempo Freudiano Associação Psicanalítica. Autora dos livros a pa-lavra; Por um, segundo; Re/talhos; e do quarto.