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O PAPEL DA COMUNICAÇÃO NA LIDERANÇA


A natureza e o exercício da liderança têm sido foco de inúmeras pesquisas ao longo do tempo, abrangendo da vida em comunidade às relações atuais de trabalho. Mas será que realmente sabemos liderar pessoas diferentes e multidisciplinares? Os conflitos dentro de uma equipe diversa são naturais e devem ser mantidos a níveis saudáveis que possibilitem uma boa convivência. Para isso, incentivar uma comunicação eficaz, da verbal à não verbal, se mostra fundamental.

Neste encontro, serão abordados aspectos importantes do papel da comunicação para a liderança, como a escuta ativa, o estímulo à empatia, a diferenciação entre concordância e entendimento, o papel do líder e o papel do gerente, estilos de liderança, comunicação eficaz, entre outros temas que podem auxiliar em habilidades para as posições de comando.

*Os encontros do Saber Executivo ocorrem das 13h às 14h30, e os inscritos recebem um lunch box antes de cada aula.



COMUNICAÇÃO NÃO-VIOLENTA: O QUE ISSO TEM A VER COM O MUNDO CORPORATIVO?


O mundo atual exige líderes capazes de guiar e motivar suas equipes, criando um ambiente onde todos cooperem entre si para atingir objetivos comuns. Pesquisas realizadas pelo expert em neurociência e neuroeconomia Paul Zak e publicadas na revista Harvard Business Review mostram que funcionários de empresas que fomentam uma relação de confiança entre eles são 50% mais produtivos, 74% menos estressados e 76% mais engajados. Isso impacta de forma considerável a lucratividade das organizações.

A tarefa, no entanto, não é simples. Mesmo quando bem-intencionados, muitos gestores acabam obtendo resultados insatisfatórios devido a falhas na interação com os funcionários. Isso porque uma fala livre de agressividade e humilhações não é suficiente. Para fomentar diálogos construtivos, confiança, empatia, reuniões mais eficazes e comprometimento com a empresa de forma genuína, são necessárias também mudanças sutis.

Nesse encontro, a especialista em coaching e desenvolvimento de líderes Marie Bendelac Ururahy apresentará os princípios básicos da Comunicação Não-Violenta. A técnica – desenvolvida pelo americano Marshall Rosenberg e aplicada em organizações de todas as naturezas, inclusive na ONU – é capaz de revolucionar os relacionamentos e gerar melhores resultados para os negócios.

*O ciclo ocorre das 13h às 14h30, e os inscritos recebem um lunch box antes de cada encontro.  



PRÉ-ESTREIA DA SÉRIE INCERTEZAS CRÍTICAS


Incertezas Críticas é uma série documental com intelectuais de renome internacional. O objetivo é apresentar questões contemporâneas relevantes sobre arte, política, literatura, economia, relações internacionais, sociedade e história e permitir ao espectador entrar em contato com o trabalho dos principais pensadores da atualidade. Cada episódio traz um personagem principal, abordando algumas das questões fundamentais que ele tematiza em sua obra. Nesta temporada, os entrevistados são Jacques Rancière, Christian Boltanski, Axel Honneth, Andreas Huyssen, Antoine Compagnon, Elisabeth Roudinesco, Georges Didi-Huberman, Hal Foster, Jean-Luc Nancy, Jonathan Crary, Luc Ferry, Tzvetan Todorov e Umberto Galimberti.

O Canal Curta!, em parceria com a CASA DO SABER RIO, tem o prazer de te convidar para a sessão de pré-estreia da série. Faremos a exibição do episódio inédito com o filósofo e crítico de arte francês Georges Didi-Huberman, professor da École de Hautes Études en Sciences Sociales (Paris), que discorre sobre arte e psicanálise, história da arte e arte contemporânea, reflete sobre a relação entre arte e capitalismo e define o que é ser radical na arte contemporânea. Em seguida, teremos um debate com o historiador, roteirista e professor da Escola de Comunicação da UFRJ Maurício Lissovsky.

A série Incertezas Críticas, dirigida por Daniel Augusto, é uma produção original da Grifa Filmes com o Canal Curta!, financiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual.

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CLARICE LISPECTOR E EU. O MUNDO NÃO É CHATO


Um mergulho no processo criativo de uma peça, do ensaio ao momento da apresentação no teatro. Essa é a proposta desses dois encontros: em um primeiro momento, observar (e, por que não, também opinar sobre) o ofício do ator e sua interação com o diretor, em um ensaio aberto ao público na reta final de uma estreia. Depois, assistir, no teatro, à peça ganhando vida, com todos seus elementos cênicos. A atriz Rita Elmôr e o diretor Rubens Camelo ensaiam, aqui na CASA DO SABER RIO O GLOBO, a peça "Clarice Lispector e eu. O mundo não é chato". Depois, a turma é convidada especial na semana da estreia, no Teatro Poeirinha.

"Clarice Lispector e eu. O mundo não é chato" é uma peça com textos de Clarice Lispector adaptados por Rita Elmôr. A atriz estreou sua carreira com uma peça sobre a escritora em 1998. De lá para cá, as fotos dessa encenação foram confundidas com as fotografias da própria Clarice. A peça é uma metáfora do que aconteceu com a imagem das duas: Clarice e Rita são constantemente confundidas nas redes sociais e em veículos de comunicação.

No espetáculo, as duas se misturam contando as suas histórias - muitas vezes a história de uma serve à história da outra. A timidez, solidão e o “desencaixe” da nossa anti-heroína fazem parte do tema central da peça, que alinhava 36 recortes da obra de Clarice a textos de Rita. Todos eles afirmam a vida e nos ajudam a pensar em maneiras mais inteligentes, criativas e harmônicas de se viver. O olhar político de Clarice, que está muito afinado com acontecimentos sociais contemporâneos, também aparece com muita força.

TEXTO: CLARICE LISPECTOR
ADAPTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO: RITA ELMÔR
DIREÇÃO: RUBENS CAMELO
CENÁRIO E LUZ: PAULO DENIZOT
FIGURINO: MEL AKERMAN
TRILHA SONORA: RITA ELMÔR
DESIGN GRÁFICO: VICTOR CORRÊA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO: RADHA BARCELOS
ASSESSORIA JURÍDICA: MURILO RABAT
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: CHRISTIANO NASCIMENTO E RITA ELMÔR
PRODUÇÃO: ART HUNTER PRODUÇÕES
REALIZAÇÃO: OVO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS



ESPORTE NA ÉTICA DO SÉCULO XXI


Nos últimos 30 anos, a televisão transformou o esporte em um negócio multimilionário, mas sua importância para a sociedade vai muito além dos cifrões. Ao longo da história da humanidade, o esporte tem sido um importante instrumento para o desenvolvimento humano, econômico e social; uma escola de valores éticos e morais e uma ferramenta para a paz e o entendimento entre as nações. Qual será o papel do esporte neste século XXI, marcado por revoluções nos meios de comunicação e no comportamento social?