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NAPOLEÃO BONAPARTE, O AMBICIOSO IMPERADOR FRANCÊS QUE QUERIA CONQUISTAR A EUROPA


Napoleão I (1769 – 1821), também conhecido como Napoleão Bonaparte, desempenhou um papel central na história da França em três distintas situações, todas decisivas para o destino da Revolução Francesa (1789 – 1799): a guerra de defesa contra os inimigos estrangeiros da Revolução, a consolidação do poder revolucionário no comando do país após uma década de conflitos internos e a expansão do poderio francês por grande parte da Europa continental, contribuindo para disseminar os ideais de 1789. Trata-se, portanto, de um dos indivíduos mais influentes da história contemporânea.

Foi um general coberto de glórias com apenas 30 anos da idade, tornando-se Primeiro Cônsul ainda em 1800, e imperador dos franceses entre os anos de 1804 a 1814. Possuía espírito reformador e talento militar singular, porém, faltou-lhe inteligência política, fato que que lhe rendeu o título de um dos personagens mais controversos da história francesa. De Napoleão, a França herdou: o Banco da França (1801), a Legião da Honra (1803) e o Código Civil (1804).



A BARBÁRIE NO CENTRO DA CIVILIZAÇÃO: UM HISTÓRICO SOBRE O TERRORISMO ONTEM E HOJE


O terrorismo é a face mais assustadora da política mundial. A ameaça a pessoas comuns, o desprezo pela vida e o impacto visual moldam parte de nosso olhar sobre o mundo contemporâneo e sobre as decisões de alguns dos governos mais poderosos do planeta. Mas a sua história, ao contrário do que parece, não é recente. Nestes três encontros, discutiremos a evolução do terrorismo, com o desafio de definir conceitualmente o mesmo e abordar sua evolução prática, bem como analisar os ideais que deram sustentação aos terroristas ao longo do tempo.

Refletir sobre o histórico do terror nos dará oportunidade para discutirmos o papel do medo na política em momentos como, por exemplo, a Revolução Francesa (1789-1799). Também voltaremos ao século XIX, destrinchando o terrorismo anarquista, influenciado diretamente pela globalização. Já nos séculos XX e XXI, teremos a chance de compreender fenômenos como o terrorismo anticolonial, o anti-imperialista e, por fim, o religioso, com foco em grupos como Al-Qaeda e Estado Islâmico. Compreender o fenômeno que coloca a barbárie no centro da civilização é um exercício fundamental de entendimento do nosso tempo.



CHARLES DE GAULLE, O PRESIDENTE MAIS QUERIDO DA FRANÇA


O nome mais importante da vida política francesa desde Napoleão Bonaparte foi o general Charles de Gaulle (1890 -1970). Em 6 de junho de 1944, quando os Aliados desembarcaram na Normandia para libertar primeiro a França e depois a Europa, De Gaulle e seu exército estavam presentes. E ele liderou-os vitoriosamente na libertação de Paris dez semanas depois. De Gaulle, então, formou um governo provisório francês, no qual ele mesmo ocupou o cargo de presidente. Em 1958, quando a guerra na colônia francesa da Argélia ameaçava desencadear um conflito dentro na própria França, ele foi eleito presidente por uma esmagadora maioria de votos. Resolveu o problema argelino, dando-lhes a independência, e então se preocupou em reconstruir a vida econômica e política francesa. Sob sua Quarta República, a França voltou a ocupar um lugar de destaque entre as principais forças políticas da Europa e, claro, do mundo.



ÁFRICA, UMA INTRODUÇÃO


Durante muitos anos, o continente africano foi considerado desprovido de história. Essa premissa diz muito mais sobre uma falta de conhecimento geral sobre a África do que sobre as narrativas africanas propriamente ditas. A África é diversa e repleta de histórias complexas e instigantes, e muitas delas estão diretamente relacionadas às do Brasil, um dos países com a maior população afrodescendente de todo o mundo.

O objetivo destes dois encontros é o de oferecer uma introdução aos estudos das Histórias da África, desconstruindo estereótipos e colocando luz sobre a parte mais sangrenta da nossa trajetória enquanto país: a escravidão.



AMÉRICA DO SUL EM CRISE - CAUSAS E PERSPECTIVAS


As instabilidades em diversos países da América do Sul foram marcantes ao longo do segundo semestre de 2019, revelando um cenário de convulsão social e trazendo algumas incertezas para a própria democracia. Corrupção, crise econômica, desigualdade e polarização política são algumas das causas que explicam o quadro caótico vivido pela região, além das peculiaridades de cada um dos países. O curso propõe-se a analisar essas crises, destacando os principais fatores, semelhanças e diferenças, bem como as possibilidades futuras.



A DEMOCRACIA EM CRISE


A república no Brasil foi proclamada em 1889. De lá para cá, o país conheceu diferentes formas de regimes políticos, conviveu com diversos sistemas partidários e com variados arranjos políticos institucionais. Tivemos durante o Brasil republicano oito constituições, além das inúmeras reformas e emendas. Momentos mais democráticos se alternaram com outros, mais autoritários. Entre 1937 e 1945, por exemplo, foi instalado um regime ditatorial chefiado por Getúlio Vargas que fechou o Legislativo e aboliu todos os partidos políticos. Uma nova ditadura foi implantada no país, entre 1964 e 1985, desta vez, chefiada pelos militares. Em 1988, com a promulgação de uma nova Constituição, o Brasil parecia entrar numa fase de normalidade democrática. Trinta anos depois, sobretudo a partir do resultado das eleições de 2018, significativas mudanças políticas e ideológicas estão em curso. Não só em nosso país, mas em diversos outros pelo mundo, o regime democrático vem sendo questionado.

Este curso tem o objetivo de entender os limites, os impasses e os desafios da atual democracia. A ideia é fazer uma reflexão sobre o nosso passado histórico para encontrar um caminho de entendimento.



EUA E IRÃ: PANORAMA DE UMA CRISE ANUNCIADA


A rivalidade entre os Estados Unidos e o Irã é um dos principais temas globais da atualidade. Afeta dezenas de países e grupos, mexe com temas como energia e programas nucleares e modifica algumas das principais variáveis geopolíticas mundiais. Para a perfeita compreensão da crise, que se agrava diante dos nossos olhos, é fundamental que se lance um olhar para o histórico desta relação, acompanhando marcos fundamentais como o apoio ao programa nuclear iraniano nos anos 1970; a Revolução Islâmica de 1979; a invasão norte-americana ao Iraque em 2003; o acordo nuclear de 2015; e a mudança de postura dos Estados Unidos sob o governo de Donald Trump. Todos estes passos serão dados neste encontro, que tem por objetivo acompanhar os movimentos mais importantes do Oriente Médio nos últimos anos, tendo como atores principais o Irã e os Estados Unidos.



ECONOMIA PARA TELESPECTADORES: PERGUNTAS QUE VOCÊ SEMPRE QUIS FAZER, MAS NÃO SABIA COMO


Por que os preços sobem? Por qual razão o valor do dólar oscila? Há emprego para todos? Quem determina a taxa de juros? O governo pode gastar mais do que arrecada? Somos expostos diariamente a estes e a outros questionamentos nos noticiários, nas rodas de conversa do trabalho e até no tradicional almoço de domingo em família. Muitas vezes, eles provocam uma série de dúvidas e inseguranças sobre o funcionamento do sistema econômico e sobre como ele impacta as nossas vidas.

Neste curso, somos convidados a um passeio pelos conceitos econômicos fundamentais. Com uma linguagem clara e acessível, a ideia é expor os principais teóricos e correntes de pensamento, estabelecendo um canal direto com os cenários contemporâneos. Serão apresentados e analisados os principais indicadores econômicos – PIB, taxa de juros, taxa de câmbio, inflação e gasto público –, além das teorias que serviram de base para as diferentes políticas de governo no Brasil, discutindo a sua aplicação e consequente eficácia.



ÁFRICA PARA CURIOSOS


Apesar de não despontar como uma das grandes protagonistas das Histórias Antiga, Medieval e Contemporânea, a África sempre influenciou os principais acontecimentos sociais e políticos da humanidade. Ao longo de dois encontros, vamos mostrar o continente africano como sempre esteve: profundamente conectado às histórias da Europa, do Oriente e das Américas, e não como mero coadjuvante.