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NO MUNDO DA FÍSICA: DA CONCEPÇÃO CLÁSSICA ATÉ A REVOLUÇÃO QUÂNTICA


A física quântica mudou o entendimento da realidade de tal maneira que certa vez o cientista dinamarquês Niels Bohr (1885-1962) afirmou que só não se escandaliza com ela quem não a entende. De fato, as descobertas envolvendo o mundo das partículas subatômicas revolucionaram a ciência no século passado e continuam a abrir perspectivas para a interpretação do universo.

Neste curso, o físico Marco Moriconi guiará os participantes ao longo das principais descobertas da física, desde sua concepção clássica até a revolução quântica.



O QUE, POR QUE E COMO LEMBRAMOS?


Em meio a urgências, instantaneidades e ansiedades da vida contemporânea, com que densidade refletimos sobre as construções e operações de nossas memórias individuais e coletivas? O que, por que e como lembramos? Além disso, o que nos leva aos desejos de “volta ao passado” e aos elogios à nostalgia?

A memória é amiúde representada em nossas sociedades como uma região poupada das intempéries do tempo, onde estariam depositadas e armazenadas lembranças de situações e eventos do passado. Porém, apesar de sua inegável relação com o já transcorrido, a memória é uma produção conectada a exigências do tempo presente. Se por um lado hoje experimentamos um contexto de rompimentos de paradigmas, por outro, assistimos ao avanço de cultos à restauração de tradições e passados míticos. Portanto, o pensamento crítico e fundamentado sobre a importância das esferas de memória e nostalgia na atualidade pode nos auxiliar a compreender algumas dinâmicas e paradoxos ligados a uma miríade de reorientações e inquietações sociais, culturais, (bio, macro e micro) políticas, econômicas, midiáticas, tecnológicas, urbanas etc.

Os objetivos do curso são apresentar um panorama das principais noções de memória (à luz de autores da filosofia, da história e da memória social) e trabalhar com recentes abordagens dos estudos da nostalgia, suscitando discussões articuladas a pontos de tensão da vida contemporânea.



CONFLITOS ARMADOS CONTEMPORÂNEOS


Criada com vistas a manter a paz, a segurança internacional e, por extensão, garantir mecanismos efetivos de proteção humanitária, a Organização das Nações Unidas concebeu as Operações de Paz no final da década de 1940 para alcançar esses objetivos basilares. Diante, entretanto, da complexidade dos conflitos armados a partir do término da Guerra Fria, particularmente na Somália, em Ruanda e na Bósnia, o Conselho de Segurança passou a incluir uma quantidade expressiva de tarefas relacionadas à proteção de civis no contexto de tais operações. Essa importante mudança de postura permitiu uma multidimensionalidade no arcabouço institucional de resposta às emergências complexas.

Diante dessa perspectiva, o objetivo do curso é discorrer sobre a configuração dos conflitos armados contemporâneos e a lógica de resposta desenvolvida pelas Nações Unidas. Para tanto, num primeiro momento, apresenta as mudanças paradigmáticas na condução das guerras a partir do início da década de 1990 e o desenvolvimento normativo e institucional de resposta adotado pela ONU entre 1992-2017. Em seguida, reflete sobre os crescentes desafios e dilemas de coordenação humanitária diante da inclusão da proteção de civis nos mandatos das Operações de Paz e de diversas organizações governamentais e não governamentais.



ISRAEL E O MUNDO


Os últimos episódios da política israelense atraíram ainda mais os olhares do mundo para o país, que vem protagonizando muitos dos debates diplomáticos na comunidade internacional. Das eleições que garantiram o quinto mandato de Benjamin Netanyahu em meio a acusações e investigações de corrupção à repercussão entre os países árabes de declarações polêmicas feitas recentemente pelo premiê, o que esperar sobre os rumos da economia e da segurança para o país?

O historiador Michel Gherman nos atualiza, em dois encontros, sobre o momento político atual de Israel, num panorama das relações internacionais com o Mundo Árabe, os Estados Unidos e o Brasil. Em pauta, a promessa israelense de anexar em definitivo parte da Cisjordânia onde residem colonos israelenses; a relação amistosa com o presidente norte-americano Donald Trump e o acordo de paz prometido pelos EUA para a região e o discurso de aproximação entre Brasil e Israel por parte do governo brasileiro.



PROCESSO CRIATIVO E MATERIALIZAÇÃO DE IDEIAS


O curso tem o objetivo de funcionar como uma oficina de criação de projetos, em que serão abordados os temas essenciais que compõem o processo criativo. O propósito é engajar cada participante na elaboração de um projeto concreto, conjugando-a com o debate acerca de aspectos centrais para a criatividade nas mais diversas áreas.

Serão discutidos o papel decisivo que a paixão exerce no desenvolvimento de obras de relevância, o delineamento do ritual de criação individual e a necessidade de pesquisa e mobilização de referências para a expansão do processo criativo; o investimento de energia na forma de trabalho intenso e para si; o descondicionamento mental e a suspensão do juízo crítico na experimentação criativa; o delírio controlado, a valorização do acaso e o desenvolvimento do estilo a partir do erro.

Os participantes serão colocados em movimento de trabalho criativo a partir da construção de si mesmos como obra de arte . Para aqueles que já têm consciência do seu processo, a oficina funciona como um potencializador. Para aqueles que ainda não a desenvolveram, os encontros servem como um despertar para a ação criadora.



NAPOLEÃO BONAPARTE, O PRIMEIRO IMPERADOR DA FRANÇA


Napoleão I (1769 – 1821), também conhecido por Napoleão Bonaparte, desempenhou um papel central na história da França em três distintas situações, todas decisivas para o destino da Revolução Francesa: a guerra de defesa contra os inimigos estrangeiros da Revolução; a consolidação do poder revolucionário no comando do país, após uma década de conflitos internos; e a expansão do poderio francês por grande parte da Europa continental, contribuindo para disseminar os ideais de 1789. Trata-se, portanto, de um dos indivíduos mais influentes da história contemporânea.

Este curso tem o objetivo de apresentar um panorama de sua trajetória e fazer um balanço de sua influência. Em um primeiro momento, será abordado o seu percurso militar e político, começando por seu engajamento na defesa da França contra os invasores britânicos, prussianos e austríacos, passando por sua ascensão ao generalato, a chegada ao poder em 1799, a construção do Império e a expansão territorial até sua derrota. Num segundo momento, será ilustrada a sua herança para a França e para o mundo, dando conta das mudanças institucionais e políticas introduzidas ou consolidadas por ele e os efeitos da propaganda revolucionária no continente europeu – por um lado – e a visão de historiadores, sociólogos e cientistas políticos a respeito das circunstâncias que permitiram a um único homem reunir tamanho poder e influência num momento chave da história do ocidente – por outro.



ENERGIA E ARMAS NUCLEARES: AS FRONTEIRAS DA CIVILIZAÇÃO


Há quase 75 anos, o mundo tomou conhecimento do poder de destruição das armas nucleares e dos incríveis benefícios da energia nuclear. Desde então, os desafios internacionais se acumularam e o cenário mudou, mas a tecnologia nuclear nunca deixou de ser um tema prioritário – a ponto de ditar, até hoje, as condições de relativa estabilidade entre as grandes potências, bem como o cenário de constante tensão entre elas.

Neste encontro, discutiremos o dilema que nos dá motivo para desejar que a tecnologia nuclear seja incentivada ao mesmo tempo em que tememos seus efeitos.



OS GRANDES IMPÉRIOS DA HISTÓRIA


Em pleno século XXI, após o processo de descolonização e a drástica redução das monarquias, a noção da existência de impérios e de estruturas imperiais permanece presente nas sociedades e no sistema internacional. A proposta deste curso é uma análise dos impérios e de suas bases de poder ao longo da História. Serão abordadas questões como as principais estruturas que permitiram a constituição, a expansão e a manutenção do império e os elementos que fundamentam o poder imperial e sua hegemonia. Por extensão, o curso examinará as causas que levaram esses impérios à crise, à decadência, ao colapso, ao desaparecimento, à estagnação ou à recessão.



UM OLHAR SOBRE A HISTÓRIA DO NOSSO TEMPO: ENTRE O IRÃ E A ARÁBIA SAUDITA


Um olhar diferente sobre algumas das principais histórias de nosso tempo. Com um estilo questionador, André Fran se envolve com grandes temas do mundo atual em viagens espetaculares exibidas nos episódios da série Que mundo é esse?, exibida pela Globo News.

Em dois encontros, a CASA DO SABER RIO convida André Fran para dividir com o público esse olhar sobre as experiências vividas em dois emblemáticos países do Oriente Médio: o Irã e a Arábia Saudita, contando um pouco sobre suas histórias, cultura, costumes e tradições.