ZUENIR E VERISSIMO – DOIS GRANDES ESCRITORES, 30 ANOS DE AMIZADE


Luis Fernando Verissimo, Zuenir Ventura

14 de agosto - Terça-feira - das 19h30 às 21h

Muito além de best-sellers e importantes contribuições para a literatura brasileira, os jornalistas e escritores Zuenir Ventura e Luis Fernando Verissimo, amigos há três décadas, compartilham histórias, parceria e boas risadas. “A amizade é muito mais forte do que o amor: não tem exclusividade, ciúmes, não tem a ditadura da libido”, brinca Zuenir, autor de Cidade partida e 1968: o que fizemos de nós, sobre a relação que mantém com Verissimo, vencedor do Prêmio Jabuti em 2013, com a coletânea de contos Diálogos impossíveis.

Para celebrar os 30 anos desse lindo encontro, a CASA DO SABER RIO recebe a dupla de literatos para uma conversa descontraída, repleta de cumplicidade e bom humor, sobre a vida por trás de suas obras e paixões, da memória, da literatura e do jornalismo.

ÁREA DO ALUNO
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ministrado por


  • Luis Fernando Verissimo

    Escritor e cronista, além de tradutor, roteirista, cartunista, romancista bissexto e saxofonista aplicado. Escreve regularmente para os jornais O Estado de S. Paulo, Zero Hora e O Globo. Tem mais de 60 livros editados, entre os quais alguns dos maiores best-sellers brasileiros, como A velhinha de Taubaté, As mentiras que os homens contam e Jardim do Diabo. Vive em Porto Alegre, com estadias frequentes no Rio de Janeiro e em Paris.

  • Zuenir Ventura

    Jornalista e escritor. Colunista do jornal O Globo. Formado em Letras, foi professor por mais de 40 anos na Escola de Comunicação da UFRJ e na Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi) da Uerj. Trabalhou nos principais veículos de comunicação do país, como os jornais Tribuna da Imprensa, Correio da Manhã, Diário Carioca e Jornal do Brasil, e as revistas O Cruzeiro, Fatos & Fotos, Visão, Veja e IstoÉ. Fez as entrevistas e o roteiro de Paulinho da Viola - Meu tempo é hoje, documentário dirigido por Izabel Jaguaribe para marcar os 60 anos do cantor e compositor. É ocupante da Cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras (ABL). Autor, entre outros, de Cidade partida (Prêmio Jabuti de 1995); Chico Mendes – Crime e castigo; Crônicas de um fim de século; Inveja – Mal secreto; Minhas histórias dos outros; 1968 – O ano que não terminou; e 1968 – O que fizemos de nós.