Quatro casamentos e um funeral

Princesas como peças do jogo político internacional

ISABEL LUSTOSA

De 23 de junho a 14 de julho - Sextas-feiras - das 19h30 às 21h30 - 4 encontros

Ao contrário do que aprendemos nos contos de fada, a vida das princesas e rainhas europeias não era uma vida de sonhos. Muitas vezes, dependendo da situação, se convertia em um verdadeiro pesadelo. Se quase todos os matrimônios entre membros da nobreza e da alta burguesia eram realizados a partir de interesses econômicos e sociais bem definidos, os promovidos pelas famílias reais envolviam sempre negociações políticas das mais complexas. Neste curso, apresentamos quatro casos direta ou indiretamente relacionados com a história do Brasil e que tiveram consequências para o destino da monarquia no país. Outros casamentos e outros funerais também fizeram parte da nossa história imperial e serão mencionados ao longo das aulas.

Vendas somente por telefone
Tel: (21) 2227-2237

ÁREA DO ALUNO
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aulas


  • 23 JUN | 1. CARLOTA JOAQUINA (1775-1830): A ESPANHOLA, SEU ARDILOSO MARIDO E O SONHO FRUSTRADO DE SER A RAINHA DO PRATA


  • 30 JUN | 2. MARIA LUÍSA, IMPERATRIZ DA FRANÇA (1791-1847): O SACRIFÍCIO DE UMA PRINCESA AO INIMIGO NAPOLEÃO BONAPARTE, QUE NEM ERA TÃO RUIM ASSIM


  • 07 JUL | 3. VIDA E MORTE DE LEOPOLDINA (1797-1826): UMA ARQUIDUQUESA AUSTRÍACA NOS TRÓPICOS E SEU PÉSSIMO MARIDO


  • 14 JUL | 4. AMÉLIA DE LEUCHTENBERG (1812-1873): O CASAMENTO DA NETA DE NAPOLEÃO COM O IMPERADOR DO BRASIL


ministrado por


  • ISABEL LUSTOSA

    Historiadora. Doutora em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) e pesquisadora titular da Fundação Casa de Rui Barbosa. Especialista em história da imprensa e da caricatura brasileira, temas sobre os quais vem ministrando conferências. Publicou diversos livros e artigos em jornais e revistas acadêmicas nacionais e estrangeiras. Autora, entre outros, de D. Pedro I; Os presidentes do Brasil: de Deodoro a Collor, as loucuras de cada um; Imprensa, humor e caricatura: a questão dos estereótipos culturais; História do Brasil pelo método confuso; e De olho em Lampião: violência e esperteza.