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UMA BREVE HISTÓRIA DA ARTE MODERNA: A CRÍTICA, AS INSTITUIÇÕES E O MERCADO


A história da Arte Moderna é caracterizada por rápidas transformações. Entre o final do século XIX e o começo do século XX, as técnicas e os temas foram modificados, e a palavra arte passou a descrever práticas e objetos muito diferentes entre si. Ao longo de dois encontros, este curso pretender fazer um breve panorama da história da Arte Moderna e analisar algumas de suas principais manifestações: o Impressionismo, o Pós-Impressionismo e as Vanguardas do começo do século XX nas obras de artistas como Claude Monet (1840-1926), Pierre-Auguste Renoir (1841-1919), Vicent van Gogh (1853-1890), Paul Cézanne (1839-1906), Pablo Picasso (1881-1973) e Henri Matisse (1869-1954). Mais do que uma sucessão de estilos inovadores, essa é a história de um sistema complexo que envolve a crítica, as instituições e o mercado.



A FAMÍLIA E A IGREJA SEGUNDO MACHADO E EÇA DE QUEIROZ


Durante o curso, será apresentado um panorama das instituições Igreja e Família no século XIX a partir de textos selecionados de Eça de Queiroz (1845-1900) e de Machado de Assis (1839-1908). O objetivo é compreender as regras e as tradições presentes na imaginação desta época.



WORKSHOP DE ESCRITA CRIATIVA E AFETUOSA


O workshop propõe um mergulho na chamada escrita afetiva, aquela que toca, marca, conversa verdadeiramente com o outro – e, por isso, se mantém viva e é lembrada pelo leitor, tempos depois. Transformar a maneira de escrever para que o texto se torne mais sensível, mais alinhado com quem somos, permite que o outro, aquele que se entrega à leitura, possa se reconhecer. Isso vale tanto para textos mais viscerais, intensos e profundos quanto para aqueles mais corriqueiros, do dia a dia, do e-mail, do mundo corporativo. O objetivo é mostrar que a palavra, mesmo quando usada de diferentes modos e com finalidades diversas, pode manter a intenção de cativar, abraçar e envolver aquele que a lê.

A dificuldade de se entregar ao texto, de se apoderar da palavra, está no automatismo diário, nos prazos apertados e, acredite, em um tremendo exercício de auto sabotagem. Escrever diz mais a respeito sobre nós mesmos – e sobre como estamos no mundo – do que poderíamos supor.

Ao longo de três horas, Ana vai compartilhar seu processo de criação e orientar cada um a encontrar seu caminho e estilo, desfazendo as amarras que barram a progressão da escrita. Além disso, vai tocar em um ponto crucial: como reconhecer a essência de cada projeto, seja ele o livro dos sonhos, um blog, ou o desenvolvimento de uma linguagem corporativa mais próxima das pessoas e da alma do seu negócio.

PARCERIA



A LITERATURA AINDA É A MELHOR FORMA DE VIAJAR


Durante muito tempo, a literatura foi a maneira mais fácil de viajar a lugares distantes do planeta. O curso se propõe a realizar jornadas por meio da leitura das obras de grandes mestres da escrita, conhecendo, assim, a complexidade filosófica, histórica e psicológica de tantos destinos interessantes. A partir da fantasia de três autores e de uma obra clássica, será elaborada intelectualmente uma viagem que já foi – ou ainda poderá ser feita – na vida real.



CINECLUBE | ENTRE OS MUROS DA ESCOLA,  DE LAURENT CANTET


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistir a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Em sua quarta edição, encerrando o ciclo com o tema Palma de Ouro, apresentaremos outros dois vencedores da mais alta premiação do Festival de Cannes, abordando em detalhes a linguagem de cada um e as razões para o sucesso de público e crítica.



LEITURA E LITERATURA POP PARA CRIANÇAS: ESTRATÉGIAS PARA A FORMAÇÃO LEITORA DO NOVO TEMPO


Em um mundo de múltiplas telas, como formar leitores? Como o livro pode disputar com outras plataformas e linguagens? Quem é a criança na contemporaneidade e o que a Cultura Pop traz, que pode nos ajudar nesse desafio? Hoje a Cultura Pop está ficando mais exigente. Nunca interagimos tanto, com tanta complexidade e camadas de leituras. Somos desafiados constantemente com experiências diversificadas. Nosso cérebro, estimulado, busca cada vez mais desafios intelectuais e recompensas. Interagindo com múltiplas linguagens e plataformas, temos diferentes maneiras de ler. E ler de maneiras diferentes implicam em diferentes maneiras de pensar. Você já experimentou potencializar isso? Então, aqui é seu lugar!



A HISTÓRIA QUE NOS FERE: O VIVER E O SABER QUE SE VIVE EM CLARICE LISPECTOR


A proposta do curso parte da pergunta feita no capítulo “O Banho”, de Perto do coração selvagem (1944), primeiro romance publicado por Clarice Lispector. Nele, a protagonista se pergunta: “O que importa afinal: viver ou saber que se vive?”. G.H., em 1964, responderá: “Saber que se vive é a coragem”. O impasse ganhará contornos novos e ainda mais dolorosos em A hora da estrela (1977), último romance e espécie de testamento literário da autora. Diante de Macabéa, o narrador não encontra palavras capazes de elaborar a condição da personagem de nordestina miserável exilada no Rio de Janeiro. Macabéa então não pode saber como vive, o que cria, assim, inúmeros problemas para a escrita da obra.

Para um melhor aproveitamento das aulas, recomenda-se a leitura preliminar de Perto do coração selvagem e de A hora da estrela.



PSICANÁLISE E TEATRO: AS PRÁTICAS DO INCONSCIENTE


O inconsciente é teatral. Todos nós, seres humanos, somos atores de um drama cujo enredo nos escapa e cujo autor desconhecemos. Roteiros estão escritos e representados na “outra cena”, primeiro nome que Freud (1856 – 1939) deu ao inconsciente. Este se expressa por meio de cenas (em sonhos, pesadelos e fantasias) e de formas performáticas (em atos e atuações). Lacan chamou-o de o “Outro”, este que, por mais conhecido que seja, permanece, por definição, desconhecido: sempre “Outro”. O processo analítico é a leitura e a escritura de uma dramaturgia escrita pelo “Outro”, pelo inconsciente. E o espetáculo teatral, por sua vez, é sempre, em maior ou menor grau, uma encenação do inconsciente, uma mise-en-scène de um texto transformado em apresentação de corpo e falas, luz e som. O inconsciente, assim, se expressa nessas duas formas: a psicanálise e o teatro. Eis o que desenvolveremos neste curso.



CLUBE DE LEITURA | TEORIA GERAL DO ESQUECIMENTO , DE JOSÉ EDUARDO AGUALUSA


O Clube de Leitura da CASA DO SABER RIO visa estimular a leitura e a releitura de clássicos da literatura universal e a troca de ideias entre os participantes, de modo a colocar em contato pontos de vista distintos e eventualmente complementares sobre uma mesma obra. Os encontros mensais são coordenados por Beatriz Malcher, que, além de sistematizar o programa de leitura e de auxiliar na articulação dos debates, apresenta nas reuniões uma contextualização histórica, literária e artística do livro e de seu autor, estabelecendo conexões entre os diferentes textos analisados.

Nesse encontro, trabalharemos o livro Teoria Geral do Esquecimento, de José Eduardo Agualusa.

Recomenda-se aos inscritos a leitura prévia das obras que serão trabalhadas nos encontros.