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LACAN E O REAL - A PANDEMIA COMO DESORDEM E IMPOSSIBILIDADE


Lacan convida a pensar o impossível. Para ele a linguagem seria o que separa cada um, para sempre, do real – o estado de natureza em que o que há de mais primordial se manifesta. Ainda assim, mesmo distante, o real continua influenciando todos, atuando como a rocha em que tanto as fantasias quanto a própria linguagem se despedaçam. A partir do mundo em pandemia que vivemos atualmente, este encontro explora e apresenta as diferentes relações entre linguagem e real no pensamento e na clínica psicanalítica de Jacques Lacan, examinando as referências do surrealismo, da linguística e da filosofia da linguagem para uma reflexão filosófica sobre o que é o real.

> Esta palestra faz parte da programação online ao vivo e gravada da Casa do Saber Rio via Zoom.
>> Se não puder participar ao vivo na primeira data, o Replay (gravado) acontece no dia 28 DE JULHO, ÀS 19H.
>>> Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o link, o código e a senha de acesso à sala virtual.



O LIVRO VERMELHO DE JUNG: UMA JORNADA AO MUNDO INTERIOR DAS IMAGENS


Escrito durante a 1ª Grande Guerra, o Livro Vermelho, conhecido também como Liber Novus, foi ocultado do mundo pela família de Carl Gustav Jung (1875-1961), até o ano de 2009, data da sua primeira edição. O livro é constituído por um relato de próprio punho de Jung sobre suas fantasias, sonhos e devaneios entre os anos de 1914 e 1917, tendo sofrido aprimoramentos tempos depois. Escrito à moda medieval, em pergaminho com iluminuras, o texto é ricamente ilustrado pelo próprio autor.

Ao longo de quatro encontros, iremos apresentar uma abordagem ampla desta grande obra, considerada um dos mais instigantes lançamentos editoriais dos últimos anos.

>>> Este curso faz parte da programação Replay da CASA DO SABER RIO. Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o código e a senha de acesso à sala virtual.

 

 



O LIVRO VERMELHO DE JUNG: UMA JORNADA AO MUNDO INTERIOR DAS IMAGENS


Escrito durante a 1ª Grande Guerra, o Livro Vermelho, conhecido também como Liber Novus, foi ocultado do mundo pela família de Carl Gustav Jung (1875-1961), até o ano de 2009, data da sua primeira edição. O livro é constituído por um relato de próprio punho de Jung sobre suas fantasias, sonhos e devaneios entre os anos de 1914 e 1917, tendo sofrido aprimoramentos tempos depois. Escrito à moda medieval, em pergaminho com iluminuras, o texto é ricamente ilustrado pelo próprio autor.

Ao longo de quatro encontros, iremos apresentar uma abordagem ampla desta grande obra, considerada um dos mais instigantes lançamentos editoriais dos últimos anos.

>>> Este curso faz parte da programação online da CASA DO SABER RIO via Zoom. Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o código e a senha de acesso à sala virtual.

 



AS DISTOPIAS DA FICÇÃO E DA REALIDADE


A distopia é o avesso da utopia, cunhada no livro de Thomas Morus em 1516. Se o filósofo inglês caracterizou a sociedade ideal como uma ilha, inaugurando o gênero da “utopia social”, pouco tempo depois, sobretudo no século XX, o mundo seria tomado por uma série de narrativas distópicas e de utopias negativas. Nestas, ao contrário de uma sociedade ideal, são imaginados lugares em que imperam totalitarismos, opressões, desespero e privações. Estados em que, não raro, até a tecnologia – instrumento objetivo da evolução – é usada como ferramenta de controle. As distopias da ficção, que parecem ter migrado da teoria à prática em alguns momentos históricos do passado, hoje em dia parecem cada vez mais atuais – e reais. A partir de três exemplos já clássicos (e um contemporâneo), estabeleceremos pontes e auscultaremos a ameaçadora fantasia romanesca em uma série de pesadelos literários.



A LITERATURA AINDA É A MELHOR FORMA DE VIAJAR


Durante muito tempo, a literatura foi a maneira mais fácil de viajar a lugares distantes do planeta. O curso se propõe a realizar jornadas por meio da leitura das obras de grandes mestres da escrita, conhecendo, assim, a complexidade filosófica, histórica e psicológica de tantos destinos interessantes. A partir da fantasia de três autores e de uma obra clássica, será elaborada intelectualmente uma viagem que já foi – ou ainda poderá ser feita – na vida real.



PSICANÁLISE E TEATRO: AS PRÁTICAS DO INCONSCIENTE


O inconsciente é teatral. Todos nós, seres humanos, somos atores de um drama cujo enredo nos escapa e cujo autor desconhecemos. Roteiros estão escritos e representados na “outra cena”, primeiro nome que Freud (1856 – 1939) deu ao inconsciente. Este se expressa por meio de cenas (em sonhos, pesadelos e fantasias) e de formas performáticas (em atos e atuações). Lacan chamou-o de o “Outro”, este que, por mais conhecido que seja, permanece, por definição, desconhecido: sempre “Outro”. O processo analítico é a leitura e a escritura de uma dramaturgia escrita pelo “Outro”, pelo inconsciente. E o espetáculo teatral, por sua vez, é sempre, em maior ou menor grau, uma encenação do inconsciente, uma mise-en-scène de um texto transformado em apresentação de corpo e falas, luz e som. O inconsciente, assim, se expressa nessas duas formas: a psicanálise e o teatro. Eis o que desenvolveremos neste curso.



CIÚME E INFIDELIDADE NA ERA DIGITAL


O uso da internet tem se tornado uma preocupação crescente em um mundo cada vez mais conectado. Apesar da vasta bibliografia internacional sobre o tema, pouco se sabe sobre o comportamento online de homens e mulheres no Brasil. No entanto, especialistas apontam que a internet mudou significativamente nossa forma de se relacionar. Qual o impacto do mundo virtual entre os casais? Como enfrentamos a solidão, o ciúme e a infidelidade online? Qual o limite do uso das redes sociais nos relacionamentos amorosos? Facebook, instagram e Twitter tornaram-se ferramentas tentadoras, fáceis e eficientes para checagem de perfis alheios e monitoramento dos parceiros. Somos protagonistas das nossas escolhas ou estamos aprisionados em fantasias, angústias e medos?

Nesses encontros, conversaremos sobre como a terapia cognitiva pode ajudar as pessoas a entender melhor os seus sentimentos. Se usada de modo consciente, a web pode, quem sabe, ser uma aliada dos relacionamentos amorosos.



MAPAS DA EXISTÊNCIA - AFETOS, FANTASIAS E MECANISMOS DE NEGAÇÃO


Atualmente parece que estamos mergulhados em "universos paralelos", até mesmo polarizados- em que parece que uma parte está vendo a realidade de uma maneira e a outra parte está vendo um outro quadro. Estamos vivendo em mundos diferentes? Como isso é possível, dado que os fatos, os números e as pessoas estão aqui, diante de nós? O questionamento sobre o que é realidade e o que é fantasia é bastante antigo e, mesmo depois da virada moderna e sua revolução cientifica, parece que não conseguimos equacionar esse dilema. Afinal, o que seria então a realidade? E como nos relacionar com ela e com os outros, que pensam tão diferente de nós?

A proposta é tratar como, com frequência, certas repetições, bloqueios e desilusões têm origem na própria postura individual diante dos fatos e de si mesmo: os relacionamentos complicados, o sentimento de inadequação, um mundo que simplesmente parece não funcionar a nosso favor. Usamos inúmeros mecanismos de defesa e de negação. Abrir os olhos e romper com as próprias ficções é uma das maiores conquistas que qualquer pessoa – ou sociedade – pode alcançar. E como qualquer conquista ela deve ser preservada, demandando a difícil e madura tarefa de olhar para aquilo que é incômodo – muitas vezes o próprio espelho.



O PREÇO DA PERSISTÊNCIA: COMO DIZER ADEUS SE ME RECUSO A ACEITAR O FIM?


Quando um relacionamento acaba por causa da morte, divórcio ou afastamento de um dos cônjuges e outro lado da história se nega a aceitar esse encerramento mantendo a pessoa perdida em fantasia, isso pode se transformar em transtorno físico ou emocional.

Muitas vezes, se a relação não é finalizada, o indivíduo tende a se sentir paralisado, desnorteado e incapaz de se abrir genuinamente para o mundo e para outras possíveis relações amorosas.

Esse encontro tem o objetivo de apresentar ferramentas de enfrentamento ao fim das expectativas sobre o outro, de forma a permitir a conclusão de situações inacabadas, tendo como foco o recomeço, inerente a todo fim.

PARCERIA