POR QUE SOMOS INSATISFEITOS?

SOBRE O NOSSO INSISTENTE DESASSOSSEGO


Sandra Niskier Flanzer

De 23 de março a 13 de abril - Segundas-feiras - das 20h às 22h - 4 encontros

créditos: Edward Hopper

Desde que o mundo é mundo, o sujeito persegue aquilo que supõe ter perdido. Ele é habitado pela pulsão (que, por um lado, o move à vida e, por outro, reafirma uma falta). Disso resulta uma inquietude que parece não cessar. Essa inquietude, que tentamos a todo custo conter ou driblar, não é somente um estado fundamental, é também um sinal de vida. No mundo contemporâneo, em que a busca frenética pela completude é potencializada pelos avanços tecnológicos, é possível ficar satisfeito? Quais os fatores estruturais, formulados por Freud e Lacan, que determinam sua condição de insatisfeito? Percorreremos esse tema guiados tanto por textos fundamentais de Freud e Lacan como por fragmentos de Fernando Pessoa retirados do Livro do desassossego, que tão bem iluminam essa condição humana.

ÁREA DO ALUNO
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aulas


  • 23 MAR | A INSISTENTE INSATISFAÇÃO: ENTRE A PERDA E A FALTA
    Fatores estruturais da constituição do sujeito.


  • 30 MAR | FREUD, LACAN E A INSATISFAÇÃO
    As agruras de O mal-estar na cultura, o limite revelado em Sobre a transitoriedade e os possíveis desfechos para o desassossego em O futuro de uma ilusão.


  • 06 ABR | SOBRE A INQUIETUDE CONFUNDIDA ENTRE O DESEJO E A DEMANDA


  • 13 ABR | PODEMOS PRESCINDIR DA INSATISFAÇÃO?
    Traços do desassossego na cultura à luz da poesia de Fernando Pessoa.


ministrado por


  • Sandra Niskier Flanzer

    Psicanalista. Pós-doutoranda do Programa de Teoria Psicanalítica da UFRJ e mestre e doutora em Teoria Psicanalítica pela mesma instituição. Membro do Tempo Freudiano Associação Psicanalítica. Autora dos livros a pa-lavra; Por um, segundo; Re/talhos; e do quarto.