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CINECLUBE | OS HOMENS PREFEREM AS LOIRAS (1953), HOWARD HAWKS


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistir a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Em 2020, vamos celebrar a 5ª edição do nosso cineclube. Para isso, nada melhor do que estourar uma garrafa de champanhe, cantar e dançar com os grandes clássicos, revendo a sua importância para a história do cinema. Acompanharemos a ascensão, a queda e o retorno triunfal das produções musicais em Hollywood, que, neste novo milênio, voltaram a ocupar o seu merecido status de grandeza.

 


Neste encontro: OS HOMENS PREFEREM AS LOIRAS (1953), HOWARD HAWKS

Estamos chegando ao centenário da atriz Jane Russell (e ao da grande Marilyn Monroe em alguns anos). Então, vejamos como a dupla de divas renovou a narrativa para personagens femininas, indo além da velha rivalidade entre mulheres que Hollywood sempre estimulou. Sem falar que a cena de "Diamonds are a girl's best friend" é uma referência icônica para o universo pop até hoje.

 



REPENSANDO O CINEMA COM A PSICANÁLISE


Os filmes selecionados para esse curso têm em comum o uso da lente cinematográfica para propor uma releitura do olhar, quase sempre viciado em repetir o próprio ponto de vista. Ao longo de três encontros, serão apresentados, a partir dos filmes, ângulos inesperados para o tratamento de questões humanas e classicamente psicanalíticas, como a psicopatia, o narcisismo e a transgeracionalidade.

*Recomenda-se aos inscritos que assistam previamente aos filmes que serão trabalhadas nos encontros.



CINECLUBE | CANTANDO NA CHUVA (1952), STANLEY DONEN E GENE KELLY


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistir a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Em 2020, vamos celebrar a 5ª edição do nosso cineclube. Para isso, nada melhor do que estourar uma garrafa de champanhe, cantar e dançar com os grandes clássicos, revendo a sua importância para a história do cinema. Acompanharemos a ascensão, a queda e o retorno triunfal das produções musicais em Hollywood, que, neste novo milênio, voltaram a ocupar o seu merecido status de grandeza.

 


Neste encontro: CANTANDO NA CHUVA (1952), STANLEY DONEN E GENE KELLY

Em homenagem a Stanley Donen, codiretor morto recentemente, analisemos as razões para este filme ser cultuado como o maior musical de todos os tempos. O que há para além da cena mais memorável na cinefilia hollywoodiana?

 



CINECLUBE | SEXO, MENTIRAS E VIDEOTAPE , DE STEVEN SODERBERGH


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistir a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Em sua quarta edição, encerrando o ciclo com o tema Palma de Ouro, apresentaremos outros dois vencedores da mais alta premiação do Festival de Cannes, abordando em detalhes a linguagem de cada um e as razões para o sucesso de público e crítica.



NIETZSCHE, DELEUZE E A ARTE: O IDEAL DE MUNDO VERDADEIRO E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS NEFASTAS


Da filosofia de Friedrich Nietzsche a Gilles Deleuze, passando pela arte de Herman Melville e pelo cinema de Orson Welles, a vida é vista por sua capacidade de produzir simulações, máscaras, tipos psicossociais e modos de existência inéditos. Essa abordagem da vida, contudo, só é devidamente compreendida se a opusermos ao ideal de um mundo verdadeiro, tal como concebido pela doutrina platônica. Contra o mundo da verdade e a consequente doutrina do julgamento, Nietzsche reflete sobre o poder de se criar maneiras inéditas de viver. E Deleuze ocupa-se das potências do falso da vida que se manifestam na criação artística. Nesse curso, a arte será usada como exemplo da mais alta potência do falso e como reflexo da crítica que tais autores empreendem ao ideal do mundo verdadeiro e suas consequências nefastas.



CINECLUBE | ENTRE OS MUROS DA ESCOLA,  DE LAURENT CANTET


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistir a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Em sua quarta edição, encerrando o ciclo com o tema Palma de Ouro, apresentaremos outros dois vencedores da mais alta premiação do Festival de Cannes, abordando em detalhes a linguagem de cada um e as razões para o sucesso de público e crítica.



CINECLUBE | PULP FICTION , DE QUENTIN TARANTINO


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistirem a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Em sua terceira edição, daremos continuidade ao tema Palma de Ouro. Apresentaremos outros três vencedores da premiação, abordando com maiores detalhes a linguagem de cada um e as razões para o sucesso de público e crítica.

Nesse encontro assistiremos Pulp Fiction, de Quentin Tarantino. Para chegar com chave de ouro à linguagem contemporânea, uma das Palmas mais inesquecíveis da história. Pulp Fiction, de Quentin Tarantino, ganhou a láurea máxima no Festival de Cannes de 1994 e ajudou a mudar a face do cinema.



PARIS À TRAVERS SA POÉSIE ET SA CHANSON – A CIDADE LUZ ATRAVÉS DA POESIA E DA MÚSICA


Há inúmeros epítetos que acompanham a cidade de Paris. Entre eles a arte, o cinema, o turismo, a sua história e memória, a política e o teatro. Ao longo dos anos, a capital francesa foi fonte inesgotável de inspiração e presença de destaque nas obras literárias de Charles Baudelaire (1821-1867), Guillaume Apollinaire (1880-1918), Victor Hugo (1802-1885), Paul Verlaine (1844-1896) e Jacques Prévert (1900-1977), assim como na música de Charles Trenet (1913-2001), Édith Piaf (1915-1963), Jacques Brel (1929-1978), Yves Montand (1921-1991), Maurice Chevalier (1888-1972) e tantos outros. Ao longo destes dois encontros, iremos fazer uma viagem pela chamada Cidade Luz através de sua poesia e música.



CINECLUBE | KAGEMUSHA – A SOMBRA DO SAMURAI , DE AKIRA KUROSAWA


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistirem a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Em sua terceira edição, daremos continuidade ao tema Palma de Ouro. Apresentaremos outros três vencedores da premiação, abordando com maiores detalhes a linguagem de cada um e as razões para o sucesso de público e crítica.

Nesse encontro assistiremos Kagemusha – A Sombra do Samurai, de Akira Kurosawa, a obra-prima que dividiu o prêmio em 1980, do saudoso mestre Akira Kurosawa, analisada 20 anos após o falecimento de seu cultuado diretor.