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AMÓS OZ, HUMANISMO E TOLERÂNCIA COMO PRINCÍPIO


Considerado um dos intelectuais israelenses mais aclamados da atualidade, Amós Oz nasceu em 4 de maio de 1939, em Jerusalém. Com uma interpretação racional sobre um dos mais complexos conflitos históricos do mundo, o escritor foi um defensor da paz com os palestinos sem nunca deixar de lado seu amor por Israel. Morreu no dia 28 de dezembro de 2018 sem ter visto a resolução do conflito.

Oz estudou Literatura e Filosofia na Universidade Hebraica de Jerusalém no início da década de 1960, época em que também começou a publicar seus primeiros trabalhos em forma de contos. Seu primeiro livro, Where the Jackals Howl, foi lançado em 1965. Escritor, jornalista e ensaísta, venceu inúmeras premiações, incluindo os prêmios Goethe, Franz Kafka e uma indicação ao Nobel de Literatura em 2002.

Nesse encontro, o historiador e cocoordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Árabes e Judaicos (Niej) da UFRJ Michel Gherman celebrará a vida e a obra deste grande pensador que, assim como declarou o jornalista Guga Chacra na sequência de sua morte, “merecia o Nobel de Literatura. E também o da Paz”.



CINECLUBE


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistirem a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Nessa primeira edição, teremos como tema Os mestres dos mestres: como o cinema nos ensinou a sonhar. Apresentaremos três cineastas basilares e como se dá a influência entre eles, a comunicação de suas linguagens e o uso da fantasia e da magia do cinema como interpretações que vão da psicanálise à filosofia.



A FILOSOFIA DOS PERSONAGENS NAS OBRAS DE NIETZSCHE, GUIMARÃES ROSA E CLARICE LISPECTOR


A relação entre filosofia e literatura parece ser uma questão interminável. Não podemos mais entendê-la tomando, de um lado, a filosofia como o campo da verdade e do real, e, do outro, a literatura como o campo da ficção e, por conseguinte, da mentira. Vários filósofos já problematizaram essa distinção, mas a obra Assim falou Zaratustra, de Friedrich Nietzsche, parece nos abrir um novo rumo na filosofia: tentar compreender sistemas filosóficos através das falas de personagens que, aparentemente, estariam restritos à ficção.

Nesse sentido, tomando o pensamento de Zaratustra como exemplo, esse curso pretende apresentar dois outros filósofos não conceituais: Riobaldo, criado por Guimarães Rosa e aqui pensado como o autor de Grande Sertão: Veredas, e Lóri, criada por Clarice Lispector em Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres, analisada como a possível autora de Água viva.



GRANDES OBRAS SOBRE A MORTE | AS INTERMITÊNCIAS DA MORTE , DE JOSÉ SARAMAGO


A morte é um dos grandes temas que perpassam a nossa existência, sempre a nos perseguir como uma questão irresoluta. Que saída temos então senão esperar e fazer arte e filosofia do que nos é inevitável? Neste ciclo, a CASA DO SABER RIO convida os participantes a conjecturarem sobre o desconhecido, guiados por quatro autores que, em diferentes épocas e de maneiras distintas, se ocuparam com o tema da finitude: o grego Platão, o alemão Schopenhauer, o brasileiro João Cabral de Melo Neto e o português José Saramago.

Nesse encontro será abordada a obra As intermitências da morte, de José Saramago.



GRANDES OBRAS SOBRE A MORTE | MORTE E VIDA SEVERINA , DE JOÃO CABRAL DE MELO NETO


A morte é um dos grandes temas que perpassam a nossa existência, sempre a nos perseguir como uma questão irresoluta. Que saída temos então senão esperar e fazer arte e filosofia do que nos é inevitável? Neste ciclo, a CASA DO SABER RIO convida os participantes a conjecturarem sobre o desconhecido, guiados por quatro autores que, em diferentes épocas e de maneiras distintas, se ocuparam com o tema da finitude: o grego Platão, o alemão Schopenhauer, o brasileiro João Cabral de Melo Neto e o português José Saramago.

Nesse encontro será abordada a obra Morte e vida Severina, de João Cabral de Melo Neto.



GRANDES OBRAS SOBRE A MORTE | A METAFÍSICA DA MORTE , DE SCHOPENHAUER


A morte é um dos grandes temas que perpassam a nossa existência, sempre a nos perseguir como uma questão irresoluta. Que saída temos então senão esperar e fazer arte e filosofia do que nos é inevitável? Neste ciclo, a CASA DO SABER RIO convida os participantes a conjecturarem sobre o desconhecido, guiados por quatro autores que, em diferentes épocas e de maneiras distintas, se ocuparam com o tema da finitude: o grego Platão, o alemão Schopenhauer, o brasileiro João Cabral de Melo Neto e o português José Saramago.

Nesse encontro abordaremos a obra A metafísica da morte, de Schopenhauer.



GRANDES OBRAS SOBRE A MORTE


A morte é um dos grandes temas que perpassam a nossa existência, sempre a nos perseguir como uma questão irresoluta. Que saída temos então senão esperar e fazer arte e filosofia do que nos é inevitável? Neste ciclo, a CASA DO SABER RIO convida os participantes a conjecturarem sobre o desconhecido, guiados por quatro autores que, em diferentes épocas e de maneiras distintas, se ocuparam com o tema da finitude: o grego Platão, o alemão Schopenhauer, o brasileiro João Cabral de Melo Neto e o português José Saramago.



GRANDES OBRAS SOBRE A MORTE | FÉDON , DE PLATÃO


A morte é um dos grandes temas que perpassam a nossa existência, sempre a nos perseguir como uma questão irresoluta. Que saída temos então senão esperar e fazer arte e filosofia do que nos é inevitável? Neste ciclo, a CASA DO SABER RIO convida os participantes a conjecturarem sobre o desconhecido, guiados por quatro autores que, em diferentes épocas e de maneiras distintas, se ocuparam com o tema da finitude: o grego Platão, o alemão Schopenhauer, o brasileiro João Cabral de Melo Neto e o português José Saramago.

Nesse encontro será abordada a obra Fédon, de Platão.

 

 



FILOSOFANDO COM OS SIMPSONS


No ar há mais de 25 anos, o desenho animado Os Simpsons é famoso por fazer uma leitura bastante crítica da sociedade de consumo, representando caricatamente uma típica família de classe média americana, reproduzida por grande parte do mundo capitalista ocidental.

Com características um tanto peculiares, os membros da família Simpson – Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie – acabam por tocar em um espectro variado de temas caros à filosofia, de Deleuze e Foucault a Hannah Arendt e Bauman. A proposta desse curso é utilizar a cada aula um personagem para apresentar uma teoria filosófica.